quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

CRISTIANISMO


Digam-me agora se tenho razão ou não, quando digo que não quero professar religião nenhuma.


Ainda há dias deu a notícia de que os padres passariam a cobrar por missa 10 euros, para fazer face á crise.


Quando Cristo andou pelo mundo, pregava, curava e atendia todos de graça, Ele mesmo disse que " o que recebestes de graça, de graça dai". Como pois é possível crer numa religião que se diz Cristã, que cobra Missas, Baptizados, Casamentos, Extrema Unção e Enterros? Arrogando-se ainda o direito de aumentar preços!


Sendo a igreja mais rica do mundo, bem pode sustentar os seus párocos e dar grátis a Palavra de Deus e tudo o resto, Cristo nunca pediu nada, nada lhe faltou e muito menos cobrou fosse o que fosse.


Antigamente os padres viviam do que os paroquianos lhes davam, esses sim eram padres, que tal como os médicos, davam por Amor á sua profissão. A Palavra de Deus é Amor puro, Ele só deseja que o mundo viva em Amor e o Amor não tem preço. Por isso vemos o mundo a deslizar cada vez mais rápido para o descalabro, vivendo no materialismo, na maldade no desamor, no interesse por acumulação de bens materiais que não levam a lado nenhum a não ser para o declíneo e destruição.


Não sou apologista da regra que nos foi impingida pelo clero de que o dinheiro é a razão de todo o mal, o mal está em ter amor ao dinheiro.

Por isso é que o mundo está um descalabro. O ser humano está desumanizado, frio, calculista, deixou de ter como meta o Amor de Deus, o amor ao seu semelhente, vive unicamente para atingir a maior meta do materialismo.

Tornou-se um materialista, não olhando a meios para atingir os seus fins, um ser completamente virado para a maldade, esquecendo a sua origem divina, aquilo para que foi criado, para evoluir espiritual e mentalmente, de forma a atingir a finalidade única e verdadeira, que é o Amor que pode governar da única forma construtiva e universalmente pacífica, pois Deus é Amor e quer dar e receber de todos o mesmo Amor. Temos de nos reciclar e voltarmo-nos para o nosso interior, a nossa alma, o nosso espírito, para podermos de novo reencaminharmo-nos para o destino que Deus nos reservou, a Sua essência, O AMOR!

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

O QUE É SER CRISTÃO


Eu era uma pessoa muito católica, estudei num colégio de freiras, ia á missa diariamente, praticava a visita duas vezes por semana à cadeia e outras duas vezes à casa de velhos colonos que se achavam acamados e sem ninguém. As minhas visitas serviam de lenitivo e essas pessoas o que para mim era gratificante, por sentir que lhes era útil e que agradava a Jesus, que isso pregou.
Depois, a vida foi-me ensinando que aquilo que ouvia pregar pelos padres, era simples verborreia, posto que eles e os que eu pensava serem exemplos cristãos, nada faziam na vida real para minorar as vicitudes da vida e ajudar o próximo. Assim, procurei resposta em quase todas a religiões, todas ensinavam o mesmo, fazer o bem sem olhar a quem, não prejudicar o próximo, viver com lisura, enfim os mesmos ensinamentos de Cristo, mas nenhuma me satisfez, posto que o que a boca diz e o coração não sente é simples retórica e de nada serve.

Resolvi então seguir os ensinamentos de Cristo tal como Ele os ensinou, sem qualquer ligação a religiões e muito menos a igrejas.
Basta vermos que a religião católica é a religião mais rica, monetariamente, do mundo e nada faz para minorar as desgraças do mundo, basta ver as crianças dos países do 3º mundo, que morrem á fome e que a riqueza do Vaticano continua a crescer. Mas isto não é só na religião católica, há outras fazendo o mesmo.
Veja-se o que se passa na maioria dos países ditos cristãos, onde prolifera a mendicância, a fome e a exploração do homem pelo homem. Estamos no século XXI, mas muitos ainda se sentem a viver no feudalismo. Evoluimos, mas a maioria de forma errada, em vez de crescerem em espiritualidade, cresceram em ganância, luxuria, maldade e em sonhos de grandeza, quer monetária quer pessoal. Ninguém é mais do que ninguém, todos somos filhos de Deus, todos nascemos da mesma maneira,todos acabaremos de igual modo e nada, nada do que pensamos ter alcançado levaremos para omoutro lado, fica cá tudo.
Vejo pessoas a irem á igreja, bater com a mão no peito e que cá fora são capazes das maiores atrocidades contra o seu semelhante. Capazes de nunca perdoarem, capazes de, para atingirem os seus fins, de trairem, de humilharem e ainda se sentirem os maiores do mundo.

Cristo nunca foi rico nem quiz riquezas, a não ser as espirituais, ajudou quem dele se aproximava, matava a fome física e espirital a toda a gente, sem requerer pagamento dos seus actos.
Mandou perdoar a toda a gente, abençoar os que nos ofendiam, orar pelos pobres de espírito e
deu a entender que Deus perdoa infinitamente, por isso nós que somos imperfeitos deveremos perdoar setenta vezes sete. E o que vemos na verdade? A falta de perdão, a humilhação sem limites , a que se arrogam pessoas, que detem o poder e a riqueza, sobre os seus sobordinados, sem qualquer respeito pelo ser humano, porque se acham senhores do mundo.

Ora, seguindo as leis de Deus e os ensinamentos de Cristo, eu faço, os possíveis e por vezes os impossíveis por me manter fiel a Deus e Cristo, ajudando como posso os outros, evitando o máximo falar da vida alheia, e muito menos prejudicar seja quem for, o sol quando nasce é para todos, ninguém é melhor que ninguém, Todos vimos ao mundo com uma missão e há que cumpri-la sem ter que pisar, humilhar ou tirar o pão seja a quem for ou a que pretexto for, às vezes, senão a maioria, as pessoas menos letradas são as mais sábias e que nos merecem mais respeito, porque sabem dar valor à vida, sabem portanto respeitar os outros.

Ser Cristão é isto mesmo, respeitar todos de igual forma, saber perdoar e ajudar nos momentos em que a ajuda é necessária. Não é amealhar, ufanar-se do que possui e calcar com palavras e quejandos os menos desfavorecidos, é aos humildes que pertence o reino de Deus, não aos arrogantes e vaidosos da suas posições.
Amemo-nos se queremos ser amados, respeitemos se queremos ser respeitados, saibamos ser cristãos e não simples membros de uma seita.
A passagem nesta vida é curta para que possamos ter tempo de a corrigir nesta passagem, e neste mundo, mais tarde ou mais cedo tudo tem retorno e o mal que hoje façamos ,ámanhã poderá tocar-nos á porta de uma forma ou de outra, por isso tanta gente chora, tarde de mais, perguntando a Deus porque tal mal lhe cai em cima, esquecendo-se que não foi Deus que lhe enviou o mal, mas sim o que eles semearam toda a vida.



segunda-feira, 3 de novembro de 2008

MULHERES OU AVESTRUZ?


Sou mulher, mas tenho o orgulho de me sentir como tal , mas com letra grande. Porque existem mulheres que nem merecem ser chamadas de mulheres, pois uma vez que se encontram "abandonadas" pelo objecto daquilo que pensavam fosse o seu complemento, acham que a vida acabou, não só para elas, como deverá acabar igualmente para eles.

Assim, fazem drama de tudo e com tudo, para satisfazerem o seu ego doente, acabando por viver um inferno. O pior de tudo é que fazem também um inferno a vida de quem calhou viver com elas e que ao acordarem se resolveram a mudar de vida, para a poderem viver, deixando-as. Mas a verdade é que essas damas vivem obsecadas, sentindo-se donas do mundo que ansiaram e julgaram criar, e, não aceitam de modo algum o terem sido preteridas.

O pior de tudo é que usam e abusam. infelizmente, do facto de terem filhos, para infernizar a vida de quem teve a desdita de as ter conhecido e com elas viver, casados ou não, não interessa o facto, e por acrescimo fazem da vida dessas crianças igual inferno, com as disputas, com as birrinhas, com as proibições, etc.

Mulher que é MULHER, não tem mais é que aceitar que se não se dão bem o melhor para todos, até para os filhos, é a separação sem restrições nem vinganças.

A vida continua e, se não deu á primeira, há que tentar e corrigir os seus próprios erros de molde a que resulte na próxima vez. Mulheres há muitas assim como homens, há que saber ser mulher, fazer uma rectrospectiva e pesar os erros de ambos os lados e tentar corrigi-los.

Um casal separado que se saiba comportar com dignidade e justeza, pode respeitar o seu ex de modo a deixá-lo viver a sua vida, vivendo a dela com a mesma dignidade, deixando seus filhos. pelo menos, ser felizes buna vida repartida entre os dois progenitores. Assim os filhos aprenderão a amar e respeitar seus pais e sua opção de vida.

É com atitudes abertas e sensatas de respeito humano que se conquista a felicidade, a paz de espírito e o respeito e admiração de nossos filhos. É com tolerância , compreensão e espírito aberto que se consegue a felicidade e criar filhos de que nos orgulhemos ámanhã. Eu não estou falando de ânimo leve, pois sou também uma mulher divorciada, portanto com conhecimento de causa.

Mulheres saibam ser MULHERES, levar a vida para a frente com dignidade , sem ressentimentos, sabendo olhar de frente para os vossos erros, tentando corrigi-los e tentando sobretudo, não culpar os outros do que certamente sois vós as únicas culpadas, preservando os vossos filhos de atitudes e actos que em nada vos dignificam e, que os podem prejudicar grandemente.

Quando tiverdes de enfrentar situações de separação, tendo ou não razão, saibam ser altruistas e generosas pois essa actitude sá vos dignifica e fortalece para serdes olhadas como gente, como humanas e seres racionais.

Não façam como a avestruz que quando captam uma contrariedade escondem a cabeça debaixo da terra, sejam aquilo para que a mulher foi feita, para amar, perdoar, compreender e pesar as suas acções de molde a não vos prejudicar e muito menos a terceiros.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

SERÁ ENGODO PARA NOVAS ELEIÇÕES?



O ano passado foi-me enviada, pela Assistência Social, uma carta em que me informavam que havia um subsídio para os reformados e que para mais informações me dirigisse áqueles serviços na minha área de residência. Cética, lá fui eu. Mas segundo me foi informado, como eu nessa altura estava a receber de reforma 310 Euros, portanto mais 3 Euros do que o limite para a atribuição daquele subsídio que eram 310 Euros, não tinha direito ao mesmo.

Este ano em Julho, foi-me novamente enviada uma carta daqueles Serviços, informando-me de que, se não tivesse uma reforma de 400 Euros , poderia habilitar-me ao SIC ,"Creio que se chama subsídio de inserçãp Social". Lá fui eu aos Serviços sociais da minha área, Desta vez não em Corroios, mas a um destacamento, em carrinha, no Seixal

Preenchi os papeis, foi-me dado um recibo de entrega, e, fiquei a aguardar uma resposta. Ao fim de dois meses, fui saber se já havia alguma resposta, Foi-me informado que teria de aguardar uns meses mais, pois tudo que haviam recebido para esse efeito, tinha sido compilado e catalogado por ordem alfabetica, e como eu começava por "M" ainda teria de esperar mais uns meses.

Acho que, quando o Governo decreta medidas Sociais para minorar as dificuldades financeiras dos utentes mais carenciados, estas medidas devem ter prioridade e ser executadas com a maior brevidade, posto que, os velhos que hoje recebem a sua magra reforma, já foram jovens ontem e



tinham de pagar as suas contribuições a tempo e horas, portanto é a tempo e horas que devem receber as suas beneces e não depois de morrer. Porque, vejam a minha situação por exemplo: tenho 322 Euros de reforma, já estive hospitalizada duas vezes, tenho medicamentos que não posso deixar de tomar, tenho uma dívida á Segurança Social que estou pagando dentro das minhas fracas posses, (dívida que moralmente me não acho devedora), tenho despesas a que me não posso esquivar, se quero viver dignamente, ainda o mês passado além dos medicamentos habituais, tive de pagar 37 Euros por vitaminas que não têm contribuição do Estado, porque havia perdido 13 quilos num mês e a minha médica achou que mos devia receitar, fora outros extras que podem não ser todos os meses mas que aparecem.

Então porque se faz alarde de uma medida, com publicidade na TV e tudo, para ajudar os velhos se não veem? Estamos fartos de promessas que não são cumpridas.

Eu pelo menos já estou saturada delas, pois quando vim de Angola em Novembro de 1975, como já não tive tempo de trazer os meus papeis como funcionária publica, ainda que aqui tivesse a minha Chefe D. Maritana Bráleo, pois estava a trabalhar no ERA (Extensão Rural de Angola), não fui reclamar a minha inserção no Estado, fui honesta, pois podia ter feito o que muitos fizeram que forjaram documentos. O tempo que trabalhei em empresas particulares não me foi contado porque não havia Caixa em Angola, mas sindicatos para os quais pagávamos para termos assistência médica e outros, como se a culpa fosse minha, quando se havia Caixa do Estado deveria haver Caixa para os outros como cá, não era tudo Portugal? Além de que o Sr. Comandante Ponces de Carvalho que nos foi visitar ao Calai, onde estávamos sob protecção Sul-Africana, fez promessas que nunca foram cumpridas.

Como quer o Governo Português que acreditemos nas suas promessas e boa vontade se nada se vê do que é prometido pelas eleições?


Senhores governantes, estamos todos atravessando uma crise grave, é altura de se porem as cartas na mesa e tentarmos ser honestos e verdadeiros, já chega de lançar poeira para os olhos do povo, e de lhes acenar com lenços brancos em farrapos. Já somos todos adultos para cairmos no engodo do rebuçado que se encontra na montra e a que nunca chegaremos.




sexta-feira, 26 de setembro de 2008

REFLEXÃO - CONTO





QUANDO A IDADE PESA





Ela ainda se lembra dos seus vinte poucos anos, era engraçada, portanto era muito pretendida, mas tinha já três filhos, duas meninas e um rapaz. Passava muitas dificuldades para criar as três crianças, trabalhava muito, mas tinha de o fazer, pois as crianças não tinham culpa de ter vindo ao mundo, a culpa era dela.

Dois dos seus filhos eram filhos de um casamento que havia falhado, a filha mais nova era filha de um amor que tivera e que não dera certo, muito embora ela gostasse ainda dele.

Por motivos alheios á sua vontade, e, porque a segurança e sobrevivência de seus filhos assim o exigisse, pois se encontrava desempregada, mandou a filha mais velha para o pai, até refazer a sua vida, e os dois mais novos ficaram entregues a uma senhora de idade e á madrinha da mais nova, que por sinal era também sua tia.

Conseguiu arranjar trabalho, ainda que mal pago, mas que dava para sobreviver. Mais tarde, com a ajuda de amigos, conseguiu um bom emprego e então tentou regularizar a sua vida, mas, nesse entretanto, mandou vir a filha mais velha para junto de si, mas a senhora que tomava conta dos mais novos, num momento de loucura matou-lhe o filho varão, ficando a mais nova entregue á madrinha, senhora que vivia bem. Como ainda não podia subsistir com as duas meninas, deixou ficar a mais nova á madrinha, que não tinha filhos e lhe estava a dar uma vida que com ela nunca poderia ter.


Tentou dar á filha mais velha uma educação esmerada e uma instrução que lhe permitisse ámanhã ser alguém. Como esta filha era rebelde e pouco amiga de estudar, ela pensando que este facto se devia a ter pouco tempo para lhe dar, uma vez que trabalhava muitas horas, até internada a pôs num colégio. Mas o azar estava de novo espreitando e teve de a tirar do colégio porque estava de novo sem trabalho.


Voltou a arranjar trabalho bem remunerado onde podia dar mais atenção á filha, mas esta não quiz estudar e como na altura já tinha 14 anos, pô-la a trabalhar, o que seria para ser só durante as férias escolares, e que acabou por ser quase definitivo.



Tentou o mais possível nunca a castigar com pancada, coisa que só o fez uma única vez, não lhe faltando com nada e fazendo sempre com que as seus desejos fossem satisfeitos, dentro do possível.

Passados dois anos, a filha quiz casar, para evitar males maiores, deu-lhe o seu consentimento.

Casou, teve filhos, e quando a mãe precisou, acolheu-a, mas sem grande entusiasmo.

Aquela mulher, continuou a trabalhar, teve bons empregos, ganhou muito, mas tudo gastou com a filha e netos.

Hoje, continua a viver com a filha, mas esta cada vez se afasta mais da sua mãe não perdendo uma única oportunidade para a diminuir, a rebaixar e a humilhar.

Como precisa, pois a sua reforma é pequena, vai calando e suportando tudo, sempre de cara alegre, muito embora, por vezes, já de tão saturada estar, expluda e nas piores ocasiões, mas são raras estas explosões, se tanto duas vezes ao todo.

Para evitar estas explosões, isola-se, só já fala se lhe dirigem a palavra, mas vive triste porque sabe que tudo na vida se rege pela Lei do retorno.

Hoje está velha, na idade, pois é lúcida e mais sábia com a escola da vida, nunca deixou de se actualizar em todo o sentido da palavra, mas sua filha e seus netos caminham a passos largos para a mesma velhice, tudo o que eles sabem já ela aprendeu e guardou nas suas memórias há muito.

Por milhares e milhares de anos, os velhos eram os patriarcas e os conselheiros da humanidade, somente hoje é que a idade é desvalorizada, por isso mesmo vivemos no caos que se vê. Mas o tempo e a vida acaba sempre por dar razão á velhice, só é pena é que por vezes já é tarde de mais.


Os nossosfilhos esquecem-se de que os anos vão passando, a idade vai avançando, o que era novo ontem é velho ámanhã. Eles também caminham para a velhice, para o final da vida e o que hoje fazem a seus velhos pais, ámanhã poderão seus filhos a fazerem-no também, ou pior, pois tem-se visto que com o andar dos tempos a gratidão e o amor vão-se desvanecendo. Que Deus os proteja e acorde os sentimentos nobres que se foram perdendo.

Precisamos de um mundo melhor, precisamos de despertar o amor pelos outros, os que estão perto e os que nada nos são. Pois só o amor pode salvar a humanidade. DEUS É AMOR, por isso nos perdoa todos os desmandos que nesta vida vamos fazendo. Já Jesus disse que o homem deve perdoar setente vezes sete, pois Deus perdoa-nos uma eternidade de vezes. Todos somos pecadores,não existe um único justo no mundo, portanto porque não perdoar ao que nos ofende?Porue não darmos o amor que existe, porque Deus o implantou, no nosso coração com liberalidade e prazer? O mundo seria melhor.
















































quinta-feira, 14 de agosto de 2008

EMIGRAÇÃO E SEGURANÇA


Continuamos com as portas abertas, sem qualquer controlo, para a emigração.




É certo que os portugueses foram e continuam a ser emigrantes, pois no nosso país as condições de vida são miseráveis, mas é certo também, que os emigrantes portugueses são considerados, com raras excepções, bons trabalhadores e acatam as leis dos países para onde emigram. Até porque se assim não fosse seriam repatriados.




No entanto, aqui abriram-se as portas á emigração, mas não se tem o devido controlo naqueles que para aqui vieram, sejam de onde vieram, muitos estão, senão a maioria, ilegais e são o que de pior esses países têm.




O nosso país, além de pequeno, está atravessando uma fase em que os próprios naturais se vêm em dificuldades para sobreviver com decência, quanto mais para albergar emigrantes legais e ilegais, que aqui vêm para ou melhorar a vida ou simplesmente para provocar distúrbios e diatribes de toda a espécie.




Portanto, acho que o nosso governo, não só para salvaguardar o seu próprio povo, como para salvaguardar aqueles que realmente vieram para trabalhar e ganhar a vida, o dever de controlar as entradas da emigração, só permitindo a entrada a pessoas que já venham com trabalho garantido, ou, que ao fim de um tempo determinado, tenham arranjado trabalho que possa garantir a sua estadia, sem prejuízo para o estado e para os naturais, que sejam na realidade pessoas válidas e honestas, trabalhadoras e respeitadoras das leis do país, caso contrário, seriam


obrigatriamente repatriadas.




Se assim o não fizerem estarão fomentando a insegurança que se tem visto nos últimos tempos, quer em roubos, assaltos, homicídios, sequestros e quejandos, e, acima de tudo apelidados de xenófobos, como agora com a morte de um assaltante brasileiro, armado e disposto a matar.




Isto já para não falar das chamadas máfias do leste, que aqui se instalaram e têm feito trinta por uma linha.




Então Senhores Ministros, podem responder-me dando-me uma resposta sincera e aceitável para todo este descalabro?




Existem 400 e tal mil desempregados portugueses, não falando dos que ainda virão a juntar-se a estes milhares, com o andamento da carruagem, como então deixar entrar tudo e mais alguém, sem se tomarem medidas de precaução em relação á idoneidade e propósitos de quem entra?




Para desordens já não nos chegavam os ciganos e alguns dos africanos? Ainda temos de juntar-lhe mafiosos e ladrões homicidas ?








domingo, 29 de junho de 2008

COMO VAI A SAÚDE NO MEU PAÍS



A saúde está doente neste país.

Há já algum tempo que meu genro se queixa de dores fortes no estomago, foi ao médico fizeram-lhe exames e diagnosticaram-lhe uma hernia estomacal., medicaram-no e ele tem seguido á risca os tratamentos recomendados.


Anteontem teve dores fortíssimas durante a noite e de manhã foi ao SAP para o medicarem. Com as queixas que ele apresentava, mandaram-no ir ao hospital de Almada "Garcia de Horta", depois de la ter estado desde as nove e meia da manhã, até ás oito da noite regressou a casa com nova medicação, não tendo sequer sido feita uma endoscopia.


Hoje de manhã, como não tivesse dormido a noite toda com dores, chamamos a casa o Alerta médico de que somos assinantes. A médica que cá veio vê-lo, depois de ver a medicação que lhe deram no Hospital e após perguntas e analisá-lo, e, como não tinha meios para lhe fazer um exame mais municioso, pois pelas queixas achou tratar-se de uma apendicite, escreveu uma carta para o hospital e mandou-o ir lá novamente.


Chamou-se a ambulância para o levar, isto eram umas dez e meia da manhã, são neste momento seis horas da tarde e recebi um telefonema de minha filha dizendo que ainda ficaria no Hospital mais um tempo porque o marido iria ser operado ao apendice.


Ora se os médicos que o atenderam ontem, tivessem sido profissionais competentes, teriam feito de imediato todos os exames possíveis para lhe fazerem um diagnóstico correcto.


É assim que muita gente morre de uma apendicite aguda no século XXI, deixando o doente a padecer dando-lhe umas mésinhas para empaliar a dor e não sendo profissionais como deviam ser, fazendo todos os exames necessários a um diagnóstico certo.


Por sorte, a médica que veio cá a casa, mais conscienciosa. achou que as dores de estomago poderiam ser ocasionadas pelo apendice, uma vez que a ecografia ao estomago não apresentava nada que pudesse ocasionar os sintomas apresentados.


Mas se ela fosse como muitos que só pretendem despachar o doente? O que poderia ter ocasionado?


Isto porque os médicos que trabalham para o Estado se sentem mal pagos para o trabalho que fazem ou porque não estão vocacionados para o seu "métier", e, sobretudo porque são poucos para o número de doentes que têm e não receberam uma instrução adequada a verem no paciente um ser humano mas algo que os faz trabalhar e ganhar a vida.


É preciso que o Ministério da saúde exija das faculdades de medicina que se ensine que ser médico não é só diagnosticar, dar mésinhas e paliativos, mas ser um médico humanizado, consciente de que o doente é um ser humano, que merece respeito e atenção, que como tal deve ser tratado e que deve fazer exames completos e conscienciosos para poder salvar vidas que é para isso que estudam exercem. O doente se se queixa é porque algo está mal e é esse mal que se deve encontrar com os meios que só os hospitais possuem e com os conhecimentos que adquiriram no seu curso. Tive um primo médico, que mesmo depois de reformado e já com muita idade, ainda ia assistir a conferências médicas e que se interessava pelas novas descobertas no campo de nedicina, para poder diagnosticar correctamente e com consciência.


Um veterinário é mais consciente, porque o paciente não sabe dizer o que sente, mas ele usando os meios ao seu dispôr não despacha o animal sem verificar o que ele tem.


Onde iremos parar com a falta que temos de médicos, com a saúde entregue a profissionais desumanizados e sobrecarregados?
Finalmente domingo ao fim da tarde meu genro foi operado, tendo corrido tudo bem e tebe alta segunda feira de manhã, devendo voltar ao hospital na quinta feira para lhe tirarem o dreno.
trouxe para casa uma carta do operador , destinada á médica de família, que eu por acaso resolvi ler, onde mencionava ter sido operado a uma cistite hepática, que já estava a gangarenar. Como não sou médica, mas possuo alguns conhecimentos teóricos dado que como já disse tinha um primo médico, cheguei á conclusão de que não havia sido apendicite, como se suspeiava e como toda a família acreditou que fosse, até porque ele foi operado sem que lhe fosse explicado a quê, nem a ele nem á família, pois a acompanhá-lo estava a esposa e filhas. Só quinta feira quando foi retirar o dreno é que ele perguntou ao médico operador o que queria dizer a cistite hepática, e, nessa altura ficou a saber na realidade o que havia tido.
Ora como se opera um doente, pedindo-lhe que assine o termo de responsabilidade, sem que o mesmo seja exclarecido a que vai ser operado, ou até mesmo á família que o aguardava na sala de espera? E se a operação tivesse dado para o torto, como iriam descalçar a bota em relação á família, que pensou até ao fim ser uma simples apendicite?
É assim que se haje ? Por amor de Deus, tenham um pouco de respeito pelos seres humanos que estão deixando as suas vidas nas vossas mãos, e pela família dos mesmos que são humanos também e que precisam saber com que linhas se coser.






quinta-feira, 19 de junho de 2008

CRECHES - COM QUE LEI SE REGEM?


Hoje em dia todas, ou quase todas as mães têm necessidade de trabalhar, muito em especial as mães solteiras, para poderem suprir as necessidades de seus filhos e as próprias, para tal foram criadas instituições, estatais ou não, a que se denominaram creches, onde as mães colocam os seus filhos, cientes de que estas instituições, durante as horas de sua ausência no trabalho, cuidam capazmente de seus filhos.

As não estatais, devem ter além de uma assistente social e pessoal especializado em crianças, possuir serviços médicos, avençados ou próprios, seguro para acidentes com as crianças, pois nem os pais estão livres de que estes sucedam.

Estou inteiramente convencida de que as creches estatais funcionam da mesma maneira, se assim não é, está tudo mal.

Ora sucede que eu tenho um bisneto numa creche estatal, mais propriamente no Laranjeiro, e, minha neta, sua mãe, trabalha em Lisboa.

Ontem o menino caiu na creche por duas vezes, tendo ferido um joelho. A ferida foi desinfectada pela educadora, muito embora de forma superficial, pois hoje constactamos que tinha impurezas tais como alcatrão e terra. Hoje voltou a cair e feriu de novo o mesmo joelho. Como se queixava muito, a educadora tentou levá-lo ao posto médico, o que foi impedida pela directora. alrgando esta que a avó estava em casa, portanto que a chamassem para ela o levar ao posto médico.

Minha filha foi contactada e foi buscar o menino á creche onde a mandaram ir ao posto médico do Laranjeiro, aí não foi atendida, uma vez que o seu médico era de Corroios.

Fomos ao posto médico de Corroios, onde fomos inclusivé apelidadas de incompetentes, porque o
menino já tinha o joelho infectado, e, porque teríamos de ser nós, aliás a mãe, a ter ido ontem logo que ele se aleijou ao posto médico para o tratarem. Então o que estão a fazer na creche, que uma criança de magoa e não a levam, pelo menos ao posto médico a que estão adjuntas? Será necessário uma mãe faltar ao trabalho para um caso em que numa creche particular a criança seria devidamente tratada sem a necessidade de prejudicar nem a criança nem o horário de trabalho de uma mãe que está lutando pela sobrevivência dela e de seus filhos?

E como classificar a enfermeira que apelidou as avós e mãe de incompetentes, será que alguma vez ela foi mãe e teve de deixar seus filhos a cargo de uma instituição para os supervisionar e se viu na necessidade de abandonar o seu trabalho para levar seus filhos a um posto médico para lhes fazer um curativo simples num joelho esmurrado?

Eu fui ama, na Belgica, tinha cinco crianças comigo, era eu que as levava á supervisão mensal, que quando eles estavam doentes os levava ao médico e os medicava e supervisionava até os pais chegarem , e, dois deles eram bébés. A não ser que fosse algo de grave é que chamaria os pais para irem com eles ao médico. Acho que é para isso mesmo que os pais entregam os seus filhos a instituições ou amas, indo trabalhar descansados pois seus filhos estão bem entregues, ou então não existe razão para que estas instituições funcionem.

Gostaria de saber quais as leis que regem estas instituições, estatais, porque das particulares
tenho eu conhecimento porque já quiz abrir uma.

A quem de direito peço encarecidamente me esclareça sobre o assunto.


segunda-feira, 26 de maio de 2008

VAMOS MUDAR A NOSSA VIDA

A vida é uma passagem, onde podemos aprender a ser melhores e a dar valor ao verdadeiro amor.

Deus é amor e fez-nos á sua imagem e semelhança, portanto a nossa essência é bela e amorosa. Se olharmos tudo á nossa volta, veremos que tudo é feito com amor, o céu, a terra, as árvores, as flores, a relva, os animais e o homem. São dignos de ser admirados e amados.
Se a nossa vida se pautar pelas leis naturais, tudo correrá de feição.

Devemos olhar a vida com olhos de amor e agradecimento e paz e aceitá-la como uma benção. Olhando-a com os olhos da alma, saberemos que tudo está ao nosso alcance, precisamos somente de fazer funcionar o nosso eu mais profundo, de molde a projectar os nossos sonhos e torná-los realidade. Pois o nosso eu mais profundo tem capacidades infinitas, visto ser uma parte de Deus.

Mas não podemos agir com egoismo, com parcialidade, devemos sim agir com altruismo e para o bem de todos.

O bem e o mal somos nós que os construimos com os nossos pensamentos. Se pensarmos só no bem, este projecta-se e realiza-se. Mas todos nós temos tendência a pensar na desgraça, na pobreza, no mal, e o pensamento colectivo tem uma força enorme que leva á realização, daquilo que pensamos, rápidamente.

Deus criou o universo com a palavra e o seu desejo (pensamento). Ele insuflou a sua vida no homem, para o animar com vida, portanto o homem, ou seja a sua alma, tem o mesmo poder dos
pensamentos e palavras de Deus.

Revejam-se em Jesus, que sendo Filho de Deus, sabia que isto é real, por isso nos ensinava como proceder para alcançar o que desejamos.

Em Mateus 6:25 a 34, Ele disse: "Não andeis cuidadosos quanto á vossa vida,.....Olhai as aves do céu, que nem semeiam nem segam, nem ajuntam em celeiros, e vosso Pai do celestial as alimenta.....Olhai os lírios do campo, como crescem, não trabalham nem fiam; e eu vos digo, que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles,....Não vos inquieteis pois pelo dia de ámanhã, porque o dia de ámanhã cuidará se si mesmo. Basta a cada dia o seu mal."

Com estas palavras quiz dizer que não tenhamos as nossas mentes ocupadas com pensamentos negativos e preocupados. Devemos ter fé e deixar Deus agir.

O próprio Jesus, sempre teve as suas necessidades supridas. Não tinha casa, mas não dormia ao relento, só se assim o desejasse, sempre esteve bem alimentado e se necessitasse de dinheiro, sabia como traze-lo á sua mão, com fé e pensamento positivo.

Vejam a multiplicação dos pães e dos peixes. Dizeis, mas Ele era filho de Deus, podia fazer tudo isso e muito mais, mas nós? Nós também somos filhos de Deus e podemos fazer tudo o que Ele fez desde que o queiramos. É preciso que se semeie com palavras e pensamentos, para podermos colher a nossa sementeira. Mas devemos semear positivo para podermos ter uma sementeira próspera.

Os tempos estão maus, mundialmente, no nosso país também, mas precisamos ter a covicção de que tudo é passageiro e que brevemente virão dias e anos muito melhores, mais prósperos em todos os sentidos, precisamos crer que o governo vai melhorar e ter melhores dirigentes, que tudo vai ser óptimo, as finanças, a estabilidade, a segurança, o trabalho, a família, tudo enfim. O que é preciso é semear, com palavras, com acções e com fé nos nossos corações.

Aprendamos a lição e saibamos fazer uma passagem brilhante para a fase seguinte.

Que Deus nos dê a força necessária para procedermos a uma mudança radical.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

ANGOLA


Minha Angola, Angola minha
terra da minha devoção
Um dia serás reino e eu raínha
quão longe mas em meu coração

Sempre viverás em mim, aconchegadinha
Hoje lá, ámanhã em minha mão
pois sem ti me vejo sozinha
Sem teus prados e tua amplidão

Aqui na terra que me acolheu
sobrevivo, mas viver não sei
tudo que vejo me é estranho

Quero voltar a ter-te e reviver
tudo que tive, tudo que te dei,
todos meus sonhos de antanho.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

ÁS MINHAS NETAS

Toda a minha vida foi votada ao que criei, primeiro meus filhos, dos quais resta vossa mãe, a primeira, a que mais desejei e a que mais perto de mim esteve. Depois vieram vocês, que se tornaram a razão de meu viver. Tudo fiz, tenho feito e farei, enquanto tiver um sopro de vida em meu corpo já cansado, para que sintam o grande amor que vos tenho. Nunca poderei, nem quero, substituir a mãe que têm, pois mãe é única e a ela devemos a vida e tudo o que somos.

É a ela que devem amar sobre tudo e sobre todos, assim como ao pai extraordinário que têm.

Mas creio que sabem que, em mim terão sempre o regaço amigo, o abrigo , a ternura e o refugio que precisarem. Nada tenho de meu para vos deixar, mas tenho o coração repleto de amor para vos dar, a vocês, e aos vossos filhos.

Sei que ainda tenho, muito para viver e, que a fé que me guia e tem norteado a minha vida me destina ainda o concretizar de meus mais ardentes sonhos e, neles estão incluidos vocês. Ainda vos verei felizes e realizadas, saudáveis e prósperas em todos os sentidos.

De uma já tenho bisnetos, que adoro e, que sei de fonte limpa, que um dia serão alguém de que nos orgulharemos todos. De outra, espero ver ainda os bisnetos que já estão tardando e que serão igualmente a alegria de todos nós.

Ás duas quero deixar aqui um conselho, sonhem todos os dias com a vida que desejam, acreditem piamente que já a têm, e os vossos sonhos realizar-se-ão de acordo com a fé que neles aplicarem.

Eu tenho conseguido muita coisa concretizada, quando coloco a minha fé em funcionamento, e creio fielmente que um dos meus desejos maiores está prestes a concretizar-se, porque sei que Deus nunca me faltou quando acreditei Nele e não me vai faltar agora.

Assim será convosco se Nele acreditarem. Ponham o vosso subconsciente a funcionar com muita meditação e pensamentos positivos, a dúvida só desvia a realização do que vos está reservado naturalmente por Deus. Vejam na Biblia, que sempre que alguém acreditou no que Jesus dava, as coisas se concretizavam. É preciso pedir e receber de imediato, acreditando ter o que ainda se não tem, que se consegue o que pela lei natural é nosso. Ninguém nasceu para ser magoado, ser pobre ou ser doente. Toda a gente nasceu para ter tudo de igual modo.

A vida é bela, só precisamos de a saber viver, o mundo é sublime, precisamos de perdoar de coração aberto, de encarar a vida com optimismo e amor, para ir buscar o que nos pertence.

Leiam PAULO TREVISAN e sigam os seus ensinamentos, saibam rir para a vida. Quando se pede a Deus algo, em oração (portanto crendo que Deus ouviu e nos dá), temos de saber fazer da realidade os nossos sonhos se não soubermos fazer dos nossos sonhos uma realidade.

Tudo de bom para as duas e recebam o meu grande amor.




Amo-vos muito minhas queridas filhas...


Vós sois os meus amores

tudo que tenho, a minha vida
minhas alegrias, minhas dores
minha mocidade perdida

Sois vós meu sol e suas cores
do mundo beleza escondida
minha brisa e seus odores,
o que me faz sentir querida

A vós dedico os sonhos meus
vos dou minha força, meu querer

tudo aquilo que sonhei

E quando chegar a hora do adeus
não sofram por me perder
pois sempre em vós viverei.

GREVES-FUNCIONALISMO


Hoje foi dia de greve do funcionalismo, mais propriamente da instrução.


Acho bem que as pessoas se manifestem contra o estado actual das coisas, muito em especialno que diz respeito aos funcionários públicos, quer sejam da instrução, saúde ou outros, porque o actual estado de coisas não se deve senão á má gestão que foi feita dos lugares públicos, que foram preenchidos por amigos, familiares ou por ppedidos de amigos, fazendo com que o funcionalismo público se encontre superlotado e degradado, tendo elementos válidos, mas tendo

também elementos que ocupam lugares para os quais não estão preparados, e elementos que só querem um emprego e não um trabalho válido para a comunidade.


Só que nem uns nem outros têm culpa, pelo que muitos reevindicam com justa razão e outros pela manutenção do seu estatuto de trabalhadores do estado sem o merecerem.


Só não estou de acordo que no que diz respeito a fazerem-se greves, sem que haja um aviso prévio aos pais, pois sucede o descalabro que hoje se verificou, com pais que tiveram que levar seus filhos para o trabalho, crianças que ficaram abandonadas á sua sorte na rua por não terem com quem ficar.


Se se fazem greves onde se salvaguardam serviços mínimos, como por exemplo na saúde, porque não faze-lo igualmente na instrução, onde o risco é tão grande e tão grave como na saúde?


Já pensaram que as crianças de hoje são o nosso futuro e que precisam de supervisão? Criticamos a sua irreverência, a sua violência, a sua falta de educação, etc., e, nada fazemos no que está ao nosso alcance? Não podemos culpar somente a educação dos pais, a internet, os programas televisivos e outros tantos motivos, para a falta de civismo existente entre jovens. Os profissionais da Instrução, o próprio estado , têm a sua quota de culpa.


Senhores sindicatos e sindicalistas, por favor, revejam a sua actuação no que diz respeito a greves, que são justas e legais, mas salvaguardando os interesses do nosso futuro, as crianças.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

LEIS DE FUNIL?



Hoje nos noticiários, ficamos a saber que o Senhor Primeiro Ministro viajou para a Venezuela de avião, claro que a pé ou de carro não poderia ser. Mas que contráriamente ao que diz a Lei Portuguesa, elaborada pelo mesmo primeiro Ministro, este Senhor e o sua comitiva (staff), deram-se ao desfrute de fumar no avião. Ainda que, como foi mencionado, se tratasse de um avião fretado, havia outros passageiros, e ainda que não houvesse, que tiveram obrigatóriamente, de ser fumadores passivos do fumo dos cigarros do Sr. Engenheiro Sócrates e seus Ministros, ainda que todos eles tenham sido unânimes em fazer uma Lei que tem de ser cumprida por todos. Será para ser cumprida mesmo por todos, ou é uma Lei de funil, em que só deferá ser cumprida por quem não está no topo?

Sabe-se que até nos Ministérios foi proíbido fumar, havendo uma sala própria par fumadores.

Será que tais salas servem tambem para os Senhores Ministros, ou será que só servem para o pessoal a partir dos acessores?

Estes são os exemplos que nos dá o Sr. Primeiro Ministro e os outros Ministros, de como se devem acatar as Leis do nosso País.

Será desta maneira que estes Senhores cumprem todas as outras Leis?

Como poderão exigir aos cidadãos portugueses que sejam cumpridores das Leis Portuguesas se são eles os primeiros a contorná~las?

Senhor Primeiro Ministro e Semhores Ministros, desde muita tenra idade que me foi ensinado que o exemplo deve vir de cima.

Em vez de cortarem as receitas (salários) dos cidadãos com cada vez mais impostos e aumentos nos mesmos salários, ridículos, o que ocasiona mais miséria no país, mais disparidade entre ricos e pobres, mais descontentamento, com razão, da população que se vai endividando ou passa necessidades, que se exaspera com a falta de segurança que aumenta por causa da fome e do descalabro em que a Justiça deste país caiu, onde os ladrões são presos hoje e ámanhã estão na rua, onde os corruptos, se têm dinheiro, são elibados, porque não se ocupam em cumprir as Leis, para que os outros as cumpram também, e, sobretudo a diminuir realmente as despesas do Estado de forma a que todos e não só alguns, paguemos o défice e possamos rspirar mais desafogados?

O tempo da demagogia do 25 de Abril terminou, urge que se tomem medidas concretas e justas para se endireitar este País, e sobretudo que todos, todos, sejam regidos pelas mesmas Leis e Regras.
Sr. Primeiro Ministro, vejo que as criticas o afectaram bastante, mas não é reagindo dessa maneira que consegue calar as pessoas. Eu também fumo desde os 14 anos e tenho 74, mas não o faço onde possa prejudicar os outros.
Não é deixando de fumar que vai conseguir que as pessoas tenham as razões, bastante, reais e concretas, para achar que procedeu erradamente. Fumar, faz mal á sua saúde, pode ou não deixar de o fazer, é livre para escolher a sua opção,- ser saudável e viver muitos anos ou continuar a prejudicar a sua saúde - mas não é livre para obrigar outros a levar com o seu fumo e a serem por isso prejudicados.
Como no tabaco, é preciso que, antes de tomar qualquer decisão, pense primeiro nos outros cidadãos e se ponha no lugar de cada um deles, só assim será justo e verdadeiro.
Não leve a mal as pessoas quererem que V. Exª seja um Primeiro Ministro que todos possam gostar e admirar e lembrar ámanhã com saudade. Quem critica e lha fala é porque no fundo lhe quer bem. Eu aceito as críticas e se as acho justas acato-as para poder melhorar, quanto mais não seja, na minha consciência, e, agradeço a quem me faça uma crítica construtiva.

domingo, 11 de maio de 2008

RELIGIÃO- É bom ou mau?




Para que leiam o que digo, começo por afirmar uma coisa: Não tenho religião, ainda que acredite em um Deus único, sem seguir dogmas nem ou idéias pré-concebidas por qualquer religião e, podem crer cobheço bastantes, pois foi nelas que procurei uma verdade, um caminho. Cheguei á conclusão de que todas têm um fundamento, infundir o bem e banir o mal. O erro das religiões é que foram instituidas pelos homens, portanto com leis e regras feitas e impostas por eles de forma a satisfazer o seu modo de ver, pensar e sentir. Todo o fundamento de qualquer religião é bom e vem de acordo com a palavra de Deus, tal como a conheço e, que está explicita na Biblia.

Assim, resolvi seguir unicamente os ensinamentos biblicos e a minha crença forte em um Deus, tentanto o mais possível de acordo com a minha consciência manter-me nas directrizes, que segundo a mesma Biblia, de Deus.

Aceito o bem e o mal com a mesma displicência, ainda que, como humana que sou, o mal me doa
faço os possíveis para que me não afectem profundamente, acabando por o aceitar como se fora uma reprimenda, da qual terei de tirar a minha lição.

Não desejo mal a ninguém, não me interessa a vida de ninguém, a minha já é bastante tribulada para me preocupar com a dos outros, não guardo rancores, não odeio, estou sempre pronta a ajudar seja quem fôr, dentro das minhas possibilidades, pois nunca Deus exige que façamos mais do que podemos, mas o carinho e disponibilidade para ouvir seja quem fôr isso não tem limites.

Por vezes uma palavra ou um gesto amigo vale uma fortuna,

Tenho grande conhecimento intrepretativo da Biblia, sei consultá-la para encontrar o que posso precisar em dado momento e, é a minha leitura diária e o meu livro de orações a Deus.

Apesar disto tudo, respeito qualquer religião e não sou ninguém para as discutir, catalogar ou criticar os seus adeptos. Deus fez-noz livres para escolhermos, quem somos nós para apontar o dedo e dizer que outrem está errado? Nem eu mesma estou certa de não estar errando, só Deus o pode afirmar, no entanto, como para mim acho estar certa, assim continuarei a agir.

Mas, se por qualquer motivo, alguem me convidar a assistir a um culto de qualquer religião, desde que tenha disponibilidade, porque não aceitar? Não implica que vá aderir, vou , vejo e faço o meu comentário íntimo, sem magoar ninguém e sem mudar a minha maneira de ser.

É que no fundo, as religiões até são boas, o mal está como as pessoas as seguem, ou as encaram, porque o fanatismo em qualquer área é doentio e não leva a Deus.

Há quem, ao ler alguns dos meus temas, pense logo: aqui está outra religião. Engana-se, a minha religião é Deus só a Ele me dirijo, só com ele me confesso e converso.
Quem me ler, dirá: mas então se pensa assim, porque critica a política?
Cristo que era Cristo, também se agastou com os vendilhões, e com os que queriam apedrejar até á morte a prostituta. Porque não eu, que sou humana, não deverei dizer o que me agasta no que vejo no meu país, o que se faz ao povo? Desebafar e dizer a verdade nunca foi crime. E é de amigo quem faz reparo aos nossos erros, para que possamos corri-los e procurar seguir o caminho certo e bom para todos.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

ENSINO-ESCOLAS E UNIVERSIDADES


Os professores das universidades, especialmenta da medicina, deveriam frequentar as palestras do psiquiatra psicoterapeuta AUGUSTO CURY, para +pderem formar médicos mais humanos, que tentassem curar as pessoas e não somente os orgãos.

se não puderem ir ás suas conferências, pelo menos tentem ler os livros que ele escreve, pois teríamos profissionais em medicina mais aptos a ajudar e a curar os seus pacientes,

A medicina não é só uma ciência baseada nos farmacos, é uma ciência que através destes com a ajuda humanitária de cada profissional da medicina, traz resultados inexplicáveis.

A psicoterapia é uma ciência que pode ajudar a medicina geral, não só a psiquiátrica.

Os professores da medicina, com o correr dos tempos, tornam-se mecanizados, usando somente os factos palpáveis dos conhecimentos adquiridos com a pesquisa e a dissecação de cadávres, esquecendo que o paciente é também um ser humano com as suas limitações, que luta pela vida, contra a dor, mas que tem sentimentos, frustações, desejos, sonhos, necessidades emotivas, que devem ser tidas em conta a quando das suas queixas. Não devem ser tratados como os animais que não sabem exprimir-se, nem usar o seu imo para lutar contra a doença que por vezes é mais moral que física.

A.Cury disse:

"Um dia todos nós vamos para a solidão de um túmulo. Uma criança com um dia de vida já é sificientemente velha para morrer. A morte é a derrota da medicina, Todavia apesar das limitações da ciência, devemos usar todas as nossas habilidades, não apenas para prolongar a vida, mas para fazer dessa breve existência uma experiência inesquecível. Os médicos devem ser pessoas de uma rara sensibilidade, artesãos das emoções, profissionais capazes de ver as angústias, ansiedades e lágrimas que se escondem sob os sintomas. Caso contrário, tratarão de orgãos e não de seres humanos.

Acima de tudo, os médicos, bem como todos os profissionais da saúde, devem ser vendedores de sonhos. Pois se conseguirmos fazer os nossos pacientes sonar, ainda que seja com mais um dia de vida ou com uma nova maneira de ver as suas perdas, teremos encontrado um tesouro que os reis não conquistaram."


O mesmo sucede nas outras universidades, em que os professores se tornaram meros oradores, não deixando lugar para o sonho e imaginação. Eles desbobinam a matéria a dar, mas mecanicamente, sem se preocuparem se os alunos a apreenderam com a alma ou só com a mente. Daí resultarem profissionais coma empáfia de um canudo, sem humanismo e muitos sem escrúpulos.


Mas o mal já vem de trás, das escolas, onde tudo hoje se processa mecanicamente, só que tomam carácter permanente nas universidades.


Profissionais do ensino, a todos sem excepção, eu rogo que trateis vossos alunos como seres humanos que são, não descurando a parte emocional, não criem máquinas mas humanos capazes de tornar o mundo melhor.

ÁFRICA

Existe muita gente a escrever e a falar sobre os catorze anos de guerra em África, retornados, etc.

Mas a maioria dessas pessoas não sabe nem viveu esses momentos e as informações que têm são insipientes e muitas vezes relatadas por pessoas que se estiveram lá, estiveram por fora da realidade dos acontecimentos e relatam-nas como lhes foram contadas, ou como lhas quizeram contar, por coveniência, porque nesses acontecimentos houve muito interesse em encobrir a realidade.Mas esta situação não é nova na história da humanidade, nem dos povos, basta aos interessados, estudiosos, dissecar a verdade da história de cada país para encontraros logros daquilo que nos impingiram como verdade. Pois os factos verídicos, na maioria, estão documentados e guardados. Por exemplo no nosso país, basta-nos ir escavar á Torre do Tombo.

Noutros, nos seus arquivos guardados dos olhares do povo. A história de cada país é-nos contada como agrada ser contada, só o que é bonito e o que interessa a alguns, é que vem a lume, o resto
é tabú.
E como em todos os acontecimentos que envolveram guerra, quer em África, quer na Europa, ou nos países árabes, tiveram as mãos americana e russa envolvidas com os interesses de alguns. Após a guerra fria, estes países têm tentado desestabilizar muitos outros, encobertos pela película transparente da paz e da solidariedade para com os povos oprimidos, mas a verdade, a única verdade, é que sóquerem tirar proveito do caos em que os colocam, para deitarem a unha ao que os pode enriquecer, o petróleo, o ouro, os diamantes, etc. O povo que se lixe para que alguns atinjam os seus fins.

Portanto, aconselho a quem quizer escrever e contar a realidade dos factos de 14 anos de luta em África, procurem primeiro quem beneficiou com esses 14 anos de guerra e depois quem na verdade tenha visto e vivido os acontecimentos.

Se querem saber a verdade e escrevê.la, sobre os retornados, falem com quem perdeu tudo em África, até família e sofreu e sofre para se integrar numa sociedade que os marginalizou, que vive de mentiras e oportunismos.
Falem, com conhecimento de causa, de como se processaram os dinheiros do IARN, quem beneficiou com eles, e como poderiam ter sido geridos de forma a fazer progredir o país.
Falem em como foram praticamente obrigados a vir para Portugal, todos os que se encontravam no acampamento do Calai durante 3 meses, onde estavam organizados a ponte de se fazerem casamentos e baptizados, todos registados, cujos registos vieram para Portugal, tudo supervisionado pelos Sul-africanos, que assistiram e gravaram as conversações com o Comandante Ponces de Carvalho. Eram precisos para votarem, por isso os trouxeram engodados.
Existe muito para escrever e contar, mas com verdade e isenção. Escrevam sim, mas após aturada e real pesquisa das verdades junto de quem as viveu etestemunhou.

terça-feira, 6 de maio de 2008

O DIA DA MÃE


Hoje é o dia que alguém resolveu declarar como dia da mãe. Após tantos anos ter sido este dia festejado a 8 de Dezembro, dia de Nossa Senhora da Conceição, padroeira de Portugal, resolve-se, sabe-se lá porquê, trocá-lo pelo primeiro Domingo de Maio, uma data móvel. Porquê? e a que critério obedeceu


Não sei, talvez porque quem isso deliberou tivesse uma mãe a nescer nesse dia, ou simplesmente não tivesse uma que merecesse sê-lo.

Para mim continua a ser no dia 8 de dezembro o dia da mãe, pois é muito mais concentâneo com a data a comemorar, por ser um dia específico e por ser o dia da Senhora da Conceição, que como o próprio nome indica, a Senhora da Concepção.

Assim como o dia do pai deveria ser no dia de S. José e não a 19 de Março (mês dos burros).


Mas, enfim, manda quem pode obedece quem deve. Nada neste país tem lógica, porque teriam os dias do Pai e Mãe tê-la?


Este (dia da Mãe) deve ser um dia abençoado, pois como já em outro teme mencionei, até Jesus, o Filho de Deus, quiz nascer como todos os mortais só para ter uma mãe, aasim porque não agraciarmos nós nosas mães, conceder-lhe um dia por ano, não é nada de especial, pois tal como o Natal deveriamos festejá-la todos os dias não num só, uma Mãe merece tudo.


É certo que há Mães e mães, mas estas últimas constituema excepção que confirma a regra. Mulher que é mulher dom M grande, é também mãe com M grande.

A virgem também foi Mãe, visto esta ser a maior benção do mundo, dar vida.

Mulhers, saibam ser ma~es e merecer esse título tão grandioso, que até o animal selvagem sabe salvaguardar essa condição, protegendo, ensinando e elucidando as suas crias para se defenderem no futuro. Tenho uma prima que vive num 6» andar, tem uma varanda, onde colocou plantas e as gaiolas dos seus pássaros. Pois foi aí que um pardal fêmea (pardalita) resolveu fazer o seu ninho, mesmo no meio dos vasos. Nós destruimos o seu habitat e ela invade o nosso. Desde que os pardalitos nasceram, a pardalita, ciosa e temendo e pela sua prole, ameaça-nos quando vamos á varanda, eriça-se e pia furiosamente, revoluteando ameaçadoramente na nossa direcção. É digno de se ver. É o instinto materno na defesa dos seus filhos, é uma Mãe.
Como é bom ser mãe, dar vida a outro ser é sublime, é indescritível. Os filhos podem não saber, mais tarde, valorizar o que é uma mãe e o que ela faz por eles, mas a mãe, quando os seus filhos são rebeldes e maus é quando mais os acarinha, dará tudo, até a vida pelos filhos, é Mãe.

sábado, 3 de maio de 2008

O HOMEM


Quando Deus criou o mundo, -lo bonito e aprasível.

As leis naturais primavam na natureza, criando e expandindo o que de belo havia. Tudo era natural e simples, a vida, os animais, as plantas, o sol, a luz, a água, o calor, o frio, a neve, etc.

Mas, Deus criou o homem, um animal dotado de inteligência. Deu-lhe supremacia sobre tudo que havia e, aí errou, deu-lhe livre arbítrio, para que gerisse a seu belo prazer o que havia criado, para que usufruisse de toda a riqueza e beleza do mundo.

Mas o homem, o animal inteligente, quiz ser o maior, quiz criar como Deus, quiz ignorar as leis naturais, quiz governar o mundo, que Deus havia criado perfeito, com regras suas sem olhar a meios para atingir os fins, sem ver que destruiria a perfeição que o envolvia e lhe dava segurança e continuidade.

Foi criando, a partir do que havia, meios de conforto, idealizados por ele como tal e, foi destruindo a natureza.

Começou por matar para se alimentar, acabando por matar por prazer, criou o fogo para cozinhar, acabou por o utilizar para destruir a natureza e os seus semelhantes, criou a roda para se deslocar e acabou por a usar pelo prazer da velocidade e matar. Utilizou plantas para se curar, acabou por as usar para destruir, Tudo tem tentado para se assemelhar a Deus, agora até quer criar vida, já utiliza meios para criar seres a partir dos genes, já tentou aperfeiçoar uma raça única, como Hitler, já tentou tudo para chegar ao fulcro da criação da vida, mas não consegue criá-la a partir do nada. Isso só Deus.

E com toda a insistência em querer igualar-se ao seu Criador, só tem achado forma de destruir o que Ele criou belo e perfeito. E com esta sede de ser deus, está acabando com o mundo e com a vida.

ESTE É O HOMEM!

-------------------------------------------- O-O-----------------------------------------------

Uma criança perguntou um dia a seus pais, como o mundo havia aparecido no Universo. Seus pais responderam-lhe que fora Deus que o criara.

Não satisfeito, perguntou ao seu professor, este respondeu-lhe que fora um BigBang que o ocasinara. Não satisfeito, perguntou a um padre, este, como seus pais, disse-lhe que fora Deus.

Com duas respostas coincidentes, a criança achou que obtivera a resposta certa. Então foi para um descampado, ajoelhou-se e dirigiu-se a Deus nestes termos:

"Meu Deus, se realmente criaste tudo, inclusivé o homem, porque não o criaste á imagem da natureza onde tudo se completa e renova e nada se destroi?"

terça-feira, 29 de abril de 2008

O QUE É A FAMÍLIA?


Existem três conceitos de Família.

A Família Universal, constituída por todos os indivíduos da mesma espécie, a família geneológica, que se perde, na maioria das vezes, porque se não constitui um registo, exceptuando- se certas classes sociais, como nas famíilias reais e as ditas nobres, que se preocuparam em conservar o registo da sua ascendência, e, a família núcleo, constituída por um certo número de pessoas, em que o fulcro se situa nos bisavós, seguido de avós, pais, filhos genros e noras, tios, primos, netos e bisnetos, geralmente perdendo-se a partir daqui os registos mais antigos.


A família universal inclui todo o ser humano, independentemente da côr, raça, origem ou posição social, porque se foram unindo e reproduzindo entre si, é uma família que, com o factor tempo, a consaguinidade foi-se perdendo da memória, restando, por vezes, os traços ainda que ténues.

Não há portanto raças definidas, somos todos parentes, ainda que muito afastados.

Só assim se admite que hoje, na dita raça negra, haja indivíduos retintamente negros com olhos azuis, verdes e amendoados, assim como na raça dita caucasiana/branca, haja indivíduos com cabelos crespos, traços negroides e orientais.

Na família núcleo e é este conceito que presiste, no dia de hoje, como "família", que desenvolvemos sentimentos e atitudes únicas, que norteiam toda a vida do núcleo familiar.

Pela família se luta, na vida e pela vida, se constroem impérios, se ama, se odeia, se vive.
Porque FAMÍLIA, FAMÍLIA é a universal!

sexta-feira, 25 de abril de 2008

25 DE ABRIL- COMO O VEJO


Hoje é 25 de Abril. Será que sabemos o que foi o 25 de Abril e as suas consequências? Dizem que foi a revolução dos cravos, a revolução que terminou com o Estado Novo, que acabou com a repressão salazarista e que nos trouxe liberdade, igualdade e fraternidade.


Para já, não houve revolução nenhuma, houve uma sublevação dos ditos capitães de Abril, que já estava mais que prevista há muito tempo e de que o governo tinha absoluto conhecimento. Esperaram somente a morte de Salazar, pois sabiam que Marcelo Caetano estava de acordo e que entregaria tudo, de mão beijada, quando quizessem. Ele também queria mudanças na sociedade portuguesa, tanto mais que não houve resistência alguma, a quando da chegada das tropas, Só que os planos saíram furados no final, porque não havia, como ainda não há, ninguém em Portugal que soubesse tomar as rédeas do país de forma a torná-lo como a canção do 25 de Abril afirma.

Todos quizeram, somente, fazer vida grande, e, a democracia que temos hoje é ilusória. Os governos que vieram, só souberam gastar o pecúlio deixado, sem se preocuparem em salvaguardar o tesouro do Estado, usando-o de forma descontrolada, sem se preocuparem como poderia ser reposto, fazendo despesas maiores que as receitas poderiam cobrir. Dirão: se não fosse assim, como teríamos hoje boas estradas, luz electrica em todo o lado e, outras coisas mais!

Vejamos o que temos hoje!. Boas estradas (algumas) a preço de ouro que fizeram enriquecer alguns, luz em todo o país (nem todo). Temos igualdade, onde? Cada vez o fosso que separa as classes sociais é mais fundo e mais largo. Não há fome, é mentira, cada vez há mais pobres e mais fome, o que está é incoberta. Temos fraternidade, deixem-me rir.

Estamos na CEE! De nome, porque de facto é mentira. O que nos deu a entrada na CEE? A perda gradual da nossa identidade como povo. Nada se pode fazer sem a aprovação da CEE. Quem na União Europeia se preocupa com o povo português? Querem é ser ressarcidos do que nos emprestarem. Já alguma vez se preocuparam com: como sobrevivemos, porque isto não é viver, com os nossos velhos que não têm reformas dignas de um ser humano, com a nossa saúde que vai de mal a pior, com a nossa instrução que fica muito áquem da de qualquer outro país da CEE e até nem tem equivalência em lado nenhum, com a nossa justiça que piora dia a dia, com a nossa segurança, com a nossa própria sobrevivência como povo e país?

Estamos sendo cada vez mais uma colónia de outros países, quer dos da CEE , quer de outros. Vejam, temos um pequeno território, que já era pequeno antes do 25 de Abril, depois deste, com a vergonhosa descolonização de Angola e Moçambique, ainda mais pequeno se tornou com o regresso dos que para lá foram, seus filhos, netos e bisnetos que por lá tinham nascido. A ajuda que foi dada para os "retornados", foi mal gerida, uma vez que, como se disse, foi usada para levantar a industria hoteleira, que de qualquer modo poderia ter sido levantada com boas gerências, o que ocasionou a que os hoteis se enchessem, não só de retornados mas também de oportunistas, que com a falta de um controlo, se fizeram passar por retornados sem nunca terem estado em Àfrica e, ainda fazendo com que uma grande maioriade verdadeiros retornados, que estavam habituados a trabalhar no duro, se queriam ser alguém, se tornasse em indivíduos desprovidos de vontade de trabalhar, pois se habituaram ao "doce fare niente".

Se tivessem deixado trazer mais que os míseros 4.500 Escudos e tivessem dado a cada chefe de família, que nada poude trazer, 200 contos e mais nada a não ser facultar-lhes um lar, mesmo decadente que fosse e eles o restaurassem, teriam feito disto um país próspero. Mas não, além de pagarem rios de dinheiro aos hoteis, que em situação de normalidade nunca teriam ganho o que ganharam, e, facultarem 2.000 escudos mensais a cada pessoa adulta, e de fomentar a preguiça a muito dos que vieram, de colocar a gerir o IARN pessoas inexcrupulosas e pouco idóneas, deixaram os que na realidade queriam trabalhar para si , os seus, e, para o bem comum, sem qualquer alternativa de poder fazer algo de bom. Trabalho, ninguém queria aceitar quem tivesse vindo do ultramar, não havia, os empréstimos a fundo perdido que se abriram, só eram facultados aos amigos e conhecidos e, assim o país se foi endividando.

Depois, abriram-se, e, ainda estão abertas as portas a uma emigração descontrolada. Hoje estamos cheios de emigrantes que vivem á custa de subsídios, que se trabalham é por tuta e meia, pois têm outras ajudas, ou assaltam e roubam, enquanto os nacionais que se sejeitem á mesma tuta e meia, sem outras ajudas, e, ou morram á fome, ou que se juntem aos gangs para sobreviver.

Ajudar sim, mas dentro das nossas possibilidades, com conta e medida, dada a pequenez do país e as seus frágeis recursos naturais, salvaguardando os direitos dos nacionais. Pelo andar da carruagem, ou um país próspero da CEE nos anexa, ou seremos nós ainda colonizados e absorvidos por uma das ex-colónias ou pelo Brasil. O Brasil é um país enorme, só o Estado de S. Paulo é várias vezes maior que Portugal inteiro, um país rico, com muitas potencialidades, porque então aceitar emigrantes brasileiros? Angola e Moçambique também são grandes, muito maiores que Portugal e Angola é riquissima em recursos naturais, tem um solo fertilissimo, petróleo, diamantes, ouro, ferro, etc.. Quizeram ser independentes, acho muito bem, não quizerem lá os brancos portugueses, estavam no seu direito, mas então que lutem e trabalhem no seu país, que precisa de se desenvolver, quanto mais não seja no que os brancos fizeram e lá deixaram, para fazer crescer o seu país e produzir o que produzia.


Não sou xenófoba, e orgulho-me de ter amigos que prezo, brasileiros, angolanos e até moçambicanos, minha mãe nasceu no Brasil (Manaus), meu pai, eu , meus filhos e uma neta, nascemos em Angola, tenho família mestiça que amo, mas salta á vista o descalabro da situação criada pela emigração destes países.

Então digam-me agora se o 25 de Abril merece ser festejado, se beneficiamos assim tanto com a situação que por ele foi criada para todos nós?

Somos felizes, somos livres, temos igualdade de oportunidades,temos fraternidade, ou só foi bom para alguns?

Perdoem a crueza da minha verdade, mas precisamos todos, todos, povo e governo de agir depressa ou o povo português JÁ ERA!

segunda-feira, 21 de abril de 2008

INSTRUÇÃO,EDUCAÇÃO E VIOLÊNCIA

Como por mim já foi dito em temas anteriores, a instrução em Portugal, deixa muito a desejar.
Quanto á educação, nem se fala como já disse, pois o nosso país saiu da opressão em todos os sentidos, sem ter sido preparado para a liberdade, o que ocasionou, numa anarquia completa, onde os pais deixam os filhos á deriva, dando-lhes uma liberdade absoluta, sem lhes ensinar, pois que nem eles próprios sabem, o que é liberdade e como usá~la de forma construtiva, as suas consequências e no que ela implica. Não lhes ensinando que a liberdade descontrolada, sem leis e normas, mesmo a pessoal, leva ao caos e á decadência do ser humano.
Eis pois as consequências desta situação, a perda de valores morais e sociais, a falta de respeito por tudo e todos, até por nós próprios, á violência.
E que dizer do papel do Estado? Deixou a população agir em completa liberdade para se vingar,se expandir de forma absolutamente errónea, sem lhe dar noções de comportamento e de respeito até por si próprios.
Apoiou tudo, de forma a que o povo se sentisse senhor absoluto do mundo e das suas próprias frustações, permitindo que os sentimentos animais ainda existentes no ser humano, prevalecessem sobre os sentimentos humanos.
E a violência surgiu então em todos os sectores da vida social.
No próprio seio do Governo, esta violência se manifesta, na luta pelo poder, sem olhar o interesse popular, sem olhar pela razão e futuro do povo e do país , permitindo o que se vê pelas ruas, o que se passa na justiça, na instrução, na educação, na saúde, na proliferação da corrupção em todos 0s sectores estatais e fora dele.
Somos um povo que de repente se vê com o ceptro na mão e que não sabe como usá-lo, porque sempre soube obedecer sem pensar e, agora quer mandar e não sabe, quer ser rico, sem ter dinheiro, quer ser intelectual. sem estrutura, quer ser senhor, sem ter aprendido a ser bom servidor, quer ser gestor, sem saber gerir, quer ordenar, sem saber obedecer, quer governar, sem saber como se constroi um governo sólido, quer a liberdade, que nunca teve, sem saber usa-la com rectidão e justiça, quer ter tudo e nada ceder.
Tudo isto gera insegurança, desencanto e sobretudo violência.
E o pior de tudo, é que essa violência influencia a juventude que é o futuro do paós.
Tudo está a contribuir para a violência juvenil, vejamos que até a comunicação social contribui para isso.
Nos canais de televisão, que é o meio de comunicação mais usado pela juventude, inclusivé os programas de desenhos animados, quer nos canais nacionais, quer no Panda e Cartoon Network, os desenhos animados apresentados só mostram violência.
Porque não passar os filmes de Walt Disney, em vez de bonecos sem nexo e que só ensinam violência, feitos quer por Japoneses, quer por outros "cartoonistas" de outros países, em que só se ouvem gritos e vê violência?
Assim como a literatura infantil, hoje em dia os livros para crianças, apresentam histórias infantis sem pés nem cabeça, sem conteúdo e, que em nada ajudam a criança a sonhar.
É preciso sonhar, para criar. Como poderão ámanhã, as crianças de hoje, ser por exemplo escritores e idealistas construtivos, se não se lhes despertar o intelecto com histórias que as façam sonhar com um futuro belo, que pode vir a ser duro, mas não vazio de sentimentos e ideais que o sonho pode realizar e, a realidade será mais atenuada pela imaginação?
A imaginação é fertil e pode preencher o vazio da alma e amenizar o carácte r violênto que é um dos atributos do animal/homem que somos.
Deixem a criança sonhar, porque nós adultos também sonhamos e devemos sonhar, pois sem sonhos a vida é enfadonha e, insípida e dificil de suportar. Ter sempre os pés assentes nas realidades da vida é embrutecer, é preciso sonhar, de quando em vez, para podermos buscar a verdade da existência.
Se os grandes intelectos não tivessem sonhado, imaginado, ainda viviamos na idade da pedra.
Olhem á volta e constactem que, as crianças de hoje nem brincar sabem, porque crescem num ambiente hostil e sem criatividade, num ambiente desprovido de sentimentos e de ideais, onde os pais lhes não despertam a imaginação, onde os sonhos são unicamente de grandeza, poder e hostilidade, onde não se olha a meios para atingir os fins, onde a lei que prevalece é a do mais forte.
Inclusivé, no que sempre foi o ex-libris do povo português, o futebol, agora existe mais violência do que desporto, violência entre equipas, violência entre adeptos, fora e dentro dos estádios.
Tudo leva ao que todos desejam ver banida de qualquer sociedade
A VIOLÊNCIA!!!

terça-feira, 15 de abril de 2008

A LÍNGUA PORTUGUESA


O português é uma língua rica e bela, centenária, e que foi falada em quase todo o mundo.

Com as descobertas e conquistas o português expandiu-se, pois seu povo, que é sociável e adaptável, foi povoando tudo por onde passou. Após a Républica, Portugal como país e povo foi perdendo a sua supremacia, ainda que os portugueses continuassem a ir além fronteiras, como emigrantes, e a fixar-se e constituir família, para onde fossem.

Com o Estado Novo, Portugal, com o seu isolamento, acabou por ser um país desconhecido, no mapa, pela maiori.a dos outros países, mas a sua língua, prevaleceu e continuou a progredir mundo fora.

Hoje, o português, é ainda ouvidp em todo o mundo, porque os portugueses continuam a buscar outros países para se fixarem, uma vez que Portugal foi perdendo sucessivamente as suas possessões pelo mundo. O país é pequeno e lutava com dificuldades de emprego e por conseguinte perdia o seu nível de vida, até finalizar com o 25 de Abril com a perda das suas colónias em África .
Portugal poderia ter sido um grande país, e hoje manobrar o mundo como a América, e, deixou ir por água a baixa a sua grande oportunidade. Se tivessemos sabido gerir as últimas possessões em África, poderíamos ter um novo Brasil

Tudo perdemos, mas no entanto a nossa língua prevalece, o que nos orgulha.

No entanto, hoje o nosso Governo achou, por bem, que a nossa língua que é rica em léxicos árabes , gregos, latinos, etc., deveria adoptar a língua brasileira.

Cabe na cabeça de qualquer portuguès que se preze, abrasileirar a nossa língua? O brasileiro é uma língua tipicamente portuguesa com a adopção de léxicos africanos e o sotaque de um português africanizado, serve para modificar uma língua centenar?

Seria o mesmo que chegarmo-nos ao Umbundo, Kimbundo, ganguela, cuanhama, mucancala, swaili, ou qualquer dos dialetos africanos.

O brasileiro é português modificado, o Brasil é um país novo em comparação a Portugal, portanto porque modificar a língua portuguesa? Porque não modifica o Brasil a língua para o português?

É preciso chegar ao mais baixo grau de degradação para modificar a língua de um país e, para mais para pior.
Nós podemos constactar que no Brasil existe muita mais gente a escrever português correcto do que propriamente em Portugal. Pois lêm e estudam a literatura portuguesa o que não é feito nas nossas escolas.

Isso nota-se até nas telenovelas brasileiras, em muito poucas não se faz referência aos nossos clássicos.

Eles não falam português correcto, o que é compreensível, dado que foram colonizados por portugueses, africanos (uma maioria-escravos), italianos, etc. Mas a sua base é literalmente portuguesa.

Já pensaram o que seria se a Alemanha, a França, a Bélgica, a Inglaterra, quizessem modificar as suas línguas de acordo com as das suas antigas colónias?

Certamente que isso nem passou pela cabeça dos seus governantes. Então porque em Portugal?

É o que digo, há coisas que se passam neste país, que nem ao diabo lembra.

Já se retirou das nossas escolas, parte fundamental da nossa História Pátria. Hoje muito pouca gente sabe as nossas origens, os feitos dos nossos avós, o nome dos nossos reis, a nossa glória.

A História dada nas escolas é tão reduzida e insipiente, que ninguém sabe nada.

A Literatura Portuguesa é dada por alto, até o livro por excelênciada nossa literatura " OS LUSÍADAS", já foi retirado do ensino, como poderão saber os nossos filhos o que são cantares de Amigo?

Agora vai a língua, onde ficará a nossa identidade daqui para a frente?

Por este andar, ainda que membros da CEE, deixaremos de ser um povo, um país, para ser uma colónia de férias de todos os outros.

COMO ACABAR COM O DÉFICE ESTATAL


Somos um país pequeno e com o maior número de Ministérios, porque não diminuí-los? Não só diminuir em número, mas tambem em quantidade de elementos que os formam e começar a preencher os lugares absolutamente necessários ao bom funcionamento dos mesmos com qualidade.


Porque não voltar á forma antiga de preencher certos trabalhos que são contratados, com pessoal próprio? A exemplo: a limpeza. Se em vez de se pagar a uma empresa, que vai buscar aos cofres do Estado cerca de dez vezes mais do que paga aos seus funcionários, e contratassem pessoal a termo certo? Se se comprassem os produtos de limpeza directamente, fazendo uma estimativa dos gastos diários, comprando mensal ou anualmente tais produtos e estes fossem distribuidosde forma honesta e correcta ao pessoal que os utiliza? É claro que teria de haver um responsável por esse pessoal que fosse, além de bom trabalhador/a, exigente e profissional, assim como um honesto e recto gestor de economato.

Exigir de todo o pessoal de gabinete um gasto correcto dos materiais á sua disposição, papel, quer de escritório quer de mãos e WC, canetas, tintas para impressoras, etc..

Se tudo fosse supervisionado, haveria menos gastos "grão a grão enche a galinha o papo".

Menor número de funcionários por Ministério, maior responsabilidade, mais e melhor serviço a prestar.

Não haveria pessoal jogando , horas e horas na Internet em vez de pôr o trabalho em dia. Não quer dizer que um pouco de lazer para relex não ajude, mas em primeiro lugar o trabalho, para isso são pagos.

O Estado pouparia e o povo ganharia com isso, pois o pessoal teria os seus trabalhos em dia e o povo não perderia tempo em espera nas repartições estatais para tratar dos seus assuntos.

Até haveria tempo para que os assuntos directamente ligados aos Ministérios fossem tratados atempadamente, que seria considerado record e não demorando meses e anos, como é hábito.

Depois há ainda uma despesa que se pode considerar desnecessária e completamente descabida, a despesa que todos os governos, novos, fazem ao tomar posse. Todos gostam de mudar os seus gabinetes, para quê? Mudam móveis, decorações, etc.

Isso é necessário? Quando trabalhava, também gostava de mudar o meu gabinete, mas fazia-o eu própria, sem gostos e com o que já havia, pois o novo visual do ambiente ajuda a combater o stress, mas não é absolutamente necessário fazê-lo com despesas.

Outra medida, seria acabar com o serviço adjunto á cafetaria. Servir cafés sim, mas somente cafés, tudo o resto que os funcionários pretendessem, seja qual fôr a sua categoria, sairia de seus próprios bolsos, para isso tem o seu salário e subsídio de refeição.

Se formos a ver, em qualquer empresa particular, por maior que seja, não se serve senão café.

Diminuir o número de carros e motoristas por Ministério (dois para cada um), pois todos os Secretário, Adjuntos e Chefes de Gabinete possuem carta, carro, podem muito bem ir para o trabalho ou nos suas viaturas, ou não querendo, em transportes públicos, para saberem dar o devido valor aos mesmos e ao que sofre o povo.

Tudo isto são pequenas coisas, para não falar nas maiores, e dirão os nossos governantes, tudo isso são migalhas; nem tudo é infimo, por exemplo a diminuição de Ministérios e gabinetes/ em termos de pessoal, menos salários. Tudo o resto são realmente pequenqs economias, mas que juntas somam muito. Como atrás foi dito "grão a grão enche a galinha o papo", e, é isso que os nossos cofres de Estado estão a precisar.

Para diminuir o défice das contas do Estado, tudo é necessário fazer e todos devemos contribuir para isso, não é só tirar o pão a quem dele precisa, ao povo.

Os elementos do governo, quer queiram quer não, são parte do povo português, não devem dele se dissociados e como tal devem contribuir.

Agora ainda querem renivar a frota dos senhores deputados, para quê? Num país á beira da ruina, onde até ás gorgetas dos empregados de mesa querem cobrar impostos para mostrar ao Banco Internacional que estão a fazer dinheiro, vão aumentar as despesas do Estado com uma nova frota? Se os carros dessa frota fossem unicamente para serviço e não para passeio dos senhores deputados, famílias e seu staff, teriam um período de duração mais longo e não seria preciso renová-lo tão amiudadamente. Os carros do Estado deveriam ser somemnte para serviço e ao fim do dia recolhidos nas garagens até ao novo dia de trabalho. Assim se fazia no tempo da outra senhora e assim é que deveria ser sempre, pois o povo já está farto de tirar á barriga para encher os bolsos do Estado e este o desbaratar com despesas absolutamente desnecessárias e descabidas.
Senhores Ministros, quem está a suportar todas estas despesas é um povo que já nem sangue tem para uma pequena transfusão quanto mais para uma de grande dimensão. Senhor Primeiro Ministro, já não acha que as sanguessugas, que o Governo criou para reanimar os cofres do Estado, já estão bastamente alimentadas? Quer levar o povo a um suícidio colectivo?, que é só isso que lhe falta, pois já não pode cortar mais ás suas despesas normais. Ainda quer o Governo fomentar a natalidade. Como irão os jovens casais alimentar e dar a seus filhos a devida instrução se não ganham nem para pagar a renda da casa? Já verificou Sr. Primeiro Ministro que o parque habitacional, ou cai de podre, porque não há dinheiro para reparações, ou cai de podre por falta de quem compre. Os Bancos já estão sobrecarregados de dívidas de quem se aventurou a comprar casa com empréstimo bancário, porque o desemprego aumenta e aqueles que pensaram poder um dia ter a sua casa, hoje veem-se obrigados a deixá-la pois não ganham para a pagar, pois ficaram sem o seu trabalho, não veem hipótese de arranjar outro e o que por vezes encontram é insuficiente para suportar os encargos normais de sobrevivência.

Somos todos iguais e, como tal o sol nasce e põe-se para todos de igual forma.

Temos todos o dever de devolver aos nossos filhos, netos e bisnetos, um país digno do que os nossos antepassados nos deixaram.

Fomos na nossa pequenez, grandes, levamos ao mundo o nome e a língua portuguesa, é nosso dever como seres humanos e pensantes de, pelo menos, já que não soubemos manter o que tinhamos, manter parte da nossa identidade e dignidade como povo.
Mas tudo isto pode ser feito com a contribuição de todos, sem excepções, e é o Governo quem deve dar o exemplo.
Pelo andar da carruagem, só restará ao povo ver-se abordado na rua em nome da lei, para lhe esvaziarem os bolsos dos trocos que ainda lhe restarem, pois nada mais há para espremer. Qualquer dos Senhores Ministros ou mesmo deputados, experimentem viver um mês com o ordenado mínimo e pagar tos os impostos que aqueles que o tem de fazer ano após ano, ou mesmo com as reformas mais baixas, e, depois digam com justiça se é vicer.!

segunda-feira, 14 de abril de 2008

O QUE É A POLÍTICA E O MEU PAÍS


O que é a política?
Segundo diz o dicionário de língua portuguesa, é a arte de governar um Estado e que quando verdadeira é honesta. Ainda diz que é esperteza, finura, cerimónia e cortesia.
Na verdade todas as definições em conjunto,(arte de governar, esperteza, finura, cerimónia e cortesia) caracterizam com rigor a política.
Com política se estão governando Estados, governos de esperteza(procurando enganar os povos), com finura (com falinhas mansas), com cerimónia (muita, festejando e celebrando obras que enganam os papalvos), com cortesia (fazendo crer que é tudo pelo melhor do povo).

Ora vejamos, a quando da época das eleições, os políticos reconhecendo as mais prementes necessidades da população, prometem melhorar tudo, o sistema de saúde, a instrução, o desemprego, as reformas, etc.

Após as eleições, todas essas promessas ficam para segundas núpcias
Na saúde, cada vez está mais difícil ter umaconsulta, ser operado, ir ao dentista, ao oftalmologista e por aí fora.
As pessoas mais necessitadas, deficientes, crianças e velhos, têm cada vez menos acesso a especialistas, medicamentos e próteses
Agora até se paga taxa de consulta e internamento.

Fecham-se hospitais e urgências, quando se tem conhecimento de que as populações mais desfavorecidas, no interior do país, as rurais, não possuem meios de deslocação nem posses para irem a consultas de rotina,quanto mais de urgência ou fazer exames e quejandos, que cada vez estão mais longe das suas áreas residenciais.
E a instrução? todos sabemos que vai de mal a pior. Sim, digo instrução, porque o nome do Ministério está errado, educação é completamente diferente do que o Ministério gere.
Os professores hoje em dia, além de mal pagos, os que se podem chamar de professores- posto que alguns nem o curso completo têm ou não têm vocação para exercer. são professores porque estudaram, aprenderam, mas não estão vocacionados nem sabem ensinar
Ser professor, requer qualidades de ensino, requer profissionalismo e gosto pedagógico para ensinar, de outro modo, serão simples oradores, máquinas, perante um público forçado a ouvir mas que não em entende.

Há cinco profissões que requerem amor á arte, sem preço e sem tempo; ser pai/mãe, para seber dar educação, ser padre, para saber levar os ensinamentos de Deus a bom caminho, ser professor, para saber ensinar,e, ser médico, para saber curar. Sem vocação e amor, estas profissões nunca poderão nunca darão bons frutos, os seus profissionais nunca serão bons pais, bons educadores, bons ministros de Deus e inculcar os ensinamentos de Jesus e formar cristãos, ensinar e despertar as mentes virgens de conhecimento, ser bom m´edico e sarar feridas visiveis e invisiveis.
A política senão for exercida com honestidade e profissionalismo, a sua acção será nefasta.
Em tudo o que se faz, até mesmo em política, é preciso ser-se bom no ramo e honesto, pondo o interesse de quem depende da nossa profissão acima de tudo. Até mesmo nas profissões, consideradas de menor responsabilidade senão forem executadas com profissionalismo e rectidão, serão sempre mancas, faltando-lhe consistência, portanto mal executadas.

Assim, também na política, todo o político deve ter em conta o bem da Nação e por conseguinte do seu povo.

Nós criticavamos Salazar por nos deixar na ignorância e á fome.

Mas o que é certo é que ele foi, no seu minister um bom político. Ele pegou no País quando estava á beira da bancarrota. Como bom estadista e bom economista, exigiu como hoje, muito do povo, mas exigiu e cerceou igualmente o governo. Cortou em tudo, não só em parte. Levantou o país e quando acabou deixou o Estado em situação financeira confortável, que após o 25 de Abril, se tivessemos tido bons políticos, seriamos agora um Estado á altura de uma Bélgica, que é um país

pequeno mas próspero.

E o que fizeram os nossos políticos? Delapidaram o património deixado, desbastaram as ajudas que poderiam ter consolidado mais a nossa economia, ignoraram a potencialidade humana vinda de Àfrica e colocaram o nosso país na penúria que se vê e que ninguém consegue levantar, porque não há ninguém dentro dos actuais políticos quem esteja á altura de o fazer.

Dizem, tínhamos dinheiro, mas não tínhamos liberdade. Qual liberdade?

Liberdade de expressão, liberdade de nos afirmamos como povo na CEE, liberdade de acesso ao ensino em todos os sectores sociais, não temos a PIDE.

Onde está a liberdade de expressão? No contínuo entrar na vida privada de cada um, até ter telefones e telemóveis sob escuta? Na critica, com e sem verdade, da vida das ditas celebridades, para publicar notícias de sensação e televisioná-las para vender mais e ter mais audiências, mesmo que fossem verdades, está-se entrando na privacidade das pessoas o que é crime, e o que interessa toda essa fofoqueirice perante a situação critica em que vivemos?

Acesso ao ensino para todos? Com as propinas e livros ao preço que estão?

Somos membros da CEE? Só de nome, pois emqualidade de vida nem aos calcanhares chegamos.

Liberdade sim, para o consumo desregrado de droga, a proliferação da Sida, para a desconfiança e a insegurança. Pois onde há fome, ainda que escondida, há crime, há insegurança.

Salazar só fez mal em três aspectos: Ter estado no Governo tempo demais, ter-se rodeado de elementos inúteis e sedentos de poder para fazerem o que lhes aprouvesse (Pide e etc.) e não ter dado mais autonomia e acesso ás ex-colónias.

Os políticos não se cansam de dizer que o povo é soberano. Se é soberano é patrão do Estado, para tal trabalham e pagam para os salários do Chefe do Estado, Ministros, Secretários, Secretários dos Secretários, Adjuntos e outros que tais.

Se é soberano, porque é que o simples mortal pode viver (incluindo a famália) com um salário mínimo e um Senhor Ministro não pode viver com dez vezes esse salário, revertendo tudo o mais para os cofres do Estado?

Porque o Sr. Ministro tem de se deslocar ao estrangeiro de quando em vez? Mas ele leva todas as despesas pagas pelo Estado, lrva ajudas de custo, prendas pagas pelo Estado, comitiva (que podia ser mais reduzida) com desliocaçaõ e todas as despesas pagas também pelo Estado, onde está então a razão de um salário tão dispar?

É certo que no tempo de Salazar não havia muitas destas despesas, por isso estavamos isolados, não havia tantos contactos externos,(não estavamos no CEE), o que era errado, pois precisamos de viver com e de acordo com a nossa situação na Europa e no Mundo, mas não é razão para uns encherem os bolsos e outros morrerem de fome, os que tudo isto pagam.

É bom estar no poder e viver á grande, mas tudo seria melhor se houvesse conta e medida e se a política fosse honesta.

Porque será que os políticos, após deixarem o Governo, são nomeados para grandes cargos com salários principescos, por vezes maiores que os do Chefe de Estado? Será porque na política aprenderam a esperteza, fineza, cerimónia e cortesia que já não a podem dispensar?

Francamente, isto não lembra nem ao diabo.

Deixem-me desabafar, a amargura que sinto pelo país a que pertenço e amo e no que ele caiu.

O 25 de Abril continua a ser uma farsa completa. Onde está a Democracia a Igualdade e a Fraternidade?

PERDEU-SE!!!