sexta-feira, 8 de outubro de 2010

O plano orçamental

Senhor lº Ministro,

As medidas que o governo arranjou para diminuir a despesa do Estado, não está correcta. V.Exª pede a ajuda dos portugueses acerca da matéria e a sua opinião. Pois dou-lhe aqui a minha opinião e os meios de obter receitas sem precisar de colocar a maioria dos portugueses em miséria total o que irá suceder com as as suas medidas, posto que visam sempre os mais necessitados. Para já os maiores cortes devem ser nas despesas do estado.

1º O estado não precisa de mudar de carros todos os anos e muito menos pelo topo de gama dos mesmos. Estes deveriam estar somente ao serviço do estado, em trabalho, não para levar de casa e para casa os senhores ministros, secretários de estado e suas secretárias. Todos vós tendes carro particular e é esse, que deveriam usar para sua deslocação para e do trabalho, como faz a maioria dos portugueses.

2º Dimunuir as delegações que acompanham os Srs. Ministros e o Sr. Presidente e quejandos, nas suas deslocações ao estrangeiro,não estamos em tempo de mostrar uma opolência que não temos e não estamos em tempo de o ostentar.

3º Cortar as ajudas de custo nessas mesmas deslocações.

4º Os descontos nos vencimentos e reformas a partir de 1500 Euros mensais, está correcta, até atingir o escalão máximo imposto por V. Exª, pois, enquanto a maioria era aummentada em 2% ou 2, qualquer coisa, os vencimentos do governo e dos gestores era aumentado em 20%. Portanto seria justo que a sua percentagem atingisse os mesmo 20%, bem assim como nas reformas milionárias que existem.

5º Adiar a realização das grandes obras tais como TGV, pontes e auto estradas, até que a situação o permita.

Diz . Exª que essas obras trazem trabalho... É certo, mas para quem? e por quanto tempo? São trabalhos temporários, ainda que toda a gente saiba que obras do estado não têm tempo certo e que esses atrasos trazem igualmente aumentos de despesas. Se o estado soubesse impor-se e em vez de pagar o que os empreiteiros querem como acréscimo e exigissem que a obra fosse feita de acordo com o contrato e no tempo certo, mas não...
Estas são algumas das medidas que mais saltam á vista. e não quero alongar-me muito mais. Mas é certamente o sentir da maioria dos portugueses que ainda não souberam adaptar-se á liberdade e portanto aos seus direitos e continuam os mesmos carneiros do Estado Novo.

2 comentários:

Paula NoGuerra disse...

Muito bem dia vózinha!!!

Tia Complicações disse...

Concordo plenamente a 101%
Que tal cortar no número de assessores por ministério, enquanto outros países têm um assessor, nós temos quatro. Cortar nos brindes promocionais, chapéus, emblemas, porta-chaves, bonés, livros e livrinhos, panfletos, thirt’s, eventos que custam pipas massa e outras mer……, nas flores, viaturas,subsídios de representação, inaugurações com coff –break sumptuosos, acabarem com os jobs for the boys… muita coisa há a fazer, mas doí cortar nos tachos, por isso é mais fácil a carneirada pagar o despesismo do desgoverno.