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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

CHINA

Começou a venda do nosso país.
A China um grande país, que se manteve fechado para o mundo durante muitos e muitos anos, abriu agora as portas ao mesmo nmundo que ignorou e do qual se isolou e pretende absorver o mesmo mundo agora que é considerada a maior potencia mundial, primeiro na América, onde se instalou em grande força, e está pretendendo instalar-se em toda a Europa e America latina. Começou pela grécia, agora Portugal e através deste a América latina.
Ora vejamos, por exemplo, o supermercado instaldo já em Portugal, onde se vendem até calças a um euro, valor que não paga sequer o valor da matéria prima, quanto mais a mão de obra. Qual é o país que poderá competir com os preços praticados pelos chineses? Nenhum, pois todos eles têm mão de obre«a bem paga, têm horários de trabalho, todos eles têm consciência de que o povo é soberano e o ser humano deve ser respeitado e acarinhado. A China ignora o povo como ser humano, tem-no antes como um robot a quem se dá ordens s tem de cumprir, custe o que custar, é mais uma máquina  para ser manipulada, pois a sua população cresceu sem limites agora tem de ser controlada, aniquilada, limitada , pois o seu território já não comporta mais, para isso tem de adquirir território, tem de se expandir, tem de conquistar novos territórios,
tem de controlar a natalidade quer no seu país, quer nos que vai conquistando, para que o mundo se não coma a si próprio.
Consta que o mundo será governado por um governo único,e, o que se avizinha é ser um governo Chinês, controlador e absolutista, que já tem nas suas mãos toda a tecnologia , o dinheiro e a ausência de humanidade.

quarta-feira, 16 de março de 2011

QUAL "PEC" ?

PEC - quer dizer -Plano de estabilidade e Crescimento -.
Onde está então esse PEC?
Nós só vemos um Plano de Instabilidade e Diminuição. Porque esse PEC  que agora vai er apresentado é igual aos outros já apresentados anteriormmente, que só levam o país para um maior buraco, a caminho da Bancarrota,  porque não visa o crescimento, porque só está a trirar poder de compra da população, porque não visa o crescimento pois não vai criar emprego e investimento. Só visa a continuidade da manutenção de uma Assembleia Governativa desmesurada, pois o povo não precisa de tantos ministérios inuteis , tantos representantes na Assembleia da Republica que nada fazem por ele mas que  unicamente têm em vista os seus belos rendimentos, onde poder lavar a roupa suja de cada partido, as viagens á borla, á  demagogia do poder. Mais parece a nova PIDE, já que esta não existe para denegrir quem se odeia para os levar para a prisão com falsas declarações de pertencerem ao comunismo. Pelo país, nada fazem, pelo povo nada demonstram que os preteja, antes pelo contrário.
Porque não se apresenta um PEC que na realidade possa assim ser chamado, diminuindo as despesasdo Estado, com a redução dos Deputados, dos Ministérios, dos Assessores, dos vencimentos milionários em certos sectores, em viagens inuteis, em despesas com comitivas principescas, em carros trocados todos os anos, em jantares a torto e a direito, por dá cá aquela palha,  e outros quejandos .
Alguma vez o povo mais idoso viu Salazar ou os seus ministros levar a vida que os de agora levam? Mas ele pediu , exigiu , o apertar do cinto ao povo, mas apertou o cinto tamém do governo. Lembram-se alguns membros dos governantes após o 25 de Abril e que pertenceram ao Estado Novo como viviam , o que ganhavam em relação ao povo? Lembram-se de como este país adquiriu as suas reservas? Lembram-se de que os carros dos ministérios só serviam para o serviço, lembram-se de como esses mesmos carros eram tratados e conservados vários anos? Lembram-se de como delapidaram as reservas deixadas por Salazar?
Lembram-se de como havia indústrias, lembram-se de como havia emprego? Lembram-se de como Salazar morreu praticamente na miséria?  é esse o caminho que devem seguir e deixarem-se de demagogias se querem o bem do país e do povo.


  1.  

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O plano orçamental - O estado do nosso país

.
  • Aos políticos e portugueses em geral
  • Nós estamos culpando o Sr Sócrates pelo estado calamitoso do nosso país, mas ainda que tenha muitas culpas, devemos ter consciência de que não é o único culpado. Após o 25 de Abril, todos, mas todos, os governos somente souberam desgovernar, esbanjar, usufruir, ajudar os seus amigos, viver á grande. Não houve um único governo que se possa dizer, "foi bom".
  • Todos, mas todos, logo desde o dia de tomada de posse, começaram a pensar  em como poderiam gastar com mais fausto o que o governo que haviam deitado a baixo tinha armazenado e como gastar as ajudas vindas de fora.
  •  Para terem menos trabalho e deitar fumo para os olhos do povo um pouco mais esclarecido, foram abrindo mais instituições de apoio governamental (completamente desnecessárias, por serem instituições que faziam o mesmo que os Ministérios, duplicando assim funções), foram privatizando outras que eram absolutamente necessárias estarem nas mãos do Estado, foram deixando cair os recursos naturais que realmente davam alguma segurança para a manutenção de uma receita estatal, como agricultura, pescas, conservas, pecuária, calçado, lanifícios, etc.
  • Com a entrada na CEE, para fazer figura de novos ricos, foram aceitando tudo o que os outros queriam e agora nada temos para exportar, nem para connsumir cá dentro, e, importamos o que poderiamos produzir.  
  • Tudo isto nos fez chegar ao estado de crise em que estamos. Mas não podemos culpar uma única pessoa, devemos culpar todos os governos após o 25 de Abril, pois todos eles tiveram a sua comparticipação no desgoverno do país. E o mais engraçado de tudo é que não se vê uma saída para esta situação, posto que não emos nenhum partido á altura de pôr cobro a estes problemas, não temos um único politico com eles no lugar para levar a bom termo o país. Para já é um país pequeno, cujos recursos lhe foram cortados e interditados, cujo povo é carneirada mansa e que só quer aparentar e viver de basófias.Fomos um grande-pequeno país, hoje nada somos. 
  • Basta ir a uma sessão da Assembleia da Républica para saber que todos discutem  e se acusam, se lava roupa suja, etc., mas não se chega nunca a um consenso em como endireitr o que eles torceram e ao que parece continuarão a torcer até partir.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Orçamento do Estado

O orçamento do Estado é um atentado ás familias portuguesas.Após o 25 de Abril toda a acção realizada  por quem tomou conta do governo português foi uma verdadeira farsa, pois o intuito era simplesmente governarem-se a si próprios deitando abaixo um país que se tornara grande e monetáriamente forte. Foi o desbaratar o que se havia acumulado durante o Estado Novo. Foi um desbaratar de dinheiros enviados para ajuda aos retornados das ex-colónias, das ajudas enviadas para ajudar os agricultores e ajudar os que queriam abrir novos empreendimentos. Eu própria quiz abrir uma creche, com todos os requisitos, incluindo
assistência médica, assistente social, etc. e foi-me negada á partida qualquer ajuda, pois teria de ter na conta bancária pelos menos 5.000 contos. Ora se eu tivesse esse dinheiro no Banco, nunca precisaria da ajuda dos fundos a que estava a candidatar-me. Deixaram -se fechar as fábricas de conservas, fábricas de tecidos e fiação, deixaram-se cair a produção agrícola e pecuária, fábricas de confecção e calçado, que estavam consideradas como as melhores entre as melhores mundialmente, claramente deram cabo de tudo o que o país produzia e exportava. Agora o que ficou para podermos competir com os outros? Somente o sangue do seu povo, e, é a isso que recorre o estado. Num país tão pequeno e empobrecido, para que são precisos tantos ministérios, tantos adjuntos de ministerios e secretariados, tantas instituições que nada fazem, mas somem com o pouco dinheiro que o povo paga para sobreviver, porque nem viver o deixam. Todos estes ministérios,secretariados dos mesmos o instituições só têm servido para aumentar a dívida  do estado, porque para facilitar seja o que for, não é, pois aumenta a burocracia, os gastos do povo que já não tem cinto para apertar de tão magro que está.
Por tudo isto, quem deveria pagar a dívida do estado, não seria o povo, mas quem dos dinheiros beneficiou.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

O plano orçamental

Senhor lº Ministro,

As medidas que o governo arranjou para diminuir a despesa do Estado, não está correcta. V.Exª pede a ajuda dos portugueses acerca da matéria e a sua opinião. Pois dou-lhe aqui a minha opinião e os meios de obter receitas sem precisar de colocar a maioria dos portugueses em miséria total o que irá suceder com as as suas medidas, posto que visam sempre os mais necessitados. Para já os maiores cortes devem ser nas despesas do estado.

1º O estado não precisa de mudar de carros todos os anos e muito menos pelo topo de gama dos mesmos. Estes deveriam estar somente ao serviço do estado, em trabalho, não para levar de casa e para casa os senhores ministros, secretários de estado e suas secretárias. Todos vós tendes carro particular e é esse, que deveriam usar para sua deslocação para e do trabalho, como faz a maioria dos portugueses.

2º Dimunuir as delegações que acompanham os Srs. Ministros e o Sr. Presidente e quejandos, nas suas deslocações ao estrangeiro,não estamos em tempo de mostrar uma opolência que não temos e não estamos em tempo de o ostentar.

3º Cortar as ajudas de custo nessas mesmas deslocações.

4º Os descontos nos vencimentos e reformas a partir de 1500 Euros mensais, está correcta, até atingir o escalão máximo imposto por V. Exª, pois, enquanto a maioria era aummentada em 2% ou 2, qualquer coisa, os vencimentos do governo e dos gestores era aumentado em 20%. Portanto seria justo que a sua percentagem atingisse os mesmo 20%, bem assim como nas reformas milionárias que existem.

5º Adiar a realização das grandes obras tais como TGV, pontes e auto estradas, até que a situação o permita.

Diz . Exª que essas obras trazem trabalho... É certo, mas para quem? e por quanto tempo? São trabalhos temporários, ainda que toda a gente saiba que obras do estado não têm tempo certo e que esses atrasos trazem igualmente aumentos de despesas. Se o estado soubesse impor-se e em vez de pagar o que os empreiteiros querem como acréscimo e exigissem que a obra fosse feita de acordo com o contrato e no tempo certo, mas não...
Estas são algumas das medidas que mais saltam á vista. e não quero alongar-me muito mais. Mas é certamente o sentir da maioria dos portugueses que ainda não souberam adaptar-se á liberdade e portanto aos seus direitos e continuam os mesmos carneiros do Estado Novo.

sábado, 14 de agosto de 2010

PALAVRAS E ACÇÕES

Senhor Primeiro Ministro, perdoe a minha franqueza, mas já reperou na incongruência que existe nos seus discursos, nas suas palavras ao país e as suas acções?
Suas e dos seus Ministros, pois todos agem da mesma forma.
Para não irmos mais longe, tomemos como exemplo a questão dos fogos. V. Exª diz que a culpa é dos proprietários das parcelas florestais que as não limpam antes de chegar o Verão, ocasionando assim que os fogos se propaguem e alastrem até ás povoações, que portanto o Governo começará a agir, espoliando os proprietários faltosos. Mas Senhor Ministro, quem expropiará o Governo por não limpar as suas parcelas? Já verificou que a maioria da floresta é propriedade Governamental?
Por favor, Sr. Primeiro Ministro, tente pelo menos ser mais coerente nas suas actuações e mais verdadeiro para com o povo que o colocou onde está porque confiou em si e se vê defraudado.

sábado, 10 de abril de 2010

VAMOS LEVANTAR PORTUGAL

Como me sinto pequena e inutil neste mundo conturbado.
O mundo está a atravessar uma fase dificil de mudança e os homens não se apercebem de como estão errados e a agir da maneira mais erronea que se possa imaginar.
Aqui, no nosso país tão pequeno agora e que outrora foi grande, nota-se mais a insensatez dos homens, dos seus governantes e da sua população.
A crise é geral, mas nos paises maiores e com mais larga amplitude de visão, por parte do seu povo e dirigentes, vai-se culminando e tentando endireitar as coisas. Mas nós,...

O Governo só pensa em manter as aparências, em resolver os seus problemas, por eles próprios criados, esquecendo que o povo já há anos está sendo sacrificado, pendindo e exigindo mais sacrifícios, sem se lembrar que ele proprio faz parte do todoe como o todo tem de ser sacrificado também.
O povo exausto e até então mal educado e mal informado, habituou-se a reevindicar por tudo e por nada, não agindo com coerência, fazendo greves que a nada levam e pioram a situação.
Sendo o povo quem mais ordena, deveria reevindicar dos seus direitos exigindo de quem forma o governo e, que pelo povo lá foi colocado, que aperte também o seu cinto até ao ultimo furo, para que o povo o mantenha apertado.

Como pedir ao povo que que aperte o cinto além do ultimo furo, se o governa não leva o seu até ao fim?

Porque o governo não corta nos seus salários, nas suas mordomias, e, pede a quem menos culpa tem da situação caotica em que o país está, que o faça?

Já a maioria da população está a passar fome, necessidades e sem vislumbres de melhoras.

Mas os grandes capitalistas vão continuando a amealhar, o governo continua a comprar carros novos, a ter motoristas para todos, a ter os seus ordenados chorudos, a ter viagens pagas com ajudas de custo , com comitivas enormes, a pensar em grande para obras, que por ora se passaria bem sem elas, etc,etc.etc.

E o povo, que após o 25 de Abril, achou que era dono e senhor para se dar ao luxo de ter vida grande como até então não tivera, continua a querer viver no bem bom, a querer ter tudo o que os ricos têm, vão-se endividando cada vez mais e a querer viver de expedientes, de subsídios e
quando eles falham, revindicam deixando de trabalhar para entrarem em greves, que deixam o país mais pobre ainda. Já se provou mais do que uma vez que as greves não levam água ao moínho, porque persistir com elas? Devemos é ter os pés bem assentes no chão e trabalhar, pois
está provado que o trabalho, mesmo mal pago, pode ajudar-nos a sair da crise.
É certo que existe pouco trabalho,mas existe, o povo é que não o quer fazer a não ser que lhe dê para levar a vida boa que levava e enquanto houver subsídios para os manter. Quando emigram, sujeitam-se a tudo, até a comer dos caixotes do lixo, para amealhar algum e virem dizer que são GENTE lá fora, é a maior mentira que já se ouviu, pois só quem tenha ido lá fora a veificado é que sabe o que na maioria das vezes se lá passa.
Se cá existe trabalho para os que para cá vêem, também existe para os que cá nasceram. Passar miseria, passa-se no nosso país, não vamos aumentar a fama que já lá temos fora.
São formados, também muitos dos que para cá veem o são e sujeitam-se, é preciso é trabalhar, dar lucro ao país, não deixar que o pouco que ainda temos vá para os outros paises, o trabalho dignifica não diminui.
E os nossos governantes que se sujeitem a ganhar menos e a dar mais de si para endireitar o país e ajudar quem é do povo, pois do povo também são.

VAMOS TODOS, MAS TODOS, AJUDAR PORTUGAL A SER DE NOVO UM GRANDE-PEQUENO PAÍS.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

SR.MINISTRO

Na verdade, Sr.Ministro, deveria este encontro ter sido anunciado a todos os bloguistas, e deveria estar ligado a todos sem excepção. Pois agora faço a pergunta que poderia ter feito em directo,
Porque será que, sustentando que foi o Ministro que melhor governou, que fez o que nenhum fez, não cumpriu as promessas feitas durante a campanha anterior e agora vem precisamente duplicar essas promessas e fazer outras que certamente não poderá cumprir?
Não seria mais concentâneo com a actual conjuntura mundial, não fazer promessas concretas, mas prometer fazer o seu melhor para que a vida dos portugueses se venha a equilibrar?
Eu sei que a politica é o meio mais obscuro e sujo que existe no mundo, mas poderia usar-se, para variar, um meio mais honesto e justo paracativar as populações, que já estão cansadas de tantos enganos. Até seria uma forma de poder a ganhar adeptos.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Senhor Ministro

Senhor Ministro, já parou para pensar nas distâncias abissais que existem nas classes existentes no nosso país, após o 25 de Abril? Já tentou viver "um só mês" com o salário mínimo nacional, não falando já das mais pequenas reformas que existem? já pensou no caos comportamental do povo deste país?.
Pare um pouco e pense na situação financeira caótica do povo.
A situação comportamental do povo deve-se a uma liberdade após 25 de Abril, que não foidada com conta e medida a seres que estavam habituados a viver na opressão. O povo simplesmente ao ver-se livre, achou que a liberdade fosse fazer tudo sem limites nem regras. tudo no Universo tem regras/leis e, a liberdade também.
A liberdade devia ter sido dada, mas o povo esclarecido, educado para que pudesse usufruir sem pisar as leis da liberdade, que são; a justiça, a educação , o respeito pelos outros e principalmente pelo património de um todo, que é a herança d4 um povo/país.
Criticamos pais e professores, sobre o comportamento das crianças e jovens e, não nos lembramosque esses comportamentos se devem, muito em especial aos governantes que não souberam pôr cobro aos desmandos dos adultos a quando da abertura das portas da opressão, lesgislando nesse sentido, deixando que a anarquia se instalasse nasfamílias, nasescolas, nas instituições, em toda a vida comunitária.
Ser livre é ser sobretudo cívico na maneira de agir e usar essa liberdade.
Dirá o Senhor Ministro, que o povo , na sua maioria, era analfabeto e, portanto incapaz de agir com civismo, ou mesmo perceber que estava a destruir o seu proprio património. Não, o povo era analfabeto e uma grande parte ainda o é ou quase, mas não estúpido, o que os governos não quizeram foi fazer-lhes entender que estavam destruindo o que lhes pertencia e ás suas descebdências; fizerem-nos crer que tudo o que existia era sua pertença e fruto de uma época que deveria ser extinta. Hoje, um pouo desiludido com o que pensavam que seria o seu futuro, continua a destrui o que se lhes dá, com a sede de esbanjar aquilo que nunca tiveram e lhes é ofertado como tapa olhos, a viver acima dassuas posses, porque n~eo lhes é incentivado o sentido de prodigalidade, a moderação e o bom senso. A maioria ainda pensa que se reabalha e paga os seus impostos tem o direito de exigir e destruir, para que o governo construa. E o que vê mal feito , ignora, deixando ao governo ver que errou, não alertando , sem se importar que quem está no governo é humano também e susceptivel de errar, e que deve ser chamado á razão.
Os próprios governos estão agindo de forma anarquica, esquecendo-se de que estão no governo em nome do povo, por ele escolhido, não o ouvindo ou consultando nas decisões mais relevantes e que dizem respeito a todos e não sóm a alguns. Afinal que os lá colocou, quem paga os impostose os empréstimos, que constituem o défice do Estado, não é o povo?
Acha que o povo iria querer a criação do TGV, uma nova ponte sobre o Tejo, um novo aeroporto ou novas auto-estradas, numa altura destas, em que há muitas famílias que já nem sabem omo ámanhã dar uma sopa sequer aos seus filho, ou pagar a renda da casa? Ou iria antes querer que as firmas fechadas ao a fechar e, que possam ter viabilidade, continuem as suas actividades de molde a dar emprego e subsistência a várias familias, a esperar que indústrias possam ser implementadas criando novas prespectivas de emprego?
OPor muito analfabetos que sejam saberiam optarpelo melhor. Temos 3 aeroportos internacionai, mais os militares, bem poderíamos aguardar até 2030, Temos transportes que chegam e servem bem as necessidades de um país tão pequeno. Temos duas pontes sobre o Tejo há que as utilizar convenientemente. Temos auto-estradas suficientes para as necessidades do país, desde que haja uma boa manutenção e utilização.
Há carros em demasia em todo o país. há que criaruma mentalidade para esses mesmos carros servirem unicamente para fins de semana , férias ou deslocações a que se não possa fazer uso dos públicos. Acabar com os carros particulares nas cidades a circular por tudo e nada, implementando o uso ou dos transportes públicos ou bicicleta. Porque não aumentar a energia eléctrica com novas barragens, de molde a torná-la mais barata para incentivar as indústrias, viabilizando as suas exportações? Os impostos e o turismo não podem continuar a ser as únicas fontes de riqueza deste país. Porque não incentivar na juventude o gosto pela agricultura e postorícia, que tanto ajudaria? Todos querem ser doutores e por isso já não podem sujar as mãos na terra?
Existem prioridades que têm de ser levadas em connta, em tudo na vida. Nunca devemos querer emitar o que outros já fizeram, o que não sucede com a educação/instrução. Rstamos adoptando em sistema experimental processos, na instrução, que já foram postos de parte, por inviáveis, por outros países. Devemos antes estudar a nossa maneira de ser e agir e, então procurar um sistema que se adapte a nós, pois somos um povo com características próprias, os outros têm as suas,e, sobretudo colocar regras na maneira de ser do povo para o levarmos ao sucesso na finalidade Civismo/comportamento/respeito por uma democracia própria e credível para nós e para o mundo.
Porque não nos limitarmos á nossa pequenez e viver de acordo com ela? os Jovens e, não só, vão lá para fora e sujeitam-se a tudo, porque não faze-lo cá dentro com tanto para fazer?
Eu tenho 75 anos, o que o futuro reserva para este país, ouco ou nada já tem a dizer para mim, mas eu tenho filhos, netos e bisnetos, e gostaria de sabe-los orgulhosos de um país que quase foi dono do mundo.
Se acabassem os subsídios para tudo e mais alguma coisa, ficassem unicamente os extritamente necessários, o povo certamente teria de se adaptar ás necessidades do país. Ter um canudo, não nos faz superioes aos que o não têm, ser nobre não nos faz mais que o plebeu, pois para ser nobre antes foi plebeu, portanto mãos à obra e fazer o que deve ser feio para sairmos da crise, mastodos nós, porque o governo também tem muitp por onde abdicar em prol de um povo.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

NÓS POR CÁ

Vejo diariamente este programa da SIC, pois acho interessante, até porque já era tempo de os portugueses tomarem decisões e especialmente de acordarem para chamar a atenção sobre o que está mal neste belo país á beira mar plantado.
Não podemos continuar a olhar com indiferença e displicência para todos os erros cometidos pelos organismos, estatais ou não, pelas incongruências existentes, como se elas não nos pudessem afectar, a nós ou a outros.
Se nós achamos bem delapidar o herário público deixado pelo governo anterior, para melhorar as nossas condições de vida, no sentido da modernização, etc., também devemos achar por bem que essa delapidação, se foi feita de maneira correcta, seja mantida para dela usufruirmos, mas não deixar que ela caia no vandalismo nem no desleixo, pois ao fim e ao cabo, somos nós que a estamos pagando e que a estamos usufruindo, portanto que seja de forma correcta e educada, e, sobretudo que tenha continuidade, para o bem do país e para o bem do povo que a paga e bem paga.
Devemos igualmente exigir que as obras, quer novas quer de manutenção, sejam feitas de maneira criteriosa e correcta para durarem.
Devemos igualmente exigir, que o governo e autarquias, zelem pelos bens do país, quer pela obra em execução, quer pela sua manutenção, para que não haja lugar a erros, a reclamações, a gastos supérfluos, que protejam tudo o que é património nacional, para que possa ser usufruido não só pelo povo, mas pelos turistas pois constitui uma fonte de receita , e, nós temos por cá muita coisa que pode servir de aliciante aos turistas, está é mal estruturada e pouco divulgada.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

O QUE SE PASSA ENTRE NÓS

Hoje, aliás como sempre, estive a ver o programa " NÓS POR CÁ" na SIC e claro, não pude deixar de anotar na minha memória pessoal e agora comentar na memória informatica, três factos, um de ontem e dois de hoje.

Ontem , o facto passado em Évora, o dos habitantes moradores na parte da cidade considerada património nacional, a pagarem impostos indevidos, isto durante anos, sem que ninguém tivesse a ombridade de alertar estes cidadãos, que certamente faziam das tripas coração para terem esses impostos em dia. É incrível! Se fossem os cidadãos que deixassem de pagar o que realmente deviam, certamente que, já teriam a justiça no encalço, além de que teriam juros acumulados, etc..

Hoje houve dois factos que cá ficaram e aos quais dou os meus comentários.

É na realidade inédito e inacreditável que se deixe pastar uma manada de vacas num parque da capital do país !... Sem mais comentários.

A outra diz respeito á passadeira para peões colocada em frente do hospital D. Estefânea, que demonstra francamente o género de estrutura da nossa cidade, e não só, merece aos responsáveis camarários e ao governo.
É claro que a culpa é também nossa, cidadãos, que nos estamos "borrifando" para o que se passa, podemos fazer reparo, o que é raro, mental, mas não chamamos a atenção dos responsáveis para o que está mal. É certo que nos preocupamos muito mais com o futebol do que com o que deveria realmente interessar-nos para benefício do país e do seu povo.
Estamos transformados num povo sem ideais, sem vontade, sem iniciativa, um povo amorfo, que se acomoda a tudo.

Basta verificarmos como nos deixamos espoliar por governos que nos sugam até á medula, preferimos passar fome e morrer de fome a elevar a voz contra os desmandos de quem nos governa. O Governo foi eleito pelo povo, é o povo que lhe deve abrir os olhos para os erros que comete. O povo não vai comer pontes, estradas, nem TGVs. o povo precisa de que o dinheiro que vem, e que vai ter de pagar, seja utilizado em fomentar emprego duradouro, salvando empresas viáveis, implementando indústrias, etc..
E quando realmente o país estiver com a sua economia estabilizada, então sim, deverá ser modernizado, por enquanto há que salvar o povo da miséria, fazer de um povo que está vivendo como povos do 3º mundo, fazendo parte de um mundo evoluido, é preciso salvar a nacionalidade e o prestígio que este país já teve, é preciso deixar o orgulho estúpido de querer parecer o que se não é, deixar a vaidade de lado e olhar para o país com realidade e agir de acordo com as suas reais necessidades.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

EUA-NOVA PRESIDENCIA

Estive a seguir a tomada de posse do novo Presidente dos Estados Unidos da América e, fiquei muitobem impressionada com o seu discurso, é muito profundo e muito poucas pessoas o poderão compreender.
Os nossos jornalistas, habituados como estão aos dicursos dos nossos políticos e aos políticos internacionais, que só deitam cá para fora, o que préviamente todos gostamos de houvir, promessas e ideologias fora da realidade, não souberam compreender nem ler nas entrelinhas, por isso mesmo acharam um discurso banal. Mas a verdade é que foi de uma profundidade e de um realismo espiritual muito profundo e muito coerente. Assim o mundo e os americanos o deixem realizar o que tem em mente, seria um bem para a humanidade.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Estamos na CEE? -II

Tudo o que foi dito no texto anterior com o mesmo nome, vem demonstrar que estamos a ser governados por pessoas que pensam unicamente em demonstrar serviço com inaugurações, a exemplo do que fazia o governo, que criticam e fizeram cair (Estado Novo/Salazar), embora esse tivesse deixado o país economicamente sólido. Mas agora estão levando o país á bancarrota, o povo á miséria e á fome. Hoje em dia só existem duas classes em Portuga, a classe rica e a classe pobre, a classe média deixou de existir, só que agora existe o pobre e o extramente pobre. Só que o povo com vergonha de admitir que errou nos seus juízos, encobre a sua miséria, o que é errado, e, o governo ignora essa miséria dando uma imagem a cores utópicas de que o país está progredindo e que tudo se vai harmonizar.

É este o país que se vanglotia de pertencer á CEE, que quer entrar em esquemas de ajuda a paises, ditos. de terceiro mundo, quando ele próprio está em situação identica.

É este o país que, sendo pequeno em tamanho já foi enorme em possessões, que levou o mundo ao mundo, que foi batalhador e criativo, que já teve uma história gloriosa, que já teve artesãos que faziam uma indústria rentável e sem igual, que ainda tem trabalhadores que podem servir de exemplo, a trabalhadores de outros paises mais ricos, pela sua honestidade e qualidade de mão de obra, mas que não é aproveitada na sua propria pátria.

Senhores Ministros, acordem do vosso sonho de burguesia rica, salvem um país sem igual, quer pela sua situação, quer pelo povo ímpar que tem, quer pela sua história e identidade nacional.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Estamos na CEE?

Estamos no século XXI e no entanto, parece que, no nosso país ainda estamos no século XIV ou mesmo mais atrás ainda. Evoluimos em alguns aspectos, consoante os tempos foram passando, mas no primordial estagnamos.

Ainda se dá demasiada importância ao aspecto exterior das pessoas, á sua condição condição académica, ao seu status na sociedade, ás obras palpaveis e que sobressaem á vista, mas esquecemos sobretudo a condição humana, á igualdade que deve unir o ser humano, á igualdade de oportunidades que o Homem (ser humano) deve usufruir, aos direitos humanos que tão apregoados são mundialmente, e, que o nosso país tantas e tantas vezes diz defender.



Vejamos por exemplo, agora que uma crise mundial levou tantas nações e nós somos uma delas, á recessão tão temida, o que faz o nosso governo para a minorar e tentar proteger o seu povo?


Empenha-se em salvar a banca privada, a construir auto-estradas, a financiar um TGV, a construir um novo aeroporto, em vez de tentar salvar as empresas que fecham quase diáriamente (aumentando assim o desemprego a miséria e a fome), a fechar postos médicos, a desleixar as escolas, a utilizar sistemas de ensino absoletos, a gastar dinheiro com cursos para o funcionalismo público (com o rebuçado oferecido ao povo, de que com tal irá melhorar a prestação de serviços ao povo), quando os mesmos são, ou mal ministrados, ou dados a quem os não sabe depois utilizá-los por falta de principios.


Ainda há dias se poude ver no programa televisivo "Nós por cá", numa loja do cidadão, como a funcionária que estava atendendo um utente, se expressava, e o que mais chocava, pelo menos a mim, foi a prepotência com que ela afirmou e repetiu, que "iria fazer a folha" ao motorista de quem tinha queixas. Quem é essa senhora para se arrogar com direitos a "fazer a folha" seja a quem fôr? Só por ser funcionária pública e lhe passar pelas mãos certos dados referentes a todos os individuos que constituem uma sociedade, a Portuguesa, se julga com direitos a julgar e a punir? Não existem meios legais, polícia e justiça, para, se fôr caso disso, se chamar á razão quem prevarique? Ou estamos novamente a fomentar outra PIDE?


Continuamos a ter patrões que julgam poder fazer com os seus trabalhadores o mesmo que faziam os senhores feudais de antanho. O trabalhador, na óptica do patrão, é um "factotum " que não deve abrir a boca se for lesionado nos seus bens pelo patrão, ou se for verbalmente maltratado, porque ele é o empregador e não admite que o trabalhador possa ter mais inteligência e mais educação (note-se que eu digo educação não instrução). Para o empregador/patrão o trabalhador é mais um objecto que tem ao seu serviço, que não tem o direito de pensar, raciocinar, opinar e muito menos de sentir.


Sobre a saúde, muito haveria que falar.


Sobre a instrução, então há muito que se lhe diga, eu sou do tempo em que o aluno de quarta classe, hoje quarto ano, tinha mais cultura que um formado hoje. Sabia a sua língua, escrita e falada como agora muito poucos a sabem, porque o ensino era completo. Sabiam tudo sobre a história de Portugal sobre o seu país, muito embora muitos nunca o tivessem visto, pois viviam nas ex-colónias.Quando acabavam o liceu, hoje 12º ano, tinham um conhecimento profundo das origens da sua língua, tinham uma cultura geral que faziam inveja a muitos hoje. Quando se formavam, além de saber teórico firme e vasto, os que eram realmente inteligentes tinham-no prático também. Hoje o que vemos? As crianças saem do ensino secundário semi-analfabetas e os que fazem unicamente o ensino obrigatório, são quase tão analfabetos como os seus pais que nunca frequentaram uma escola. Tudo porque as reformas no ensino foram feitas pelos métodos que foram abolidas por outros países por não resultarem, no entanto nós adoptamo-las. Os professores antigamente eram profissionais, sabiam e tinham gosto em ensinar, hoje muito poucos há assim, vão para o ensino por ser mais lucrativo, não por amor á arte.


Mas voltemos ao início, falemos da crise, e da situação actual Portuguesa. Porque não se deixou a banca privada para ser salva pelos que a constituem, os ricos?


Porque não se utilizam os meios financeiros existentes destinados ás auto-estradas, TGV e aeroporto, na fomentação de industrias, e a salvar as empresas mais rentáveis e que estão fechando por causa da crise? Constituiriam novas fontes de riqueza do país, emprego para os milhares de desempregados, mas empregos duradouros, não empregos a prazos fixos como a construção de estradas e quejandos. Portugal é um país pequeno, poderá, até se equilibrar financeiramente, aguentar-se com as estradas , os transportes e o aeroporto que tem.


Temos de olhar mais para o nosso povo e deixar de ajudar que tem mais ajudas do que nós.


Há fome pelo mundo, sim, mas á fome também cá dentro, e se não olharmos para a fome encoberta que existe cá dentro, que mérito temos em olhar pela fome dos outros que têm outros países, maiores e mais ricos para os ajudar?

Mais tarde voltaremos om mais opiniões.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

LEIS DE FUNIL?



Hoje nos noticiários, ficamos a saber que o Senhor Primeiro Ministro viajou para a Venezuela de avião, claro que a pé ou de carro não poderia ser. Mas que contráriamente ao que diz a Lei Portuguesa, elaborada pelo mesmo primeiro Ministro, este Senhor e o sua comitiva (staff), deram-se ao desfrute de fumar no avião. Ainda que, como foi mencionado, se tratasse de um avião fretado, havia outros passageiros, e ainda que não houvesse, que tiveram obrigatóriamente, de ser fumadores passivos do fumo dos cigarros do Sr. Engenheiro Sócrates e seus Ministros, ainda que todos eles tenham sido unânimes em fazer uma Lei que tem de ser cumprida por todos. Será para ser cumprida mesmo por todos, ou é uma Lei de funil, em que só deferá ser cumprida por quem não está no topo?

Sabe-se que até nos Ministérios foi proíbido fumar, havendo uma sala própria par fumadores.

Será que tais salas servem tambem para os Senhores Ministros, ou será que só servem para o pessoal a partir dos acessores?

Estes são os exemplos que nos dá o Sr. Primeiro Ministro e os outros Ministros, de como se devem acatar as Leis do nosso País.

Será desta maneira que estes Senhores cumprem todas as outras Leis?

Como poderão exigir aos cidadãos portugueses que sejam cumpridores das Leis Portuguesas se são eles os primeiros a contorná~las?

Senhor Primeiro Ministro e Semhores Ministros, desde muita tenra idade que me foi ensinado que o exemplo deve vir de cima.

Em vez de cortarem as receitas (salários) dos cidadãos com cada vez mais impostos e aumentos nos mesmos salários, ridículos, o que ocasiona mais miséria no país, mais disparidade entre ricos e pobres, mais descontentamento, com razão, da população que se vai endividando ou passa necessidades, que se exaspera com a falta de segurança que aumenta por causa da fome e do descalabro em que a Justiça deste país caiu, onde os ladrões são presos hoje e ámanhã estão na rua, onde os corruptos, se têm dinheiro, são elibados, porque não se ocupam em cumprir as Leis, para que os outros as cumpram também, e, sobretudo a diminuir realmente as despesas do Estado de forma a que todos e não só alguns, paguemos o défice e possamos rspirar mais desafogados?

O tempo da demagogia do 25 de Abril terminou, urge que se tomem medidas concretas e justas para se endireitar este País, e sobretudo que todos, todos, sejam regidos pelas mesmas Leis e Regras.
Sr. Primeiro Ministro, vejo que as criticas o afectaram bastante, mas não é reagindo dessa maneira que consegue calar as pessoas. Eu também fumo desde os 14 anos e tenho 74, mas não o faço onde possa prejudicar os outros.
Não é deixando de fumar que vai conseguir que as pessoas tenham as razões, bastante, reais e concretas, para achar que procedeu erradamente. Fumar, faz mal á sua saúde, pode ou não deixar de o fazer, é livre para escolher a sua opção,- ser saudável e viver muitos anos ou continuar a prejudicar a sua saúde - mas não é livre para obrigar outros a levar com o seu fumo e a serem por isso prejudicados.
Como no tabaco, é preciso que, antes de tomar qualquer decisão, pense primeiro nos outros cidadãos e se ponha no lugar de cada um deles, só assim será justo e verdadeiro.
Não leve a mal as pessoas quererem que V. Exª seja um Primeiro Ministro que todos possam gostar e admirar e lembrar ámanhã com saudade. Quem critica e lha fala é porque no fundo lhe quer bem. Eu aceito as críticas e se as acho justas acato-as para poder melhorar, quanto mais não seja, na minha consciência, e, agradeço a quem me faça uma crítica construtiva.