terça-feira, 11 de agosto de 2009

MEMORIAL

Era eu uma menina de 14 anos, quando conheci a família FONSECA, em Camacupa/General Machado, em Angola.
Era um casal excepcional com quatro filhos, dois rapazes e duas raparigas. Fui e sou amiga pessoal da filha mais velha Elmana.
O chefe do clã, Senhor ADÉRITO FONSECA, era enfermeiro, na mesma altura em que meu primo era médico da localidade.
Um enfermeiro dedicado e muito competente, aamigo e respeitado por toda a gente e pai extremoso.
Faleceu agora este Senhor, que deixa uma recordação grata a quem o conheceu, com a bonita idade de 101 anos, no Algarve onde residia e eu lhe dedico estas breves linhas com carinho , respeito e amizade, a mesma amizade que me dedicou e eu agora só posso retribuir com este memorial a sua filha que o amava muito.
Deus o abençoe e guarde em Seu seio.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

SR.MINISTRO

Na verdade, Sr.Ministro, deveria este encontro ter sido anunciado a todos os bloguistas, e deveria estar ligado a todos sem excepção. Pois agora faço a pergunta que poderia ter feito em directo,
Porque será que, sustentando que foi o Ministro que melhor governou, que fez o que nenhum fez, não cumpriu as promessas feitas durante a campanha anterior e agora vem precisamente duplicar essas promessas e fazer outras que certamente não poderá cumprir?
Não seria mais concentâneo com a actual conjuntura mundial, não fazer promessas concretas, mas prometer fazer o seu melhor para que a vida dos portugueses se venha a equilibrar?
Eu sei que a politica é o meio mais obscuro e sujo que existe no mundo, mas poderia usar-se, para variar, um meio mais honesto e justo paracativar as populações, que já estão cansadas de tantos enganos. Até seria uma forma de poder a ganhar adeptos.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Senhor Ministro

Senhor Ministro, já parou para pensar nas distâncias abissais que existem nas classes existentes no nosso país, após o 25 de Abril? Já tentou viver "um só mês" com o salário mínimo nacional, não falando já das mais pequenas reformas que existem? já pensou no caos comportamental do povo deste país?.
Pare um pouco e pense na situação financeira caótica do povo.
A situação comportamental do povo deve-se a uma liberdade após 25 de Abril, que não foidada com conta e medida a seres que estavam habituados a viver na opressão. O povo simplesmente ao ver-se livre, achou que a liberdade fosse fazer tudo sem limites nem regras. tudo no Universo tem regras/leis e, a liberdade também.
A liberdade devia ter sido dada, mas o povo esclarecido, educado para que pudesse usufruir sem pisar as leis da liberdade, que são; a justiça, a educação , o respeito pelos outros e principalmente pelo património de um todo, que é a herança d4 um povo/país.
Criticamos pais e professores, sobre o comportamento das crianças e jovens e, não nos lembramosque esses comportamentos se devem, muito em especial aos governantes que não souberam pôr cobro aos desmandos dos adultos a quando da abertura das portas da opressão, lesgislando nesse sentido, deixando que a anarquia se instalasse nasfamílias, nasescolas, nas instituições, em toda a vida comunitária.
Ser livre é ser sobretudo cívico na maneira de agir e usar essa liberdade.
Dirá o Senhor Ministro, que o povo , na sua maioria, era analfabeto e, portanto incapaz de agir com civismo, ou mesmo perceber que estava a destruir o seu proprio património. Não, o povo era analfabeto e uma grande parte ainda o é ou quase, mas não estúpido, o que os governos não quizeram foi fazer-lhes entender que estavam destruindo o que lhes pertencia e ás suas descebdências; fizerem-nos crer que tudo o que existia era sua pertença e fruto de uma época que deveria ser extinta. Hoje, um pouo desiludido com o que pensavam que seria o seu futuro, continua a destrui o que se lhes dá, com a sede de esbanjar aquilo que nunca tiveram e lhes é ofertado como tapa olhos, a viver acima dassuas posses, porque n~eo lhes é incentivado o sentido de prodigalidade, a moderação e o bom senso. A maioria ainda pensa que se reabalha e paga os seus impostos tem o direito de exigir e destruir, para que o governo construa. E o que vê mal feito , ignora, deixando ao governo ver que errou, não alertando , sem se importar que quem está no governo é humano também e susceptivel de errar, e que deve ser chamado á razão.
Os próprios governos estão agindo de forma anarquica, esquecendo-se de que estão no governo em nome do povo, por ele escolhido, não o ouvindo ou consultando nas decisões mais relevantes e que dizem respeito a todos e não sóm a alguns. Afinal que os lá colocou, quem paga os impostose os empréstimos, que constituem o défice do Estado, não é o povo?
Acha que o povo iria querer a criação do TGV, uma nova ponte sobre o Tejo, um novo aeroporto ou novas auto-estradas, numa altura destas, em que há muitas famílias que já nem sabem omo ámanhã dar uma sopa sequer aos seus filho, ou pagar a renda da casa? Ou iria antes querer que as firmas fechadas ao a fechar e, que possam ter viabilidade, continuem as suas actividades de molde a dar emprego e subsistência a várias familias, a esperar que indústrias possam ser implementadas criando novas prespectivas de emprego?
OPor muito analfabetos que sejam saberiam optarpelo melhor. Temos 3 aeroportos internacionai, mais os militares, bem poderíamos aguardar até 2030, Temos transportes que chegam e servem bem as necessidades de um país tão pequeno. Temos duas pontes sobre o Tejo há que as utilizar convenientemente. Temos auto-estradas suficientes para as necessidades do país, desde que haja uma boa manutenção e utilização.
Há carros em demasia em todo o país. há que criaruma mentalidade para esses mesmos carros servirem unicamente para fins de semana , férias ou deslocações a que se não possa fazer uso dos públicos. Acabar com os carros particulares nas cidades a circular por tudo e nada, implementando o uso ou dos transportes públicos ou bicicleta. Porque não aumentar a energia eléctrica com novas barragens, de molde a torná-la mais barata para incentivar as indústrias, viabilizando as suas exportações? Os impostos e o turismo não podem continuar a ser as únicas fontes de riqueza deste país. Porque não incentivar na juventude o gosto pela agricultura e postorícia, que tanto ajudaria? Todos querem ser doutores e por isso já não podem sujar as mãos na terra?
Existem prioridades que têm de ser levadas em connta, em tudo na vida. Nunca devemos querer emitar o que outros já fizeram, o que não sucede com a educação/instrução. Rstamos adoptando em sistema experimental processos, na instrução, que já foram postos de parte, por inviáveis, por outros países. Devemos antes estudar a nossa maneira de ser e agir e, então procurar um sistema que se adapte a nós, pois somos um povo com características próprias, os outros têm as suas,e, sobretudo colocar regras na maneira de ser do povo para o levarmos ao sucesso na finalidade Civismo/comportamento/respeito por uma democracia própria e credível para nós e para o mundo.
Porque não nos limitarmos á nossa pequenez e viver de acordo com ela? os Jovens e, não só, vão lá para fora e sujeitam-se a tudo, porque não faze-lo cá dentro com tanto para fazer?
Eu tenho 75 anos, o que o futuro reserva para este país, ouco ou nada já tem a dizer para mim, mas eu tenho filhos, netos e bisnetos, e gostaria de sabe-los orgulhosos de um país que quase foi dono do mundo.
Se acabassem os subsídios para tudo e mais alguma coisa, ficassem unicamente os extritamente necessários, o povo certamente teria de se adaptar ás necessidades do país. Ter um canudo, não nos faz superioes aos que o não têm, ser nobre não nos faz mais que o plebeu, pois para ser nobre antes foi plebeu, portanto mãos à obra e fazer o que deve ser feio para sairmos da crise, mastodos nós, porque o governo também tem muitp por onde abdicar em prol de um povo.

sábado, 25 de abril de 2009

AMAR É O ESSENCIAL

Como já anteriormente disse, não tenho religião,creio em Deus e faço os possíveis por seguir as leis naturais, que ao fim e ao cabo são também as leis de Deus, e, sobretudo amar, Amarva Deus , amar os homens e amar tudo e que Ele criou.

As religiões são normas instituidas pelos homens, que , tendo algo de bom, tem os seus escapes, os seus erros, e, nada me diz que uma delas possa ser a certa a seguir.

Qualquer religião me diz que devemos amar a Deus sobre todas as coisas e dvemos amar o próximo como a nós mesmos, além de outras outras leis.

Mas pergunto a cada um dos seus seguidores, em que medida ama você a si mesmo?

Se não sabe responder, pergunto: como pode você amar a Deus e ao próximo se não sabe amar a si mesmo?

Em primeiro lugar deve saber amar a si mesmo e quanto, por duas razões: A primeira é que não pode amar a Deus sobre todas as coisas, sem se amar a si próprio, posto que você foi criado à semalhança de Deus, tem dentro de si uma parte de Deus, que lhe foi incutida através do seu sopro, é templo de Deus e parte Sua, segundo, como pode amar ao próximo como a si mesmo, se não sabe amar-se?

Nós somos instrumentos de Deus com uma missão a cumprir e nessa missão inclui-se o ser Seu mensageiro para abrir ao mundo o conhecimento maior do projecto de Deus que é o amor.

Como podemos arvorar-nos em mensageiros desse mesmo Deus se não o fizermos com amor, aceitando de boa mente o facto de regeitarem a mensagem que queremos transmitir, antes abrindo uma cara carrancuda quando é regeitada a ajuda que , na nossa opinião é a verdadeira?
Devemos aceitar com um sorriso a negativa, tanto como a aceitação, pois estamos a querer distribuir o nosso conhecimento, que pelo menos para nós é correcto, mas temos de concordar que Deus deu livre arbítrio ao homem, e, se ele o respeita, nós também o devemos fazer.

E quem garante a católicos, protestantes ou outras religiões, que são tantas e todas ao fim e ao cabo se regem por princípios que são válidos, que eles é que estão certos?

Somente Deus o poderia fazer, portanto devemos respeitar todas as religiões ou conceitos, aceitar as suas convicções e deixar que outros tenham suas opiniões e modos de proceder.

Vivamos todos em harmonia e amemos como Jesus nos ensinou, sem credos, sem cor , sem fronteiras, sem limites de espécie alguma.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

IRS-FINANÇAS- CONTRIBUIIÇÕES

Houvi hoje na Televisão/Notícias que os reformados são obrigados a apresentar a declaração do IRS anualnente, ainda que estejm isentos do seu pagamento,pelo que deverão apresentar não só as deste ano, mas as dos anos transactos que estejam em falta ou pagarão multa, que na verdade não é nada meiga.
A isenção é para todos os cidadãos que não aufiram pelo menos o ordenado mínimo nacional. incluindo-se neste caso uma maioria de reformados. Ora como as reformas desses isentos, na maior parte das vezes quase não chega para comer, pagar casa, e medicamentos, pois os reformadosnestas condições, dada a sua idade e má saúde, necessitam muito de medicamentos, como poderão ser-lhe exigadas as declarações de um imposto a que estão isentos, quando uma maioria, senão todos precisam de comprar os impressos, pagar a quem os preencha e enviá-los pelo correio?
Saberão as autoridades competentes e a esta exigência ligadas, qual o significado da palavra "isenção" para fazerem tal exigência?
Isenção - Imunidade, renuncia, desinteresse, acto de eximir, independência.
Eximir - Desobrigar,isentar, livrar
Isento - Dispensado, desobrigado, livre, independente.
Sendo a palavra "Isento" inteiramente esclarecedora, não vejo a razão da exigência agora.
Ou será que as Finanças têm trabalho a menos para os seus funcionários e será preciso arranjar-lhes com que se ocupar dando-lhes impressos preenchidos que para nada servem a não ser para aumentar a papelada existente ?
Já não há papelada a mais neste país, assoberbado de burocracia, para precisarem de mais algum?
Para estatísticas, não serão decerto necessários tais impressos, para verificar a fuga aos impostos, com certeza também não, pois existem as emissões do Serviço Nacional de pensões e extractos bancários para isso, e quanto áqueles que estejam abrangidos pelo IRS e que na maioria são funcionários públicos, já existem as declarações ao Fisco de suas reformas. Não vejo pois a utilidade de se exigir o que é inútil para as finanças e que dimunui ainda mais as reformas já tão exíguas.
Gostaria de ser esclarecida sobre esta exigência a meu ver inútil.
Assim como gostaria de saber porque razão solicitei a minha senha á quase um mês, e ainda não veio, será que esperam que as pessoas devem aguardar que o termo do prazo de entrega termine para serem multadas?

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

EDUCAÇÃO SEXUAL-INTERNET

Vi ontem o debate sobre a educação sexual e internet. Acho muito bem que se fale e debata estes temas, muito em especial a educação sexual, só que a achei pobre e mal estruturada e portanto nula.
Sou septuagenária, portanto com três gerações ás costas. Na minha geração, a educação sexual, em casa ou na escola era nula, era tabú. Na geração dos meus filhos esse assunto era tocado muito ao de leve, ainda que eu o abordasse com objectividade, pois não queria que os meus filhos caíssem nos mesmos erros que eu caí. Na geração dos meus netos, o assunto já era mais ou menos aberto, ainda que não fosse o essencial e o mais correcto. Hoje, que estamos no século XXI, o tema é mais amplamente tocado ainda que de forma incorrecta. Tenho bisnetos, uma delas já na adolescência, e receio muito que o tema lhe chegue ao conhecimento a maior parte das vezes, da pior forma, por amigas, colegas mal informadas e internet. A mãe é pessoa aberta, que não vai negar respostas a sua filha, e ela sabe que até a mim pode perguntar que eu respondo, mas nós já fomos adolescentes também, e, sabemos que os filhos mais facilmente requerem o conhecimento dos da sua idade do que dos adultos.
A educação sexual, deve ser ministrada pelos pais a partir da infancia, porque a sexualidade não
começa na adolescência, mas muito mais cedo, é um instinto natural e animal, e, nós somos sobretudo animais, ainda que racionais.
A escola não é um organismo educacional, é um organismo dedicado á instrução, o organismo educacional é o lar.
É certo que a escola pode fazer uma abordagem, desde que os alunos o queiram, dentro das áreas de instrução que o permitam, no estudo do corpo humano, etc., como alerta para a saúde,
para a prevenção. Mas nunca como uma disciplina.
Essa disciplina pertence aos pais e familiares, que a devem ministrar desde que a criança começa a fazer perguntas, respondendo correctamente com a linguagem e exemplos que possam ser absorvidos de acordo com as idades.
Não há desculpa de que não têm tempo, para os filhos devemos ter sempre tempo, desde que queiramos, temos sempre tempo para tudo. E se achámos que estavamos aptos a ser pais, temos o dever de estar disponíveis para os educar, os ouvir e lhes dar as respostas a que têm direito.
É precisamente essa lacuna dos pais de hoje que propicia a procura de respostas onde não devia
ser procurada. No meu tempo, as respostas eram procuradas erradamente, porque os pais se negavam a dá-las por ser tabú, hoje negam-se a dá-las porque não têm tempo. Então não tragam filhos ao mundo.
Quanto á violência, quer nas escolas, quer nos namoros, tudo se deve ao mesmo, a falha dos pais ou o exemplo caseiro. Todos sabemos que a violência doméstica existe ainda em grande escala, e, o exemplo dos filhos são os pais.
Quanto ao assunto internet, é certo que na internet as crianças têm acesso a este assunto e a outros mais, talvez mais prejudiciais, mas mais uma vez cabe aos pais saber elucidar seus filhos como devem utilizar a internet de forma construtivae a banir os programas que nem aos adultos interessa. Também é verdade que, a criança, sendo já de si curiosa, irá tentar saber porque seus pais não querem que veja certos programas, é absolutamente natural . Mas se tiver sido bem elucidada, certamente que aos primeiros impulsos, sucederá o desinteresse, pois nada de novo lhe pode advir dali. A internet é um meio de adquirir conhecimentos sobre assuntos que podem na realidade interessar a criança e o adolescente, bem como o adulto, é preciso que se lhes saiba despertar o interesse naquilo que vale a pena.

NÓS POR CÁ

Vejo diariamente este programa da SIC, pois acho interessante, até porque já era tempo de os portugueses tomarem decisões e especialmente de acordarem para chamar a atenção sobre o que está mal neste belo país á beira mar plantado.
Não podemos continuar a olhar com indiferença e displicência para todos os erros cometidos pelos organismos, estatais ou não, pelas incongruências existentes, como se elas não nos pudessem afectar, a nós ou a outros.
Se nós achamos bem delapidar o herário público deixado pelo governo anterior, para melhorar as nossas condições de vida, no sentido da modernização, etc., também devemos achar por bem que essa delapidação, se foi feita de maneira correcta, seja mantida para dela usufruirmos, mas não deixar que ela caia no vandalismo nem no desleixo, pois ao fim e ao cabo, somos nós que a estamos pagando e que a estamos usufruindo, portanto que seja de forma correcta e educada, e, sobretudo que tenha continuidade, para o bem do país e para o bem do povo que a paga e bem paga.
Devemos igualmente exigir que as obras, quer novas quer de manutenção, sejam feitas de maneira criteriosa e correcta para durarem.
Devemos igualmente exigir, que o governo e autarquias, zelem pelos bens do país, quer pela obra em execução, quer pela sua manutenção, para que não haja lugar a erros, a reclamações, a gastos supérfluos, que protejam tudo o que é património nacional, para que possa ser usufruido não só pelo povo, mas pelos turistas pois constitui uma fonte de receita , e, nós temos por cá muita coisa que pode servir de aliciante aos turistas, está é mal estruturada e pouco divulgada.