sábado, 26 de março de 2011

O PAÌS

Sr. Dr. Passos Coelho
Afastam-se as moscas mas a porcaria fica.
O PEC 4 não servia, é certo, mas o povo português não é tão estúpido que não saiba raciocinar e somar 2+2. O aumento do IVA vem dar ao mesmo, pois o mais pobre não paga de uma forma paga de outra, pois o seu poder de compra diminui igualmente.
Não o culpo a si nem ao Sr. Sócrates pelo estado caótico a que chegou o nosso país, porque se limitaram a seguir os passos traçados pelos desgovernos após o 25 de Abril.
Todos foram culpados, uns mais que outros, mas foram.
 O que fizeram com as reservas deixadas pelo Estado Novo, o que fizeram com as verbas enviadas para os retornados das ex-colónias, o que fizeram com as verbas destinadas a levantar a economia do país em fundo perdido, etc.etc..
 Tudo foi mal orientado, só beneficiou quem não precisava, por quem tomou conta dos governos após 25 de Abril e que pertenceram ao Governo do Estado Novo e que foram a nota má desse mesmo governo e só quizeram vingar-se do controlo apertado de Salazar levando vida boa.
O país perdeu diversas fontes de riqueza que vinham das ex-colónias ricas, os governos deixaram cair as indústrias, que eram consideradas das melhores do mundo, deixou de ter fonte de riqueza.
O povo não come pontes, auto estradas, canudos adquiridos nas Universidades, ás vezes a custo de benefícios, nem TGV's.
Temos um povo dito mais erudito mas inapto para a vida, temos um país mais pleno de estradas rápidas, para se matar, temos um povo que não quer trabalhar o campo, porque estudou, temos uma indústria falida, enfim, não temos nada a que se possa deitar a mão para poder manter a estabilidade económica.
Tudo o que comemos, calçamos e vestimos provem do estrangeiro, onde está então a boia de salvação neste mar de incompetêmcia e inépcia.
Acho muito bem que se acabe com o analfabetismo, que se modernize o país, mas tudo tem conta e medida, pois os jovens agora que têm canudo, não querem trabalho, mas ter emprego onde se ganhe mais sem nada fazer.
Agora entremos no próprio governo, na Assembleia da República, mais propriamente, porque não existe uma bancada destinada aos verdadeiros representantes do povo, em vez de tantos partidos políticos que nada têm a ver com o povo? Bastava uma bancada para cada um dos três partidos maiores e representativos e uma para o povo com um representante fidedigno que pudesse fazer valer os anseios do mesmo povo que no fundo é quem mais ordena? Podia ser que se debatessem mais concretamente os problemas do país e se lavasse menos roupa suja.

quarta-feira, 16 de março de 2011

QUAL "PEC" ?

PEC - quer dizer -Plano de estabilidade e Crescimento -.
Onde está então esse PEC?
Nós só vemos um Plano de Instabilidade e Diminuição. Porque esse PEC  que agora vai er apresentado é igual aos outros já apresentados anteriormmente, que só levam o país para um maior buraco, a caminho da Bancarrota,  porque não visa o crescimento, porque só está a trirar poder de compra da população, porque não visa o crescimento pois não vai criar emprego e investimento. Só visa a continuidade da manutenção de uma Assembleia Governativa desmesurada, pois o povo não precisa de tantos ministérios inuteis , tantos representantes na Assembleia da Republica que nada fazem por ele mas que  unicamente têm em vista os seus belos rendimentos, onde poder lavar a roupa suja de cada partido, as viagens á borla, á  demagogia do poder. Mais parece a nova PIDE, já que esta não existe para denegrir quem se odeia para os levar para a prisão com falsas declarações de pertencerem ao comunismo. Pelo país, nada fazem, pelo povo nada demonstram que os preteja, antes pelo contrário.
Porque não se apresenta um PEC que na realidade possa assim ser chamado, diminuindo as despesasdo Estado, com a redução dos Deputados, dos Ministérios, dos Assessores, dos vencimentos milionários em certos sectores, em viagens inuteis, em despesas com comitivas principescas, em carros trocados todos os anos, em jantares a torto e a direito, por dá cá aquela palha,  e outros quejandos .
Alguma vez o povo mais idoso viu Salazar ou os seus ministros levar a vida que os de agora levam? Mas ele pediu , exigiu , o apertar do cinto ao povo, mas apertou o cinto tamém do governo. Lembram-se alguns membros dos governantes após o 25 de Abril e que pertenceram ao Estado Novo como viviam , o que ganhavam em relação ao povo? Lembram-se de como este país adquiriu as suas reservas? Lembram-se de que os carros dos ministérios só serviam para o serviço, lembram-se de como esses mesmos carros eram tratados e conservados vários anos? Lembram-se de como delapidaram as reservas deixadas por Salazar?
Lembram-se de como havia indústrias, lembram-se de como havia emprego? Lembram-se de como Salazar morreu praticamente na miséria?  é esse o caminho que devem seguir e deixarem-se de demagogias se querem o bem do país e do povo.


  1.  

domingo, 16 de janeiro de 2011

ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS

Que tristeza!
Ainda pensei que desta vez a campanha eleitoral fosse diferente, mais concentânea com o momento em que estamos a viver e que os politicos se compenetrassem disso e fizessem uma campanha limpa e a contento do povo. Enganei-me. Exceptuando o actual Presidente ,que é tambem candidato, todos os outros estão usando a habitual lavagem de roupa suja que rege todas as outras eleições e que é apanágio das discussões parlamentares. Não é isso que interessa ao povo . O povo quer que os candidatos debatam a forma como vão exercer as suas funções de molde a satisfazer as necessuidades do país o do povo. Que interessa debater o que fizeram  anteriormente os candidatos, que nada fizeram para bem do país e do povo, já nós sabemos, queremos é saber  como vão agir daqui para diante e que se comprometam solenemente e verdadeiramente em fazê-lo. Que a corrupção existe no seio dos políticos, já nós sabemos, precisamos é saber como vão exclui-la daqui para a frente. Que todos querem estar á frente da Nação para se promoverem e fazerem o que bem entendem, também já nós sabemos. Mas quem nos garante que um desses candidatos quer realmente lutar pelo país e pelo povo? Então façam uma campanha limpa e sem denegrir a personalidade seja de quem for. Façam uma campanha de acordo com  os interesses reais do país, com as expectativas do povo, com o seu verdadeiro sentir, sem estar a mexer mais numa sopa podre.
Sou apartidária, pois a política é o meio mais corrupto e mais sujo que pode existir, mas não deixo de dar o meu apoio incondicional á forma como o Senhor Cavaco Silva se tem comportado.
E é nisto que se gasta o dinheiro que o povo paga, se tivessem de fazer uma campanha ás suas próprias custas, certamente que não o desperdiçavam assim.
 Sejamos adultos e façam uma campanha decente. 

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O plano orçamental - O estado do nosso país

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  • Aos políticos e portugueses em geral
  • Nós estamos culpando o Sr Sócrates pelo estado calamitoso do nosso país, mas ainda que tenha muitas culpas, devemos ter consciência de que não é o único culpado. Após o 25 de Abril, todos, mas todos, os governos somente souberam desgovernar, esbanjar, usufruir, ajudar os seus amigos, viver á grande. Não houve um único governo que se possa dizer, "foi bom".
  • Todos, mas todos, logo desde o dia de tomada de posse, começaram a pensar  em como poderiam gastar com mais fausto o que o governo que haviam deitado a baixo tinha armazenado e como gastar as ajudas vindas de fora.
  •  Para terem menos trabalho e deitar fumo para os olhos do povo um pouco mais esclarecido, foram abrindo mais instituições de apoio governamental (completamente desnecessárias, por serem instituições que faziam o mesmo que os Ministérios, duplicando assim funções), foram privatizando outras que eram absolutamente necessárias estarem nas mãos do Estado, foram deixando cair os recursos naturais que realmente davam alguma segurança para a manutenção de uma receita estatal, como agricultura, pescas, conservas, pecuária, calçado, lanifícios, etc.
  • Com a entrada na CEE, para fazer figura de novos ricos, foram aceitando tudo o que os outros queriam e agora nada temos para exportar, nem para connsumir cá dentro, e, importamos o que poderiamos produzir.  
  • Tudo isto nos fez chegar ao estado de crise em que estamos. Mas não podemos culpar uma única pessoa, devemos culpar todos os governos após o 25 de Abril, pois todos eles tiveram a sua comparticipação no desgoverno do país. E o mais engraçado de tudo é que não se vê uma saída para esta situação, posto que não emos nenhum partido á altura de pôr cobro a estes problemas, não temos um único politico com eles no lugar para levar a bom termo o país. Para já é um país pequeno, cujos recursos lhe foram cortados e interditados, cujo povo é carneirada mansa e que só quer aparentar e viver de basófias.Fomos um grande-pequeno país, hoje nada somos. 
  • Basta ir a uma sessão da Assembleia da Républica para saber que todos discutem  e se acusam, se lava roupa suja, etc., mas não se chega nunca a um consenso em como endireitr o que eles torceram e ao que parece continuarão a torcer até partir.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Orçamento do Estado

O orçamento do Estado é um atentado ás familias portuguesas.Após o 25 de Abril toda a acção realizada  por quem tomou conta do governo português foi uma verdadeira farsa, pois o intuito era simplesmente governarem-se a si próprios deitando abaixo um país que se tornara grande e monetáriamente forte. Foi o desbaratar o que se havia acumulado durante o Estado Novo. Foi um desbaratar de dinheiros enviados para ajuda aos retornados das ex-colónias, das ajudas enviadas para ajudar os agricultores e ajudar os que queriam abrir novos empreendimentos. Eu própria quiz abrir uma creche, com todos os requisitos, incluindo
assistência médica, assistente social, etc. e foi-me negada á partida qualquer ajuda, pois teria de ter na conta bancária pelos menos 5.000 contos. Ora se eu tivesse esse dinheiro no Banco, nunca precisaria da ajuda dos fundos a que estava a candidatar-me. Deixaram -se fechar as fábricas de conservas, fábricas de tecidos e fiação, deixaram-se cair a produção agrícola e pecuária, fábricas de confecção e calçado, que estavam consideradas como as melhores entre as melhores mundialmente, claramente deram cabo de tudo o que o país produzia e exportava. Agora o que ficou para podermos competir com os outros? Somente o sangue do seu povo, e, é a isso que recorre o estado. Num país tão pequeno e empobrecido, para que são precisos tantos ministérios, tantos adjuntos de ministerios e secretariados, tantas instituições que nada fazem, mas somem com o pouco dinheiro que o povo paga para sobreviver, porque nem viver o deixam. Todos estes ministérios,secretariados dos mesmos o instituições só têm servido para aumentar a dívida  do estado, porque para facilitar seja o que for, não é, pois aumenta a burocracia, os gastos do povo que já não tem cinto para apertar de tão magro que está.
Por tudo isto, quem deveria pagar a dívida do estado, não seria o povo, mas quem dos dinheiros beneficiou.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

ADEUS ATE JÀ

Uma outra página da minha vida foi fechada ontem.
Foi a enterrar o pai de minha filha mais velha. Deus o tenha em paz  e descanso. Claro que a mim só me afectou o facto de ter sido meu marido e pai de meus filhos, mas tinha mais outros tres que ainda precisavam dele, ainda que sejam todos adultos. Foi mais uma vida que terminou neste mundo, mas a vida espiritual continua, pereceu o corpo mas a alma está bem viva e a zelar pelos seus filhos. Foi melhor assim, pois estava a sofrer e a fazer sofrer os que o amavam. Mas precisamos de saber que ele está em casa, que já não sofre e que os não deixou, só mudou de residência. Não o amava, mas também lhe não tinha odio ou rancor, tinha o carinho que podemos e devemos ter pelos nossos semelhantes. É pena vermos partir para outra morada, quem quer que seja, mas é a lei da vida e temos de aceitá-la e encara-la como uma viagem natural e necessária. Adeus Juca.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

O plano orçamental

Senhor lº Ministro,

As medidas que o governo arranjou para diminuir a despesa do Estado, não está correcta. V.Exª pede a ajuda dos portugueses acerca da matéria e a sua opinião. Pois dou-lhe aqui a minha opinião e os meios de obter receitas sem precisar de colocar a maioria dos portugueses em miséria total o que irá suceder com as as suas medidas, posto que visam sempre os mais necessitados. Para já os maiores cortes devem ser nas despesas do estado.

1º O estado não precisa de mudar de carros todos os anos e muito menos pelo topo de gama dos mesmos. Estes deveriam estar somente ao serviço do estado, em trabalho, não para levar de casa e para casa os senhores ministros, secretários de estado e suas secretárias. Todos vós tendes carro particular e é esse, que deveriam usar para sua deslocação para e do trabalho, como faz a maioria dos portugueses.

2º Dimunuir as delegações que acompanham os Srs. Ministros e o Sr. Presidente e quejandos, nas suas deslocações ao estrangeiro,não estamos em tempo de mostrar uma opolência que não temos e não estamos em tempo de o ostentar.

3º Cortar as ajudas de custo nessas mesmas deslocações.

4º Os descontos nos vencimentos e reformas a partir de 1500 Euros mensais, está correcta, até atingir o escalão máximo imposto por V. Exª, pois, enquanto a maioria era aummentada em 2% ou 2, qualquer coisa, os vencimentos do governo e dos gestores era aumentado em 20%. Portanto seria justo que a sua percentagem atingisse os mesmo 20%, bem assim como nas reformas milionárias que existem.

5º Adiar a realização das grandes obras tais como TGV, pontes e auto estradas, até que a situação o permita.

Diz . Exª que essas obras trazem trabalho... É certo, mas para quem? e por quanto tempo? São trabalhos temporários, ainda que toda a gente saiba que obras do estado não têm tempo certo e que esses atrasos trazem igualmente aumentos de despesas. Se o estado soubesse impor-se e em vez de pagar o que os empreiteiros querem como acréscimo e exigissem que a obra fosse feita de acordo com o contrato e no tempo certo, mas não...
Estas são algumas das medidas que mais saltam á vista. e não quero alongar-me muito mais. Mas é certamente o sentir da maioria dos portugueses que ainda não souberam adaptar-se á liberdade e portanto aos seus direitos e continuam os mesmos carneiros do Estado Novo.