terça-feira, 11 de maio de 2010

reencontro

Encontrei a minha filha mais nova. A minha Ana Luisa (a Mon alisa, como lhe chamava a Zabu) está de volta, não é maravilhoso? Há 45 anos que nada sabia dela. Tanto a procurei e o FACEBOOK trouxe-ma de volta, abençoado programa, e, eu que queria desistir dele. Tem duas filhas maravilhosas, as minhas netas aumentaram e a familia está agora completa. Só preciso agora de a voltar a abraçar, de a voltar a ter nos meus braços que não a mimaram durante este tempo todo. Como sou feliz agora, estou completa. Assim que a puder abraçar Deus já me pode levar, até agora tenho vivido na expectativa, agora acabou. Deus é grande, deu-me forças para aguardar este momento. Deus seja louvado. Oh Deus, Alá Jeová, seja lá quem fores ou como te chames, Obrigada.

sábado, 10 de abril de 2010

VAMOS LEVANTAR PORTUGAL

Como me sinto pequena e inutil neste mundo conturbado.
O mundo está a atravessar uma fase dificil de mudança e os homens não se apercebem de como estão errados e a agir da maneira mais erronea que se possa imaginar.
Aqui, no nosso país tão pequeno agora e que outrora foi grande, nota-se mais a insensatez dos homens, dos seus governantes e da sua população.
A crise é geral, mas nos paises maiores e com mais larga amplitude de visão, por parte do seu povo e dirigentes, vai-se culminando e tentando endireitar as coisas. Mas nós,...

O Governo só pensa em manter as aparências, em resolver os seus problemas, por eles próprios criados, esquecendo que o povo já há anos está sendo sacrificado, pendindo e exigindo mais sacrifícios, sem se lembrar que ele proprio faz parte do todoe como o todo tem de ser sacrificado também.
O povo exausto e até então mal educado e mal informado, habituou-se a reevindicar por tudo e por nada, não agindo com coerência, fazendo greves que a nada levam e pioram a situação.
Sendo o povo quem mais ordena, deveria reevindicar dos seus direitos exigindo de quem forma o governo e, que pelo povo lá foi colocado, que aperte também o seu cinto até ao ultimo furo, para que o povo o mantenha apertado.

Como pedir ao povo que que aperte o cinto além do ultimo furo, se o governa não leva o seu até ao fim?

Porque o governo não corta nos seus salários, nas suas mordomias, e, pede a quem menos culpa tem da situação caotica em que o país está, que o faça?

Já a maioria da população está a passar fome, necessidades e sem vislumbres de melhoras.

Mas os grandes capitalistas vão continuando a amealhar, o governo continua a comprar carros novos, a ter motoristas para todos, a ter os seus ordenados chorudos, a ter viagens pagas com ajudas de custo , com comitivas enormes, a pensar em grande para obras, que por ora se passaria bem sem elas, etc,etc.etc.

E o povo, que após o 25 de Abril, achou que era dono e senhor para se dar ao luxo de ter vida grande como até então não tivera, continua a querer viver no bem bom, a querer ter tudo o que os ricos têm, vão-se endividando cada vez mais e a querer viver de expedientes, de subsídios e
quando eles falham, revindicam deixando de trabalhar para entrarem em greves, que deixam o país mais pobre ainda. Já se provou mais do que uma vez que as greves não levam água ao moínho, porque persistir com elas? Devemos é ter os pés bem assentes no chão e trabalhar, pois
está provado que o trabalho, mesmo mal pago, pode ajudar-nos a sair da crise.
É certo que existe pouco trabalho,mas existe, o povo é que não o quer fazer a não ser que lhe dê para levar a vida boa que levava e enquanto houver subsídios para os manter. Quando emigram, sujeitam-se a tudo, até a comer dos caixotes do lixo, para amealhar algum e virem dizer que são GENTE lá fora, é a maior mentira que já se ouviu, pois só quem tenha ido lá fora a veificado é que sabe o que na maioria das vezes se lá passa.
Se cá existe trabalho para os que para cá vêem, também existe para os que cá nasceram. Passar miseria, passa-se no nosso país, não vamos aumentar a fama que já lá temos fora.
São formados, também muitos dos que para cá veem o são e sujeitam-se, é preciso é trabalhar, dar lucro ao país, não deixar que o pouco que ainda temos vá para os outros paises, o trabalho dignifica não diminui.
E os nossos governantes que se sujeitem a ganhar menos e a dar mais de si para endireitar o país e ajudar quem é do povo, pois do povo também são.

VAMOS TODOS, MAS TODOS, AJUDAR PORTUGAL A SER DE NOVO UM GRANDE-PEQUENO PAÍS.

sábado, 31 de outubro de 2009

Nova era

Estamos já numa nova era, com muito mais problemas e muito mais consciência daquilo que somos, donde viemos, porque viemos e para onde iremos.

A maioria da mentalidade mundial está mudando, tornando-se mais crente e perceptiva das realidades da origem do ser humano e não só.

Todos fazemos parte de um todo, somos energia pura, e ao morrermos essa energia ascende para a sua origem a energia universal. Dada a nossa educação, estas verdades foram-se diluindo e esquecendo. no entanto, hoje, cada vez mais gente está tomamdo consciência dessa verdade-
O que morre, ao terminarmos a nossa passagem, é a matéria, porque a nossa verdadeira essência fica activa no universo.

Aquilo que muitas pessoas têm como ficção cientifica, universos paralelos, uma vida após a morte, a reencarnação, o contacto que alguns de nós temos com a vida após a morte física, não é mais que a realidade.

Não se esqueçam de que, quando Julio Verne escreveu os seus livros, tudo era considerado ficção, mas hoje em dia essas descrições se tornaram realidade.

Esses escritos foram inspirados pelo nosso subconsciente, que nos está mostrando a realidade que todos conhecemos, mas que olvidamos ao vir a este mundo. Muito poucos guardam memória dessas verdades.

Portanto não existe razão para ódios e anseios de poder, porque nada disso faz parte da nossa essência. O nosso verdadeiro EU , aquilo que somos é feito de amor e despreendimento.

Para que acumular riqueza e poder se nada disso é levado para o além? Porque alimentar ódio, se este só gera mais ódio? Para que queremos poder se do outro lado de nada nos serv

Devemos pensar nestas realidades e mudar a nossa maneira de ser e agir, façamos a nossa vida ser mais proveitosa e feliz, vivendo um dia de cada vez e sobretudo amando tudo e todos, como gostamos que nos amem a nós.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Aos políticos

AOS POLÍTICOS E CIDADÃOS
Estamos novamente a braços com eleições e é hora de pensar muito sobre o que queremos e o que podemos fazer para melhorar a nossa política a fim de superar o impasse que estamos atravessando há já vários anos e que enfraqueceu o nosso país.
As palavras que vou trnascrever, não me pertencem , mas a um grande homem que tem cursos de Filosofia, Teologia, Psicologia, Humanistica, Psicanálise, Jornalismo, Parapsicologia, controle da mente e do poder da mente, chamado Lauro Trevisan, para que possamos chegar a uma conclusãocidadãos e políticos políticos um fim de proceder de forma mais eficaz sde molde a encontrar uma democracia mais concentânea e honesta com a época em que vivemos. Nós não vivemos na idade média, mas no século XXI.
"É preciso saber, quando é que os políticos e governantes chegarão ao estágio de empresários inteligentes, o empresário inteligente sabe que o cliente é mais importante do que os funcionários, do que os gerentes, e até mesmo que o dono do negócio. O cliente é o tesouro. Assim considerado, vai voltar sempre a comprar em sua loja .
- Poder Executivo
Teem clientes ou máquinas que impulsionam a máquina do Estado? Eles estão a serviço de quê e de quem?
É indiscutível que o cliente dos Governos é o cidadão. A razão de ser dos governos é o cidadão e não o Banco Central ou o Tesouro Público, os Cofres Públicos, a dívida interna e externa, os impostos.
Assim como uma empresa moderna trata o cliente como um amigo e procua o seu êxito, da mesma forma deve o executivo, como os seus ministros e assessores, tratar cada habitante da sua áreade actuação. Na verdade, mais do que amigo. o cidadão é um irmão. Um irmão, que merece toda a atenção e respeito.
Tratar mal o cidadão, espoliá-lo, fazê-lo sofrer nas filas, enviando-o de volta várias vezes com as novas Exigências, algumas sem sentido, não cumprir proessas, enganá-lo nas eleições - é continuar na contramão da história e da evolução. Atitude desumana.
A prática da corrupção e dos desfalques é um crimede bradar aos céus. Desviar verbas destinadas ao âmbito social, á saúde,aos hospitais, à educação, a promoção de uma vida melhor para o povo, é um fratricídio. Fraticidio significa matar o irmão.
O que dizer da maldade de arrancar o dinheiro sofrido do cidadão através de impostos directos, indirectos e ocultos, que agridem como garras de leão? Que dizer dessas numerosas e sempre aumentadas taxas, tarifas, encargos, pardais, que mais engordam as contas públicas do que favorecem o povo?
É realmente urgentíssimo que os executivos, os ministros e os vareadores descubram que estão ao serviço do ser humano e não de si mesmos e dos seus apadrinhados ou partidos.
É Necessário que a humanidade saiba que nós, criaturas que vivemos em qualquer parte do mundo, somos irmãos e que este planeta é a nossa casa comum.
Por que é que há ódios?? Porque é que existe uma supremacia da lei da força e do poder? Do maior que engole o mais pequeno? Por que é que as mesas de debate não são realmente redondas, de tal forma que todos sintam a alegria da igualdade?
Quando é que acabará a ignorância de imaginar que o estrangeiro, o adepto de outras crenças, vitima de violências e assaltos, o miserável, o idoso, o abandonado, não é meu irmão?
Quando será que os detentores do poder e da força perceberão que o indivíduo é parte essencial deles mesmos e destruir ou enganar os outros e destruirem-se a si mesmos?
Há pessoas cultas, que ainda não sabem que se colhe literalmente o que se sdemeia e que desprezam a sabedoria que nos diz "Cá se fazem, cá se pagam".
Não me canso de insistir que o atalho nunca leva ao caminho.
Para fazer a vida resultar é essencial a compreensão das Leis Universais que regem a vida e as relações humanas.
Além de Jesus e Confúcio, que lhe pedem para tratar o outro como quer ser tratado, agora também todos os naipes mundiais da economia recomendam a mesma coisa: Focar o resultado é focar o cliente.
Cabe aqui questionar a ética.
Muitos confundem ética com moral e , como a moral muda com a mudança de hábitos e costumes, pensam que a ética também vai no mesmo sentido.
A moral depende do lugar, do tempo, da religião, das tradições, das crenças. Ética não. esta tem que ver com os princípios imutáveis da vida. Pôr ambas no mesmo saco é misturar alhos com bugalhos. Desvaloriza-se assim tanto uma como outra. Eis um exemplo: Imoral, no tempo de Jesus, era emprestar dinheiro e cobrar juros por isso; falta de ética é não devolver ao outro o que ao outro pertence.
Em dias de antanho, os negócios entre gaúchos eram sacramentados com um pêlo de bigode. O compromisso era selado por um pêlo de bigode , mais nada. Gaucho arrancava um pêlo do seu bigode e sobre ele jurava cumprir o contrato verbal. No Pêlo de bigode estava a sua honra, a sua dignidade, a sua palavra.
Hoje, a coisa mais natural é ver o candidato a um cargo político promrter ao povo mundos e fundos, céus e terras, ser eleitodevido às suas promessas e não cumprir absolutamente nada. Enganou os cidadãos, elegeu-se e continua a andar pelo país como se nada fosse, como homem probo, digno, confiável, protector das gentes. Se umcidadão comum mente ao fisco, para a reveita, para qualquer orgão público, é condenado, multado, escalpelado e mandado ás urtigas, sem dó nem piedade. O candidato promete, é eleito por causa das promessas, não as , mas nada acontece. Nos palanques e na televisão, faz-se a dança dos dez milhões de empregos, 15 milhões de moradias, juros mais baixos, nenhuma elevação de impostos, 5 mil hospitais, remédios populares gratuitos para os necessitados, aposentadoria com salários dignos de sobrevivência e tudo aquilo que a criatividade do Marketing inventa. Milhões de pessoas acreditam no decoro, na honra e na honestidade do candidato. É eleito, não cumpre. Já sabia que não ia cumprir, mas precisava de atirar o isco para atrair votos. Uma vez no poder, a história é outra. E como fica o povo todo, que acreditou nas palavras do orador?Falsidade ideokógica? Crime contra o povo? Onde está a defesa do cidadão? E o poder judicial? E os Procuradores da Républica? Peço a Deus que não seja necessário lembrar Rui Barbosa (l849-1923):
"De tanto ver triunfar as nulidades;
de ver prosperar a a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar-se da virtude,uma virtude,
a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto. "
Permito-me discordar desta inteligência monumental. desanimaremos por acreditar na honestidade, no idealismo, no espírito justo e fraterno, na sabedoria transcendental do ser humano. O mal nunca será regra geral, até porque o amor, a justiça e a paz não são descaryáveis da, apenas podem se sufocados.
Gosto de ser prático, porque criticar sem apontar soluções pouco ou nada acrescenta. A fórmula para evitar falsidade odeplógica é muito simples: det, por lehislação, que todos os candidatos a cargos executivos governamentais sejam obrigados a publicar um livro sobre as suas promessas ou a registá-las. Se não existe o ""pêlo do bigode"", que exista uma Lei. Caso o eleito não comece a cumprir as suas promessas, desde o início do mandato e se , na primeira metade do período de governo, não tiver executado determinado montante das mesmas, então deve ser demitido. Impeachment . Falsidade ideológica. Afinal somos ou não somos os patrões dos governantes? "
Leia atentamente? Então agora acho que nestas Eleições Legislativas e nas autárquicas que se avizinham, os meus caros concidadãos, saibam realmente como votar de forma a pelo menos impedir que aa supremacia de um grupo político venha a exercer a sua prepotência, uma vez que na conjuntura actual nenhum dos partidos nos merece crédito absoluto.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

MEMORIAL

Era eu uma menina de 14 anos, quando conheci a família FONSECA, em Camacupa/General Machado, em Angola.
Era um casal excepcional com quatro filhos, dois rapazes e duas raparigas. Fui e sou amiga pessoal da filha mais velha Elmana.
O chefe do clã, Senhor ADÉRITO FONSECA, era enfermeiro, na mesma altura em que meu primo era médico da localidade.
Um enfermeiro dedicado e muito competente, aamigo e respeitado por toda a gente e pai extremoso.
Faleceu agora este Senhor, que deixa uma recordação grata a quem o conheceu, com a bonita idade de 101 anos, no Algarve onde residia e eu lhe dedico estas breves linhas com carinho , respeito e amizade, a mesma amizade que me dedicou e eu agora só posso retribuir com este memorial a sua filha que o amava muito.
Deus o abençoe e guarde em Seu seio.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

SR.MINISTRO

Na verdade, Sr.Ministro, deveria este encontro ter sido anunciado a todos os bloguistas, e deveria estar ligado a todos sem excepção. Pois agora faço a pergunta que poderia ter feito em directo,
Porque será que, sustentando que foi o Ministro que melhor governou, que fez o que nenhum fez, não cumpriu as promessas feitas durante a campanha anterior e agora vem precisamente duplicar essas promessas e fazer outras que certamente não poderá cumprir?
Não seria mais concentâneo com a actual conjuntura mundial, não fazer promessas concretas, mas prometer fazer o seu melhor para que a vida dos portugueses se venha a equilibrar?
Eu sei que a politica é o meio mais obscuro e sujo que existe no mundo, mas poderia usar-se, para variar, um meio mais honesto e justo paracativar as populações, que já estão cansadas de tantos enganos. Até seria uma forma de poder a ganhar adeptos.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Senhor Ministro

Senhor Ministro, já parou para pensar nas distâncias abissais que existem nas classes existentes no nosso país, após o 25 de Abril? Já tentou viver "um só mês" com o salário mínimo nacional, não falando já das mais pequenas reformas que existem? já pensou no caos comportamental do povo deste país?.
Pare um pouco e pense na situação financeira caótica do povo.
A situação comportamental do povo deve-se a uma liberdade após 25 de Abril, que não foidada com conta e medida a seres que estavam habituados a viver na opressão. O povo simplesmente ao ver-se livre, achou que a liberdade fosse fazer tudo sem limites nem regras. tudo no Universo tem regras/leis e, a liberdade também.
A liberdade devia ter sido dada, mas o povo esclarecido, educado para que pudesse usufruir sem pisar as leis da liberdade, que são; a justiça, a educação , o respeito pelos outros e principalmente pelo património de um todo, que é a herança d4 um povo/país.
Criticamos pais e professores, sobre o comportamento das crianças e jovens e, não nos lembramosque esses comportamentos se devem, muito em especial aos governantes que não souberam pôr cobro aos desmandos dos adultos a quando da abertura das portas da opressão, lesgislando nesse sentido, deixando que a anarquia se instalasse nasfamílias, nasescolas, nas instituições, em toda a vida comunitária.
Ser livre é ser sobretudo cívico na maneira de agir e usar essa liberdade.
Dirá o Senhor Ministro, que o povo , na sua maioria, era analfabeto e, portanto incapaz de agir com civismo, ou mesmo perceber que estava a destruir o seu proprio património. Não, o povo era analfabeto e uma grande parte ainda o é ou quase, mas não estúpido, o que os governos não quizeram foi fazer-lhes entender que estavam destruindo o que lhes pertencia e ás suas descebdências; fizerem-nos crer que tudo o que existia era sua pertença e fruto de uma época que deveria ser extinta. Hoje, um pouo desiludido com o que pensavam que seria o seu futuro, continua a destrui o que se lhes dá, com a sede de esbanjar aquilo que nunca tiveram e lhes é ofertado como tapa olhos, a viver acima dassuas posses, porque n~eo lhes é incentivado o sentido de prodigalidade, a moderação e o bom senso. A maioria ainda pensa que se reabalha e paga os seus impostos tem o direito de exigir e destruir, para que o governo construa. E o que vê mal feito , ignora, deixando ao governo ver que errou, não alertando , sem se importar que quem está no governo é humano também e susceptivel de errar, e que deve ser chamado á razão.
Os próprios governos estão agindo de forma anarquica, esquecendo-se de que estão no governo em nome do povo, por ele escolhido, não o ouvindo ou consultando nas decisões mais relevantes e que dizem respeito a todos e não sóm a alguns. Afinal que os lá colocou, quem paga os impostose os empréstimos, que constituem o défice do Estado, não é o povo?
Acha que o povo iria querer a criação do TGV, uma nova ponte sobre o Tejo, um novo aeroporto ou novas auto-estradas, numa altura destas, em que há muitas famílias que já nem sabem omo ámanhã dar uma sopa sequer aos seus filho, ou pagar a renda da casa? Ou iria antes querer que as firmas fechadas ao a fechar e, que possam ter viabilidade, continuem as suas actividades de molde a dar emprego e subsistência a várias familias, a esperar que indústrias possam ser implementadas criando novas prespectivas de emprego?
OPor muito analfabetos que sejam saberiam optarpelo melhor. Temos 3 aeroportos internacionai, mais os militares, bem poderíamos aguardar até 2030, Temos transportes que chegam e servem bem as necessidades de um país tão pequeno. Temos duas pontes sobre o Tejo há que as utilizar convenientemente. Temos auto-estradas suficientes para as necessidades do país, desde que haja uma boa manutenção e utilização.
Há carros em demasia em todo o país. há que criaruma mentalidade para esses mesmos carros servirem unicamente para fins de semana , férias ou deslocações a que se não possa fazer uso dos públicos. Acabar com os carros particulares nas cidades a circular por tudo e nada, implementando o uso ou dos transportes públicos ou bicicleta. Porque não aumentar a energia eléctrica com novas barragens, de molde a torná-la mais barata para incentivar as indústrias, viabilizando as suas exportações? Os impostos e o turismo não podem continuar a ser as únicas fontes de riqueza deste país. Porque não incentivar na juventude o gosto pela agricultura e postorícia, que tanto ajudaria? Todos querem ser doutores e por isso já não podem sujar as mãos na terra?
Existem prioridades que têm de ser levadas em connta, em tudo na vida. Nunca devemos querer emitar o que outros já fizeram, o que não sucede com a educação/instrução. Rstamos adoptando em sistema experimental processos, na instrução, que já foram postos de parte, por inviáveis, por outros países. Devemos antes estudar a nossa maneira de ser e agir e, então procurar um sistema que se adapte a nós, pois somos um povo com características próprias, os outros têm as suas,e, sobretudo colocar regras na maneira de ser do povo para o levarmos ao sucesso na finalidade Civismo/comportamento/respeito por uma democracia própria e credível para nós e para o mundo.
Porque não nos limitarmos á nossa pequenez e viver de acordo com ela? os Jovens e, não só, vão lá para fora e sujeitam-se a tudo, porque não faze-lo cá dentro com tanto para fazer?
Eu tenho 75 anos, o que o futuro reserva para este país, ouco ou nada já tem a dizer para mim, mas eu tenho filhos, netos e bisnetos, e gostaria de sabe-los orgulhosos de um país que quase foi dono do mundo.
Se acabassem os subsídios para tudo e mais alguma coisa, ficassem unicamente os extritamente necessários, o povo certamente teria de se adaptar ás necessidades do país. Ter um canudo, não nos faz superioes aos que o não têm, ser nobre não nos faz mais que o plebeu, pois para ser nobre antes foi plebeu, portanto mãos à obra e fazer o que deve ser feio para sairmos da crise, mastodos nós, porque o governo também tem muitp por onde abdicar em prol de um povo.