
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
O QUE É SER CRISTÃO

segunda-feira, 3 de novembro de 2008
MULHERES OU AVESTRUZ?

terça-feira, 21 de outubro de 2008
SERÁ ENGODO PARA NOVAS ELEIÇÕES?
O ano passado foi-me enviada, pela Assistência Social, uma carta em que me informavam que havia um subsídio para os reformados e que para mais informações me dirigisse áqueles serviços na minha área de residência. Cética, lá fui eu. Mas segundo me foi informado, como eu nessa altura estava a receber de reforma 310 Euros, portanto mais 3 Euros do que o limite para a atribuição daquele subsídio que eram 310 Euros, não tinha direito ao mesmo.
Este ano em Julho, foi-me novamente enviada uma carta daqueles Serviços, informando-me de que, se não tivesse uma reforma de 400 Euros , poderia habilitar-me ao SIC ,"Creio que se chama subsídio de inserçãp Social". Lá fui eu aos Serviços sociais da minha área, Desta vez não em Corroios, mas a um destacamento, em carrinha, no Seixal
Preenchi os papeis, foi-me dado um recibo de entrega, e, fiquei a aguardar uma resposta. Ao fim de dois meses, fui saber se já havia alguma resposta, Foi-me informado que teria de aguardar uns meses mais, pois tudo que haviam recebido para esse efeito, tinha sido compilado e catalogado por ordem alfabetica, e como eu começava por "M" ainda teria de esperar mais uns meses.
Acho que, quando o Governo decreta medidas Sociais para minorar as dificuldades financeiras dos utentes mais carenciados, estas medidas devem ter prioridade e ser executadas com a maior brevidade, posto que, os velhos que hoje recebem a sua magra reforma, já foram jovens ontem e
tinham de pagar as suas contribuições a tempo e horas, portanto é a tempo e horas que devem receber as suas beneces e não depois de morrer. Porque, vejam a minha situação por exemplo: tenho 322 Euros de reforma, já estive hospitalizada duas vezes, tenho medicamentos que não posso deixar de tomar, tenho uma dívida á Segurança Social que estou pagando dentro das minhas fracas posses, (dívida que moralmente me não acho devedora), tenho despesas a que me não posso esquivar, se quero viver dignamente, ainda o mês passado além dos medicamentos habituais, tive de pagar 37 Euros por vitaminas que não têm contribuição do Estado, porque havia perdido 13 quilos num mês e a minha médica achou que mos devia receitar, fora outros extras que podem não ser todos os meses mas que aparecem.
Então porque se faz alarde de uma medida, com publicidade na TV e tudo, para ajudar os velhos se não veem? Estamos fartos de promessas que não são cumpridas.
Eu pelo menos já estou saturada delas, pois quando vim de Angola em Novembro de 1975, como já não tive tempo de trazer os meus papeis como funcionária publica, ainda que aqui tivesse a minha Chefe D. Maritana Bráleo, pois estava a trabalhar no ERA (Extensão Rural de Angola), não fui reclamar a minha inserção no Estado, fui honesta, pois podia ter feito o que muitos fizeram que forjaram documentos. O tempo que trabalhei em empresas particulares não me foi contado porque não havia Caixa em Angola, mas sindicatos para os quais pagávamos para termos assistência médica e outros, como se a culpa fosse minha, quando se havia Caixa do Estado deveria haver Caixa para os outros como cá, não era tudo Portugal? Além de que o Sr. Comandante Ponces de Carvalho que nos foi visitar ao Calai, onde estávamos sob protecção Sul-Africana, fez promessas que nunca foram cumpridas.
Como quer o Governo Português que acreditemos nas suas promessas e boa vontade se nada se vê do que é prometido pelas eleições?
Senhores governantes, estamos todos atravessando uma crise grave, é altura de se porem as cartas na mesa e tentarmos ser honestos e verdadeiros, já chega de lançar poeira para os olhos do povo, e de lhes acenar com lenços brancos em farrapos. Já somos todos adultos para cairmos no engodo do rebuçado que se encontra na montra e a que nunca chegaremos.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
REFLEXÃO - CONTO

Ela ainda se lembra dos seus vinte poucos anos, era engraçada, portanto era muito pretendida, mas tinha já três filhos, duas meninas e um rapaz. Passava muitas dificuldades para criar as três crianças, trabalhava muito, mas tinha de o fazer, pois as crianças não tinham culpa de ter vindo ao mundo, a culpa era dela.
Dois dos seus filhos eram filhos de um casamento que havia falhado, a filha mais nova era filha de um amor que tivera e que não dera certo, muito embora ela gostasse ainda dele.
Por motivos alheios á sua vontade, e, porque a segurança e sobrevivência de seus filhos assim o exigisse, pois se encontrava desempregada, mandou a filha mais velha para o pai, até refazer a sua vida, e os dois mais novos ficaram entregues a uma senhora de idade e á madrinha da mais nova, que por sinal era também sua tia.
Conseguiu arranjar trabalho, ainda que mal pago, mas que dava para sobreviver. Mais tarde, com a ajuda de amigos, conseguiu um bom emprego e então tentou regularizar a sua vida, mas, nesse entretanto, mandou vir a filha mais velha para junto de si, mas a senhora que tomava conta dos mais novos, num momento de loucura matou-lhe o filho varão, ficando a mais nova entregue á madrinha, senhora que vivia bem. Como ainda não podia subsistir com as duas meninas, deixou ficar a mais nova á madrinha, que não tinha filhos e lhe estava a dar uma vida que com ela nunca poderia ter.
Tentou dar á filha mais velha uma educação esmerada e uma instrução que lhe permitisse ámanhã ser alguém. Como esta filha era rebelde e pouco amiga de estudar, ela pensando que este facto se devia a ter pouco tempo para lhe dar, uma vez que trabalhava muitas horas, até internada a pôs num colégio. Mas o azar estava de novo espreitando e teve de a tirar do colégio porque estava de novo sem trabalho.
Voltou a arranjar trabalho bem remunerado onde podia dar mais atenção á filha, mas esta não quiz estudar e como na altura já tinha 14 anos, pô-la a trabalhar, o que seria para ser só durante as férias escolares, e que acabou por ser quase definitivo.
Tentou o mais possível nunca a castigar com pancada, coisa que só o fez uma única vez, não lhe faltando com nada e fazendo sempre com que as seus desejos fossem satisfeitos, dentro do possível.
Passados dois anos, a filha quiz casar, para evitar males maiores, deu-lhe o seu consentimento.
Casou, teve filhos, e quando a mãe precisou, acolheu-a, mas sem grande entusiasmo.
Aquela mulher, continuou a trabalhar, teve bons empregos, ganhou muito, mas tudo gastou com a filha e netos.
Hoje, continua a viver com a filha, mas esta cada vez se afasta mais da sua mãe não perdendo uma única oportunidade para a diminuir, a rebaixar e a humilhar.
Como precisa, pois a sua reforma é pequena, vai calando e suportando tudo, sempre de cara alegre, muito embora, por vezes, já de tão saturada estar, expluda e nas piores ocasiões, mas são raras estas explosões, se tanto duas vezes ao todo.
Para evitar estas explosões, isola-se, só já fala se lhe dirigem a palavra, mas vive triste porque sabe que tudo na vida se rege pela Lei do retorno.
Hoje está velha, na idade, pois é lúcida e mais sábia com a escola da vida, nunca deixou de se actualizar em todo o sentido da palavra, mas sua filha e seus netos caminham a passos largos para a mesma velhice, tudo o que eles sabem já ela aprendeu e guardou nas suas memórias há muito.
Por milhares e milhares de anos, os velhos eram os patriarcas e os conselheiros da humanidade, somente hoje é que a idade é desvalorizada, por isso mesmo vivemos no caos que se vê. Mas o tempo e a vida acaba sempre por dar razão á velhice, só é pena é que por vezes já é tarde de mais.
Os nossosfilhos esquecem-se de que os anos vão passando, a idade vai avançando, o que era novo ontem é velho ámanhã. Eles também caminham para a velhice, para o final da vida e o que hoje fazem a seus velhos pais, ámanhã poderão seus filhos a fazerem-no também, ou pior, pois tem-se visto que com o andar dos tempos a gratidão e o amor vão-se desvanecendo. Que Deus os proteja e acorde os sentimentos nobres que se foram perdendo.
Precisamos de um mundo melhor, precisamos de despertar o amor pelos outros, os que estão perto e os que nada nos são. Pois só o amor pode salvar a humanidade. DEUS É AMOR, por isso nos perdoa todos os desmandos que nesta vida vamos fazendo. Já Jesus disse que o homem deve perdoar setente vezes sete, pois Deus perdoa-nos uma eternidade de vezes. Todos somos pecadores,não existe um único justo no mundo, portanto porque não perdoar ao que nos ofende?Porue não darmos o amor que existe, porque Deus o implantou, no nosso coração com liberalidade e prazer? O mundo seria melhor.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
EMIGRAÇÃO E SEGURANÇA

domingo, 29 de junho de 2008
COMO VAI A SAÚDE NO MEU PAÍS

quinta-feira, 19 de junho de 2008
CRECHES - COM QUE LEI SE REGEM?
