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domingo, 16 de fevereiro de 2014

Mais um pensamento...

Em cada hora, cada momento que passa, me sinto mais desiludida com o que vejo e oiço no plano politico do meu país.
É triste, que no momento como o que atravessamos, sentir que, para os políticos deste país, está sempre em primeiro lugar os seus próprios interesses e desígnios do que o bem estar do povo ou preservar a destruição de uma nação.
Cada um olha para o seu próprio  umbigo e acha que é o mais bonito e o mais digno se depreciar o do seu vizinho.
Os políticos só se preocupam em criticar os seus opositores, descurando o facto de que, neste momento, se deviam unir para salvar o país.
Esquecem-se de que ou já estiveram no mesmo poleiro fizeram o mesmo, ou pior porque levaram o país a este descalabro, ou que a sua ideologia já foi posta em prática em diversos estados e que redundou em desastre. PS,CDS PSD ,PCP e outros, todos, mas todos, se acusam uns aos outros, esquecendo-se dos seus próprios erros, porque só querem o poleiro quais galarós em capoeira alheia.
Mário Soares e outros como ele , falam quando o melhor que faziam era estarem calados porque por eles começou a venda de Portugal, e, ainda continuam a beneficiar dos proventos dos leilões.
Por amor de Deus, já que não dos homens, porque não se olham primeiro ao espelho e fazem uma retrospectiva dos seus actos antes de criticar os dos outros?
Unam-se, salvem primeiro o país, ponham a nação em ordem, deixem-na progredir e depois já podem lutar pelo poleiro, ajudem e deixem o país sair do terceiro mundismo e depois lancem-se ao milho para encher o papo sem que para isso tenham de o tirar ao mais fraco.
Pelo futuro dos meus filhos já não temo, estão criados, já deram os seus frutos, pelo das minhas netas também estou mais descansada, estão criadas e já se defendem, mas pelo dos meus bisnetos sim.
Eu que tinha a pretensão de viver até aos cento e trinta anos, ser mãe aos cem, estou com os meus oitenta e nunca vi o meu país no caos em que está, nem nunca em toda a sua história  assim esteve, pelo andar da carruagem nem sei se  quero chegar aos oitenta e um anos e se fecharei os olhos ainda sendo portuguesa.
De joelhos peço, aos senhores políticos, que sejam mais homenzinhos e se unam no sentido de melhorar e salvar este país e seu povo, deixando querelas que a nada levam para outras paragens.

domingo, 16 de janeiro de 2011

ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS

Que tristeza!
Ainda pensei que desta vez a campanha eleitoral fosse diferente, mais concentânea com o momento em que estamos a viver e que os politicos se compenetrassem disso e fizessem uma campanha limpa e a contento do povo. Enganei-me. Exceptuando o actual Presidente ,que é tambem candidato, todos os outros estão usando a habitual lavagem de roupa suja que rege todas as outras eleições e que é apanágio das discussões parlamentares. Não é isso que interessa ao povo . O povo quer que os candidatos debatam a forma como vão exercer as suas funções de molde a satisfazer as necessuidades do país o do povo. Que interessa debater o que fizeram  anteriormente os candidatos, que nada fizeram para bem do país e do povo, já nós sabemos, queremos é saber  como vão agir daqui para diante e que se comprometam solenemente e verdadeiramente em fazê-lo. Que a corrupção existe no seio dos políticos, já nós sabemos, precisamos é saber como vão exclui-la daqui para a frente. Que todos querem estar á frente da Nação para se promoverem e fazerem o que bem entendem, também já nós sabemos. Mas quem nos garante que um desses candidatos quer realmente lutar pelo país e pelo povo? Então façam uma campanha limpa e sem denegrir a personalidade seja de quem for. Façam uma campanha de acordo com  os interesses reais do país, com as expectativas do povo, com o seu verdadeiro sentir, sem estar a mexer mais numa sopa podre.
Sou apartidária, pois a política é o meio mais corrupto e mais sujo que pode existir, mas não deixo de dar o meu apoio incondicional á forma como o Senhor Cavaco Silva se tem comportado.
E é nisto que se gasta o dinheiro que o povo paga, se tivessem de fazer uma campanha ás suas próprias custas, certamente que não o desperdiçavam assim.
 Sejamos adultos e façam uma campanha decente. 

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Aos políticos

AOS POLÍTICOS E CIDADÃOS
Estamos novamente a braços com eleições e é hora de pensar muito sobre o que queremos e o que podemos fazer para melhorar a nossa política a fim de superar o impasse que estamos atravessando há já vários anos e que enfraqueceu o nosso país.
As palavras que vou trnascrever, não me pertencem , mas a um grande homem que tem cursos de Filosofia, Teologia, Psicologia, Humanistica, Psicanálise, Jornalismo, Parapsicologia, controle da mente e do poder da mente, chamado Lauro Trevisan, para que possamos chegar a uma conclusãocidadãos e políticos políticos um fim de proceder de forma mais eficaz sde molde a encontrar uma democracia mais concentânea e honesta com a época em que vivemos. Nós não vivemos na idade média, mas no século XXI.
"É preciso saber, quando é que os políticos e governantes chegarão ao estágio de empresários inteligentes, o empresário inteligente sabe que o cliente é mais importante do que os funcionários, do que os gerentes, e até mesmo que o dono do negócio. O cliente é o tesouro. Assim considerado, vai voltar sempre a comprar em sua loja .
- Poder Executivo
Teem clientes ou máquinas que impulsionam a máquina do Estado? Eles estão a serviço de quê e de quem?
É indiscutível que o cliente dos Governos é o cidadão. A razão de ser dos governos é o cidadão e não o Banco Central ou o Tesouro Público, os Cofres Públicos, a dívida interna e externa, os impostos.
Assim como uma empresa moderna trata o cliente como um amigo e procua o seu êxito, da mesma forma deve o executivo, como os seus ministros e assessores, tratar cada habitante da sua áreade actuação. Na verdade, mais do que amigo. o cidadão é um irmão. Um irmão, que merece toda a atenção e respeito.
Tratar mal o cidadão, espoliá-lo, fazê-lo sofrer nas filas, enviando-o de volta várias vezes com as novas Exigências, algumas sem sentido, não cumprir proessas, enganá-lo nas eleições - é continuar na contramão da história e da evolução. Atitude desumana.
A prática da corrupção e dos desfalques é um crimede bradar aos céus. Desviar verbas destinadas ao âmbito social, á saúde,aos hospitais, à educação, a promoção de uma vida melhor para o povo, é um fratricídio. Fraticidio significa matar o irmão.
O que dizer da maldade de arrancar o dinheiro sofrido do cidadão através de impostos directos, indirectos e ocultos, que agridem como garras de leão? Que dizer dessas numerosas e sempre aumentadas taxas, tarifas, encargos, pardais, que mais engordam as contas públicas do que favorecem o povo?
É realmente urgentíssimo que os executivos, os ministros e os vareadores descubram que estão ao serviço do ser humano e não de si mesmos e dos seus apadrinhados ou partidos.
É Necessário que a humanidade saiba que nós, criaturas que vivemos em qualquer parte do mundo, somos irmãos e que este planeta é a nossa casa comum.
Por que é que há ódios?? Porque é que existe uma supremacia da lei da força e do poder? Do maior que engole o mais pequeno? Por que é que as mesas de debate não são realmente redondas, de tal forma que todos sintam a alegria da igualdade?
Quando é que acabará a ignorância de imaginar que o estrangeiro, o adepto de outras crenças, vitima de violências e assaltos, o miserável, o idoso, o abandonado, não é meu irmão?
Quando será que os detentores do poder e da força perceberão que o indivíduo é parte essencial deles mesmos e destruir ou enganar os outros e destruirem-se a si mesmos?
Há pessoas cultas, que ainda não sabem que se colhe literalmente o que se sdemeia e que desprezam a sabedoria que nos diz "Cá se fazem, cá se pagam".
Não me canso de insistir que o atalho nunca leva ao caminho.
Para fazer a vida resultar é essencial a compreensão das Leis Universais que regem a vida e as relações humanas.
Além de Jesus e Confúcio, que lhe pedem para tratar o outro como quer ser tratado, agora também todos os naipes mundiais da economia recomendam a mesma coisa: Focar o resultado é focar o cliente.
Cabe aqui questionar a ética.
Muitos confundem ética com moral e , como a moral muda com a mudança de hábitos e costumes, pensam que a ética também vai no mesmo sentido.
A moral depende do lugar, do tempo, da religião, das tradições, das crenças. Ética não. esta tem que ver com os princípios imutáveis da vida. Pôr ambas no mesmo saco é misturar alhos com bugalhos. Desvaloriza-se assim tanto uma como outra. Eis um exemplo: Imoral, no tempo de Jesus, era emprestar dinheiro e cobrar juros por isso; falta de ética é não devolver ao outro o que ao outro pertence.
Em dias de antanho, os negócios entre gaúchos eram sacramentados com um pêlo de bigode. O compromisso era selado por um pêlo de bigode , mais nada. Gaucho arrancava um pêlo do seu bigode e sobre ele jurava cumprir o contrato verbal. No Pêlo de bigode estava a sua honra, a sua dignidade, a sua palavra.
Hoje, a coisa mais natural é ver o candidato a um cargo político promrter ao povo mundos e fundos, céus e terras, ser eleitodevido às suas promessas e não cumprir absolutamente nada. Enganou os cidadãos, elegeu-se e continua a andar pelo país como se nada fosse, como homem probo, digno, confiável, protector das gentes. Se umcidadão comum mente ao fisco, para a reveita, para qualquer orgão público, é condenado, multado, escalpelado e mandado ás urtigas, sem dó nem piedade. O candidato promete, é eleito por causa das promessas, não as , mas nada acontece. Nos palanques e na televisão, faz-se a dança dos dez milhões de empregos, 15 milhões de moradias, juros mais baixos, nenhuma elevação de impostos, 5 mil hospitais, remédios populares gratuitos para os necessitados, aposentadoria com salários dignos de sobrevivência e tudo aquilo que a criatividade do Marketing inventa. Milhões de pessoas acreditam no decoro, na honra e na honestidade do candidato. É eleito, não cumpre. Já sabia que não ia cumprir, mas precisava de atirar o isco para atrair votos. Uma vez no poder, a história é outra. E como fica o povo todo, que acreditou nas palavras do orador?Falsidade ideokógica? Crime contra o povo? Onde está a defesa do cidadão? E o poder judicial? E os Procuradores da Républica? Peço a Deus que não seja necessário lembrar Rui Barbosa (l849-1923):
"De tanto ver triunfar as nulidades;
de ver prosperar a a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar-se da virtude,uma virtude,
a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto. "
Permito-me discordar desta inteligência monumental. desanimaremos por acreditar na honestidade, no idealismo, no espírito justo e fraterno, na sabedoria transcendental do ser humano. O mal nunca será regra geral, até porque o amor, a justiça e a paz não são descaryáveis da, apenas podem se sufocados.
Gosto de ser prático, porque criticar sem apontar soluções pouco ou nada acrescenta. A fórmula para evitar falsidade odeplógica é muito simples: det, por lehislação, que todos os candidatos a cargos executivos governamentais sejam obrigados a publicar um livro sobre as suas promessas ou a registá-las. Se não existe o ""pêlo do bigode"", que exista uma Lei. Caso o eleito não comece a cumprir as suas promessas, desde o início do mandato e se , na primeira metade do período de governo, não tiver executado determinado montante das mesmas, então deve ser demitido. Impeachment . Falsidade ideológica. Afinal somos ou não somos os patrões dos governantes? "
Leia atentamente? Então agora acho que nestas Eleições Legislativas e nas autárquicas que se avizinham, os meus caros concidadãos, saibam realmente como votar de forma a pelo menos impedir que aa supremacia de um grupo político venha a exercer a sua prepotência, uma vez que na conjuntura actual nenhum dos partidos nos merece crédito absoluto.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

25 DE ABRIL- COMO O VEJO


Hoje é 25 de Abril. Será que sabemos o que foi o 25 de Abril e as suas consequências? Dizem que foi a revolução dos cravos, a revolução que terminou com o Estado Novo, que acabou com a repressão salazarista e que nos trouxe liberdade, igualdade e fraternidade.


Para já, não houve revolução nenhuma, houve uma sublevação dos ditos capitães de Abril, que já estava mais que prevista há muito tempo e de que o governo tinha absoluto conhecimento. Esperaram somente a morte de Salazar, pois sabiam que Marcelo Caetano estava de acordo e que entregaria tudo, de mão beijada, quando quizessem. Ele também queria mudanças na sociedade portuguesa, tanto mais que não houve resistência alguma, a quando da chegada das tropas, Só que os planos saíram furados no final, porque não havia, como ainda não há, ninguém em Portugal que soubesse tomar as rédeas do país de forma a torná-lo como a canção do 25 de Abril afirma.

Todos quizeram, somente, fazer vida grande, e, a democracia que temos hoje é ilusória. Os governos que vieram, só souberam gastar o pecúlio deixado, sem se preocuparem em salvaguardar o tesouro do Estado, usando-o de forma descontrolada, sem se preocuparem como poderia ser reposto, fazendo despesas maiores que as receitas poderiam cobrir. Dirão: se não fosse assim, como teríamos hoje boas estradas, luz electrica em todo o lado e, outras coisas mais!

Vejamos o que temos hoje!. Boas estradas (algumas) a preço de ouro que fizeram enriquecer alguns, luz em todo o país (nem todo). Temos igualdade, onde? Cada vez o fosso que separa as classes sociais é mais fundo e mais largo. Não há fome, é mentira, cada vez há mais pobres e mais fome, o que está é incoberta. Temos fraternidade, deixem-me rir.

Estamos na CEE! De nome, porque de facto é mentira. O que nos deu a entrada na CEE? A perda gradual da nossa identidade como povo. Nada se pode fazer sem a aprovação da CEE. Quem na União Europeia se preocupa com o povo português? Querem é ser ressarcidos do que nos emprestarem. Já alguma vez se preocuparam com: como sobrevivemos, porque isto não é viver, com os nossos velhos que não têm reformas dignas de um ser humano, com a nossa saúde que vai de mal a pior, com a nossa instrução que fica muito áquem da de qualquer outro país da CEE e até nem tem equivalência em lado nenhum, com a nossa justiça que piora dia a dia, com a nossa segurança, com a nossa própria sobrevivência como povo e país?

Estamos sendo cada vez mais uma colónia de outros países, quer dos da CEE , quer de outros. Vejam, temos um pequeno território, que já era pequeno antes do 25 de Abril, depois deste, com a vergonhosa descolonização de Angola e Moçambique, ainda mais pequeno se tornou com o regresso dos que para lá foram, seus filhos, netos e bisnetos que por lá tinham nascido. A ajuda que foi dada para os "retornados", foi mal gerida, uma vez que, como se disse, foi usada para levantar a industria hoteleira, que de qualquer modo poderia ter sido levantada com boas gerências, o que ocasionou a que os hoteis se enchessem, não só de retornados mas também de oportunistas, que com a falta de um controlo, se fizeram passar por retornados sem nunca terem estado em Àfrica e, ainda fazendo com que uma grande maioriade verdadeiros retornados, que estavam habituados a trabalhar no duro, se queriam ser alguém, se tornasse em indivíduos desprovidos de vontade de trabalhar, pois se habituaram ao "doce fare niente".

Se tivessem deixado trazer mais que os míseros 4.500 Escudos e tivessem dado a cada chefe de família, que nada poude trazer, 200 contos e mais nada a não ser facultar-lhes um lar, mesmo decadente que fosse e eles o restaurassem, teriam feito disto um país próspero. Mas não, além de pagarem rios de dinheiro aos hoteis, que em situação de normalidade nunca teriam ganho o que ganharam, e, facultarem 2.000 escudos mensais a cada pessoa adulta, e de fomentar a preguiça a muito dos que vieram, de colocar a gerir o IARN pessoas inexcrupulosas e pouco idóneas, deixaram os que na realidade queriam trabalhar para si , os seus, e, para o bem comum, sem qualquer alternativa de poder fazer algo de bom. Trabalho, ninguém queria aceitar quem tivesse vindo do ultramar, não havia, os empréstimos a fundo perdido que se abriram, só eram facultados aos amigos e conhecidos e, assim o país se foi endividando.

Depois, abriram-se, e, ainda estão abertas as portas a uma emigração descontrolada. Hoje estamos cheios de emigrantes que vivem á custa de subsídios, que se trabalham é por tuta e meia, pois têm outras ajudas, ou assaltam e roubam, enquanto os nacionais que se sejeitem á mesma tuta e meia, sem outras ajudas, e, ou morram á fome, ou que se juntem aos gangs para sobreviver.

Ajudar sim, mas dentro das nossas possibilidades, com conta e medida, dada a pequenez do país e as seus frágeis recursos naturais, salvaguardando os direitos dos nacionais. Pelo andar da carruagem, ou um país próspero da CEE nos anexa, ou seremos nós ainda colonizados e absorvidos por uma das ex-colónias ou pelo Brasil. O Brasil é um país enorme, só o Estado de S. Paulo é várias vezes maior que Portugal inteiro, um país rico, com muitas potencialidades, porque então aceitar emigrantes brasileiros? Angola e Moçambique também são grandes, muito maiores que Portugal e Angola é riquissima em recursos naturais, tem um solo fertilissimo, petróleo, diamantes, ouro, ferro, etc.. Quizeram ser independentes, acho muito bem, não quizerem lá os brancos portugueses, estavam no seu direito, mas então que lutem e trabalhem no seu país, que precisa de se desenvolver, quanto mais não seja no que os brancos fizeram e lá deixaram, para fazer crescer o seu país e produzir o que produzia.


Não sou xenófoba, e orgulho-me de ter amigos que prezo, brasileiros, angolanos e até moçambicanos, minha mãe nasceu no Brasil (Manaus), meu pai, eu , meus filhos e uma neta, nascemos em Angola, tenho família mestiça que amo, mas salta á vista o descalabro da situação criada pela emigração destes países.

Então digam-me agora se o 25 de Abril merece ser festejado, se beneficiamos assim tanto com a situação que por ele foi criada para todos nós?

Somos felizes, somos livres, temos igualdade de oportunidades,temos fraternidade, ou só foi bom para alguns?

Perdoem a crueza da minha verdade, mas precisamos todos, todos, povo e governo de agir depressa ou o povo português JÁ ERA!

terça-feira, 15 de abril de 2008

A LÍNGUA PORTUGUESA


O português é uma língua rica e bela, centenária, e que foi falada em quase todo o mundo.

Com as descobertas e conquistas o português expandiu-se, pois seu povo, que é sociável e adaptável, foi povoando tudo por onde passou. Após a Républica, Portugal como país e povo foi perdendo a sua supremacia, ainda que os portugueses continuassem a ir além fronteiras, como emigrantes, e a fixar-se e constituir família, para onde fossem.

Com o Estado Novo, Portugal, com o seu isolamento, acabou por ser um país desconhecido, no mapa, pela maiori.a dos outros países, mas a sua língua, prevaleceu e continuou a progredir mundo fora.

Hoje, o português, é ainda ouvidp em todo o mundo, porque os portugueses continuam a buscar outros países para se fixarem, uma vez que Portugal foi perdendo sucessivamente as suas possessões pelo mundo. O país é pequeno e lutava com dificuldades de emprego e por conseguinte perdia o seu nível de vida, até finalizar com o 25 de Abril com a perda das suas colónias em África .
Portugal poderia ter sido um grande país, e hoje manobrar o mundo como a América, e, deixou ir por água a baixa a sua grande oportunidade. Se tivessemos sabido gerir as últimas possessões em África, poderíamos ter um novo Brasil

Tudo perdemos, mas no entanto a nossa língua prevalece, o que nos orgulha.

No entanto, hoje o nosso Governo achou, por bem, que a nossa língua que é rica em léxicos árabes , gregos, latinos, etc., deveria adoptar a língua brasileira.

Cabe na cabeça de qualquer portuguès que se preze, abrasileirar a nossa língua? O brasileiro é uma língua tipicamente portuguesa com a adopção de léxicos africanos e o sotaque de um português africanizado, serve para modificar uma língua centenar?

Seria o mesmo que chegarmo-nos ao Umbundo, Kimbundo, ganguela, cuanhama, mucancala, swaili, ou qualquer dos dialetos africanos.

O brasileiro é português modificado, o Brasil é um país novo em comparação a Portugal, portanto porque modificar a língua portuguesa? Porque não modifica o Brasil a língua para o português?

É preciso chegar ao mais baixo grau de degradação para modificar a língua de um país e, para mais para pior.
Nós podemos constactar que no Brasil existe muita mais gente a escrever português correcto do que propriamente em Portugal. Pois lêm e estudam a literatura portuguesa o que não é feito nas nossas escolas.

Isso nota-se até nas telenovelas brasileiras, em muito poucas não se faz referência aos nossos clássicos.

Eles não falam português correcto, o que é compreensível, dado que foram colonizados por portugueses, africanos (uma maioria-escravos), italianos, etc. Mas a sua base é literalmente portuguesa.

Já pensaram o que seria se a Alemanha, a França, a Bélgica, a Inglaterra, quizessem modificar as suas línguas de acordo com as das suas antigas colónias?

Certamente que isso nem passou pela cabeça dos seus governantes. Então porque em Portugal?

É o que digo, há coisas que se passam neste país, que nem ao diabo lembra.

Já se retirou das nossas escolas, parte fundamental da nossa História Pátria. Hoje muito pouca gente sabe as nossas origens, os feitos dos nossos avós, o nome dos nossos reis, a nossa glória.

A História dada nas escolas é tão reduzida e insipiente, que ninguém sabe nada.

A Literatura Portuguesa é dada por alto, até o livro por excelênciada nossa literatura " OS LUSÍADAS", já foi retirado do ensino, como poderão saber os nossos filhos o que são cantares de Amigo?

Agora vai a língua, onde ficará a nossa identidade daqui para a frente?

Por este andar, ainda que membros da CEE, deixaremos de ser um povo, um país, para ser uma colónia de férias de todos os outros.

COMO ACABAR COM O DÉFICE ESTATAL


Somos um país pequeno e com o maior número de Ministérios, porque não diminuí-los? Não só diminuir em número, mas tambem em quantidade de elementos que os formam e começar a preencher os lugares absolutamente necessários ao bom funcionamento dos mesmos com qualidade.


Porque não voltar á forma antiga de preencher certos trabalhos que são contratados, com pessoal próprio? A exemplo: a limpeza. Se em vez de se pagar a uma empresa, que vai buscar aos cofres do Estado cerca de dez vezes mais do que paga aos seus funcionários, e contratassem pessoal a termo certo? Se se comprassem os produtos de limpeza directamente, fazendo uma estimativa dos gastos diários, comprando mensal ou anualmente tais produtos e estes fossem distribuidosde forma honesta e correcta ao pessoal que os utiliza? É claro que teria de haver um responsável por esse pessoal que fosse, além de bom trabalhador/a, exigente e profissional, assim como um honesto e recto gestor de economato.

Exigir de todo o pessoal de gabinete um gasto correcto dos materiais á sua disposição, papel, quer de escritório quer de mãos e WC, canetas, tintas para impressoras, etc..

Se tudo fosse supervisionado, haveria menos gastos "grão a grão enche a galinha o papo".

Menor número de funcionários por Ministério, maior responsabilidade, mais e melhor serviço a prestar.

Não haveria pessoal jogando , horas e horas na Internet em vez de pôr o trabalho em dia. Não quer dizer que um pouco de lazer para relex não ajude, mas em primeiro lugar o trabalho, para isso são pagos.

O Estado pouparia e o povo ganharia com isso, pois o pessoal teria os seus trabalhos em dia e o povo não perderia tempo em espera nas repartições estatais para tratar dos seus assuntos.

Até haveria tempo para que os assuntos directamente ligados aos Ministérios fossem tratados atempadamente, que seria considerado record e não demorando meses e anos, como é hábito.

Depois há ainda uma despesa que se pode considerar desnecessária e completamente descabida, a despesa que todos os governos, novos, fazem ao tomar posse. Todos gostam de mudar os seus gabinetes, para quê? Mudam móveis, decorações, etc.

Isso é necessário? Quando trabalhava, também gostava de mudar o meu gabinete, mas fazia-o eu própria, sem gostos e com o que já havia, pois o novo visual do ambiente ajuda a combater o stress, mas não é absolutamente necessário fazê-lo com despesas.

Outra medida, seria acabar com o serviço adjunto á cafetaria. Servir cafés sim, mas somente cafés, tudo o resto que os funcionários pretendessem, seja qual fôr a sua categoria, sairia de seus próprios bolsos, para isso tem o seu salário e subsídio de refeição.

Se formos a ver, em qualquer empresa particular, por maior que seja, não se serve senão café.

Diminuir o número de carros e motoristas por Ministério (dois para cada um), pois todos os Secretário, Adjuntos e Chefes de Gabinete possuem carta, carro, podem muito bem ir para o trabalho ou nos suas viaturas, ou não querendo, em transportes públicos, para saberem dar o devido valor aos mesmos e ao que sofre o povo.

Tudo isto são pequenas coisas, para não falar nas maiores, e dirão os nossos governantes, tudo isso são migalhas; nem tudo é infimo, por exemplo a diminuição de Ministérios e gabinetes/ em termos de pessoal, menos salários. Tudo o resto são realmente pequenqs economias, mas que juntas somam muito. Como atrás foi dito "grão a grão enche a galinha o papo", e, é isso que os nossos cofres de Estado estão a precisar.

Para diminuir o défice das contas do Estado, tudo é necessário fazer e todos devemos contribuir para isso, não é só tirar o pão a quem dele precisa, ao povo.

Os elementos do governo, quer queiram quer não, são parte do povo português, não devem dele se dissociados e como tal devem contribuir.

Agora ainda querem renivar a frota dos senhores deputados, para quê? Num país á beira da ruina, onde até ás gorgetas dos empregados de mesa querem cobrar impostos para mostrar ao Banco Internacional que estão a fazer dinheiro, vão aumentar as despesas do Estado com uma nova frota? Se os carros dessa frota fossem unicamente para serviço e não para passeio dos senhores deputados, famílias e seu staff, teriam um período de duração mais longo e não seria preciso renová-lo tão amiudadamente. Os carros do Estado deveriam ser somemnte para serviço e ao fim do dia recolhidos nas garagens até ao novo dia de trabalho. Assim se fazia no tempo da outra senhora e assim é que deveria ser sempre, pois o povo já está farto de tirar á barriga para encher os bolsos do Estado e este o desbaratar com despesas absolutamente desnecessárias e descabidas.
Senhores Ministros, quem está a suportar todas estas despesas é um povo que já nem sangue tem para uma pequena transfusão quanto mais para uma de grande dimensão. Senhor Primeiro Ministro, já não acha que as sanguessugas, que o Governo criou para reanimar os cofres do Estado, já estão bastamente alimentadas? Quer levar o povo a um suícidio colectivo?, que é só isso que lhe falta, pois já não pode cortar mais ás suas despesas normais. Ainda quer o Governo fomentar a natalidade. Como irão os jovens casais alimentar e dar a seus filhos a devida instrução se não ganham nem para pagar a renda da casa? Já verificou Sr. Primeiro Ministro que o parque habitacional, ou cai de podre, porque não há dinheiro para reparações, ou cai de podre por falta de quem compre. Os Bancos já estão sobrecarregados de dívidas de quem se aventurou a comprar casa com empréstimo bancário, porque o desemprego aumenta e aqueles que pensaram poder um dia ter a sua casa, hoje veem-se obrigados a deixá-la pois não ganham para a pagar, pois ficaram sem o seu trabalho, não veem hipótese de arranjar outro e o que por vezes encontram é insuficiente para suportar os encargos normais de sobrevivência.

Somos todos iguais e, como tal o sol nasce e põe-se para todos de igual forma.

Temos todos o dever de devolver aos nossos filhos, netos e bisnetos, um país digno do que os nossos antepassados nos deixaram.

Fomos na nossa pequenez, grandes, levamos ao mundo o nome e a língua portuguesa, é nosso dever como seres humanos e pensantes de, pelo menos, já que não soubemos manter o que tinhamos, manter parte da nossa identidade e dignidade como povo.
Mas tudo isto pode ser feito com a contribuição de todos, sem excepções, e é o Governo quem deve dar o exemplo.
Pelo andar da carruagem, só restará ao povo ver-se abordado na rua em nome da lei, para lhe esvaziarem os bolsos dos trocos que ainda lhe restarem, pois nada mais há para espremer. Qualquer dos Senhores Ministros ou mesmo deputados, experimentem viver um mês com o ordenado mínimo e pagar tos os impostos que aqueles que o tem de fazer ano após ano, ou mesmo com as reformas mais baixas, e, depois digam com justiça se é vicer.!

segunda-feira, 14 de abril de 2008

O QUE É A POLÍTICA E O MEU PAÍS


O que é a política?
Segundo diz o dicionário de língua portuguesa, é a arte de governar um Estado e que quando verdadeira é honesta. Ainda diz que é esperteza, finura, cerimónia e cortesia.
Na verdade todas as definições em conjunto,(arte de governar, esperteza, finura, cerimónia e cortesia) caracterizam com rigor a política.
Com política se estão governando Estados, governos de esperteza(procurando enganar os povos), com finura (com falinhas mansas), com cerimónia (muita, festejando e celebrando obras que enganam os papalvos), com cortesia (fazendo crer que é tudo pelo melhor do povo).

Ora vejamos, a quando da época das eleições, os políticos reconhecendo as mais prementes necessidades da população, prometem melhorar tudo, o sistema de saúde, a instrução, o desemprego, as reformas, etc.

Após as eleições, todas essas promessas ficam para segundas núpcias
Na saúde, cada vez está mais difícil ter umaconsulta, ser operado, ir ao dentista, ao oftalmologista e por aí fora.
As pessoas mais necessitadas, deficientes, crianças e velhos, têm cada vez menos acesso a especialistas, medicamentos e próteses
Agora até se paga taxa de consulta e internamento.

Fecham-se hospitais e urgências, quando se tem conhecimento de que as populações mais desfavorecidas, no interior do país, as rurais, não possuem meios de deslocação nem posses para irem a consultas de rotina,quanto mais de urgência ou fazer exames e quejandos, que cada vez estão mais longe das suas áreas residenciais.
E a instrução? todos sabemos que vai de mal a pior. Sim, digo instrução, porque o nome do Ministério está errado, educação é completamente diferente do que o Ministério gere.
Os professores hoje em dia, além de mal pagos, os que se podem chamar de professores- posto que alguns nem o curso completo têm ou não têm vocação para exercer. são professores porque estudaram, aprenderam, mas não estão vocacionados nem sabem ensinar
Ser professor, requer qualidades de ensino, requer profissionalismo e gosto pedagógico para ensinar, de outro modo, serão simples oradores, máquinas, perante um público forçado a ouvir mas que não em entende.

Há cinco profissões que requerem amor á arte, sem preço e sem tempo; ser pai/mãe, para seber dar educação, ser padre, para saber levar os ensinamentos de Deus a bom caminho, ser professor, para saber ensinar,e, ser médico, para saber curar. Sem vocação e amor, estas profissões nunca poderão nunca darão bons frutos, os seus profissionais nunca serão bons pais, bons educadores, bons ministros de Deus e inculcar os ensinamentos de Jesus e formar cristãos, ensinar e despertar as mentes virgens de conhecimento, ser bom m´edico e sarar feridas visiveis e invisiveis.
A política senão for exercida com honestidade e profissionalismo, a sua acção será nefasta.
Em tudo o que se faz, até mesmo em política, é preciso ser-se bom no ramo e honesto, pondo o interesse de quem depende da nossa profissão acima de tudo. Até mesmo nas profissões, consideradas de menor responsabilidade senão forem executadas com profissionalismo e rectidão, serão sempre mancas, faltando-lhe consistência, portanto mal executadas.

Assim, também na política, todo o político deve ter em conta o bem da Nação e por conseguinte do seu povo.

Nós criticavamos Salazar por nos deixar na ignorância e á fome.

Mas o que é certo é que ele foi, no seu minister um bom político. Ele pegou no País quando estava á beira da bancarrota. Como bom estadista e bom economista, exigiu como hoje, muito do povo, mas exigiu e cerceou igualmente o governo. Cortou em tudo, não só em parte. Levantou o país e quando acabou deixou o Estado em situação financeira confortável, que após o 25 de Abril, se tivessemos tido bons políticos, seriamos agora um Estado á altura de uma Bélgica, que é um país

pequeno mas próspero.

E o que fizeram os nossos políticos? Delapidaram o património deixado, desbastaram as ajudas que poderiam ter consolidado mais a nossa economia, ignoraram a potencialidade humana vinda de Àfrica e colocaram o nosso país na penúria que se vê e que ninguém consegue levantar, porque não há ninguém dentro dos actuais políticos quem esteja á altura de o fazer.

Dizem, tínhamos dinheiro, mas não tínhamos liberdade. Qual liberdade?

Liberdade de expressão, liberdade de nos afirmamos como povo na CEE, liberdade de acesso ao ensino em todos os sectores sociais, não temos a PIDE.

Onde está a liberdade de expressão? No contínuo entrar na vida privada de cada um, até ter telefones e telemóveis sob escuta? Na critica, com e sem verdade, da vida das ditas celebridades, para publicar notícias de sensação e televisioná-las para vender mais e ter mais audiências, mesmo que fossem verdades, está-se entrando na privacidade das pessoas o que é crime, e o que interessa toda essa fofoqueirice perante a situação critica em que vivemos?

Acesso ao ensino para todos? Com as propinas e livros ao preço que estão?

Somos membros da CEE? Só de nome, pois emqualidade de vida nem aos calcanhares chegamos.

Liberdade sim, para o consumo desregrado de droga, a proliferação da Sida, para a desconfiança e a insegurança. Pois onde há fome, ainda que escondida, há crime, há insegurança.

Salazar só fez mal em três aspectos: Ter estado no Governo tempo demais, ter-se rodeado de elementos inúteis e sedentos de poder para fazerem o que lhes aprouvesse (Pide e etc.) e não ter dado mais autonomia e acesso ás ex-colónias.

Os políticos não se cansam de dizer que o povo é soberano. Se é soberano é patrão do Estado, para tal trabalham e pagam para os salários do Chefe do Estado, Ministros, Secretários, Secretários dos Secretários, Adjuntos e outros que tais.

Se é soberano, porque é que o simples mortal pode viver (incluindo a famália) com um salário mínimo e um Senhor Ministro não pode viver com dez vezes esse salário, revertendo tudo o mais para os cofres do Estado?

Porque o Sr. Ministro tem de se deslocar ao estrangeiro de quando em vez? Mas ele leva todas as despesas pagas pelo Estado, lrva ajudas de custo, prendas pagas pelo Estado, comitiva (que podia ser mais reduzida) com desliocaçaõ e todas as despesas pagas também pelo Estado, onde está então a razão de um salário tão dispar?

É certo que no tempo de Salazar não havia muitas destas despesas, por isso estavamos isolados, não havia tantos contactos externos,(não estavamos no CEE), o que era errado, pois precisamos de viver com e de acordo com a nossa situação na Europa e no Mundo, mas não é razão para uns encherem os bolsos e outros morrerem de fome, os que tudo isto pagam.

É bom estar no poder e viver á grande, mas tudo seria melhor se houvesse conta e medida e se a política fosse honesta.

Porque será que os políticos, após deixarem o Governo, são nomeados para grandes cargos com salários principescos, por vezes maiores que os do Chefe de Estado? Será porque na política aprenderam a esperteza, fineza, cerimónia e cortesia que já não a podem dispensar?

Francamente, isto não lembra nem ao diabo.

Deixem-me desabafar, a amargura que sinto pelo país a que pertenço e amo e no que ele caiu.

O 25 de Abril continua a ser uma farsa completa. Onde está a Democracia a Igualdade e a Fraternidade?

PERDEU-SE!!!


segunda-feira, 31 de março de 2008

COMO VAI A INFORMAÇÃO NO MEU PAÌS

Sou uma pessoa que sempre pretendeu estar actualizada e informada em assuntos uteis e de interesse. Leio muito, tanto que a munha familia diz que eu não leio, mas devoro livros. Por sistema, gosto de ler qualquer livro, posto que, só assim poderei descernir o bem do mau.

Mas há muito que deixei de ler jornais, uma vez que o jornalismo, a exemplo do jornalismo mundial, virou, jornalismo sensacionalista, feito, de escândalos e fofocas, de mau cariz e mau português, que em nada interessa ou dignifica a profissão, que não elucida a população e em nada pode interessar ao leitor que seja mais ou menos evoluído.

Também gosto de ver televisão, mas até esta se está tornando uma informação jornalística em tudo identica aos jornais, passando as notícias sensacionais, vezes sem conta, adoptando programas de entretenimento, com debates sobre a vida, escândalos, festas, namoros (inventados) , modas, etc., de figuras públicas, colonáveis, que em nada interresam, a não ser aos próprios, que se devem sentir até lesados vendo as suas vidas, com verdade, ou muitas das vezes sem ela, postas a nú em público, por vezes comentadas por pessoas que melhor fariam se pensassem antes nas suas vidas do que nas dos outros.

Mais parece que, tanto o jornalismo como a televisão se revêm nos debates da Assembleia da Républica, onde os debates sobre os assuntos que deveriam interessar a todos nós, descambam sempre para querelas pessoais, onde se trata de tudo menos dos interesses dos portugueses, e, estes, claro cada vez vão passando pior, porque os políticos continuam cada vez que mais interessados em "lavar roupa suja" ou " em querer fazer prevalacer os seus pontos de vista, ainda que estes não sejam a bem do povo, do que a discutir e chegar a um consenso sobre o que melhor será para o país e para quem nele trabalha e vive o povo.

Meu Deus, será que estamos a chegar a um tempo em que a única coisa que pode interessar a um povo que já teve um passado glorioso, será a frivolidade e o "deixa andar que já suportámos o que havia a suportar" ?

Pois eu preciso mais como tantos mais como eu. Preciso de voltar a ter o sabor de viver dignamente, de me poder cultivar, de poder dizer que pertenço a um povo que é cristão, que faz como Jesus disse: Quem nunca pecou que atire a primeira pedra.

Preciso de saber que somos o povo que vice e deixa viver, pois os actos de cada um só eles mesmos o podem qualificar de maus ou bons de acordo com a sua consciência.